Para refletir
“A
Braskem deveria ir se preparando e guardando muito dinheiro. Não para comprar a
imprensa, como sempre, mas para indenizar as vitimas do Pinheiro”. (De um leitor)
Os equívocos do Senador

Como a maioria dos políticos alagoanos, tenta
aparecer com fingida preocupação com a questão do bairro de pinheiro, mas na
verdade a busca mesmo é pelo espetáculo midiático e o falso afago às angustias
dos eleitores moradores do bairro.
Promoveu uma “audiência pública” em uma das
comissões do Senado cujo evento reuniu praticamente técnicos e vereadores
alagoanos que passaram dez horas discutindo “o sexo dos anjos”, quando a mesma
reunião poderia ter sido realizada em Maceió, sem despesas caras de passagens,
hospedagem, alimentação e diárias, sem o menor sentido. Mas o importante era
aparecer na TV senado, mostrando o nada para o país e especialmente para os
alagoanos.
Agora aparece o
mesmo Rodrigo Cunha com nova invenção midiática de trazer para ver de
perto a situação do bairro membros da Comissão de Transparência, Governança,
Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor.
Em princípio se equivocou na escolha da comissão,
que em nada vai ajudar na solução do grave problema, depois faz com que o
Senado patrocine mais um tour desnecessário para que senadores venham “passear”
em Maceió e se encantar com nossas belas praias e provar da gastronomia
alagoana. Talvez até passem pelo Pinheiro e lamentem a situação daqueles que
perderão seus patrimônios e tem suas vidas ameaçadas.
Pinheiro sob controle
Qualquer político que se manifeste sobre a situação
do Pinheiro está mentindo ou querendo ganhar votos. A situação é grave mas os
controles estão atuantes tanto por parte do governo do estado como da
prefeitura de Maceió. Os resultados estão avançados e até o final do mês
teremos então o anuncio das causas e consequências da lamentável tragédia para
muitas famílias que estão desabrigadas e para tantas ameaçadas.
O resto é sujo jogo de cena de quem não tem
projetos para ajudar Alagoas a se desenvolver.
É vergonhosa a postura da maioria dos políticos
alagoanos que apostam no pior para aparecer como os salvadores. É preciso que
todos nós a cada eleição reflita sobre o equivoco do voto dado em momento de
emoção e passemos a votar com a razão.
E viva o futebol
Enquanto os hospitais estão “à beira da morte”,
pessoas morrendo por falta de atendimento médico, carência de medicamentos, escolas
caindo aos pedaços, merenda escolar de péssima qualidade, delegacias de policia
em estado precário, professores mal pagos e sem condições de trabalho,
funcionalismo público tratado com desrespeito e os alagoanos alimentados com
noticias mentirosas sobre “desenvolvimento e melhorias”, o governador Renan
Filho e sua “entourage” faz aparição provocativa anunciando grandes obras para
restauração do Estádio Rei Pelé, para torna-lo competitivo com as demais arenas
esportivas do país. La esteve o governador e secretários todos com largos
sorrisos anunciando que “as obras estão aceleradas e serão entregues no prazo”.
Ouvi de um especialista: “Mais uma mentira. Passaremos mais uma decepção, pois
o estádio não será concluído em tempo para as partidas iniciais”. Muita irresponsabilidade.
Decisão que atrapalha
No entender do juiz Antonio
Emmanuel Dória Ferreira, da 14ª Vara Cível da Capital a Superintendência
Municipal de Transporte e Trânsito (SMTT) não teria competência para
estabelecer a delimitação de acesso dos transportes intermunicipais ao centro
de Maceió e suspendeu a decisão que tem, como objetivo disciplinar o caótico
trânsito da cidade e dar regularidade a uma atividade totalmente descontrolada.
Em sua equivocada decisão o magistrado atribui a Agência Reguladora de Serviços
Públicos ( ARSAL) a competência para a ação. Sabe-se que a ARSAL não consegue
cuidar nem de suas competências naturais, pendurada em uma administração
caótica e recheada de suspeitas de toda ordem, não tem capacidade operacional e
ela mesmo deixou o setor se transformar em um amontoado de desorganização em
prejuízo do transporte intermunicipal.
Por desconhecer o problema a fundo
o juiz colabora para que mudanças eficientes deixem de ser realizadas em
prejuízo do ordenamento do trânsito da capital. Esses caras pensam que podem
tudo..
Uma alagoana no Senado
(BRASÍLIA) -Suplente do senador licenciado Fernando Collor tomou posse
esta semana a senadora Renilde Bulhões.
— Na condição de mulher e sertaneja reafirmo meu empenho em servir a
minha terra. Diariamente vou continuar a me dedicar para corresponder às
expectativas do povo alagoano — prometeu a senadora, que deverá permanecer no
cargo por 120 dias, durante a ausência de Fernando Collor.
Médica obstetra, Renilde Bulhões dirigiu um hospital por cinco anos.
Também foi prefeita do município de Santana do Ipanema (AL) por dois mandatos
consecutivos, de 2005 a 2012, tendo assumido cargos na Associação dos
Municípios Alagoanos (AMA) e na Confederação Nacional dos Municípios (CNM).
Atualmente exercia o cargo de secretária de Governo na gestão do prefeito
Isnaldo Bulhões, seu marido, também em Santana do Ipanema. É mãe do deputado
federal Isnaldo Bulhões Junior.
Pacote anticrime
(BRASÍLIA) - O presidente
da Câmara, Rodrigo Maia, em momento de trégua com o ministro Sérgio Moro
admitiu que o pacote anticrime pode ir direto ao Plenário, sem passar por
comissão especial, se isso for o consenso entre os líderes.
No momento, as mudanças na legislação
penal e processual penal estão em um grupo de trabalho que tem 90 dias para
sistematizar tudo. “As mudanças serão votadas quando estiverem prontas”, afirmou
Maia.
O ministro da Justiça, Sérgio Moro,
havia manifestado preocupação quanto ao atraso na votação da proposta anticrime
enviada por ele. Mas a coordenadora do grupo de trabalho, deputada
Margarete Coelho (PP-PI), disse que a análise prévia vai acelerar a tramitação.
"Esse grupo de trabalho não tem
qualquer interesse protelatório. Na verdade, nós estamos ganhando tempo. Nós
estamos adiantando o debate, amadurecendo as propostas para que o Plenário
possa votar com segurança
O ministro Alexandre de Moraes citou a criação de
varas especializadas em combater o crime organizado, como uma das medidas
necessárias.
"Hoje o combate é feito comarca a comarca,
cada juiz na sua comarca. E o crime organizado, não é municipal e não é só
intermunicipal. Ele é interestadual e internacional. A ideia é a criação de
varas regionalizadas, que peguem toda uma região, várias cidades onde o crime
atua; e todas interligadas no sistema de produção de inteligência para
facilitar o trabalho da polícia."
Publicado no JORNAL EXTRA - JORNAL CORREIO DO SERTÃO - SITES : Painel Noticias - Tribuna do Agreste - Tribuna do Sertão - Resumo Político
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