sábado, 4 de agosto de 2012


Para refletir: De que adianta apregoar “experiência” quando esta é voltada para atos de improbidade, formação de quadrilha, fraudes em licitações e desvio de dinheiro público?


Lessa e o carma da impugnação

 Começou bem mais cedo para o candidato o “inferno astral” da síndrome que tem lhe perseguido nas últimas eleições. O juiz Erick Costa Oliveira, um zeloso e eficiente magistrado antecipou o que todos esperavam acontecer quando do julgamento da ação impetrada pelo Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) acusando Lessa de “Ficha Suja”. Sua candidatura foi impugnada por uma ação que poucos conheciam movida pelo Ministério Público Eleitoral decorrente de um débito fiscal não quitado no prazo. A bem elaborada decisão mostra claramente que o candidato afrontou a lei e como sempre quis estar acima desta em seu “pedestal” de arrogância e desprezo pelo legal e pelo moral. Tanto o procurador autor da ação como o magistrado se calcaram em fatos reais e em evidências incontestáveis cujos argumentos de defesa dificilmente irão prosperar.

Quanto à outra ação que coloca o candidato como “ficha suja” lhe cabendo mais um impedimento para concorrer a eleição de prefeito tenho ouvido de operadores do Direito, especialistas e até do presidente afastado do TRE, desembargador Orlando Manso que a decisão será condenatória.

Como em outras eleições o candidato vai recursar a instâncias superiores praticamente sem chances de sucesso. Independente de futuros julgamentos passa a transitar na passarela das eleições levando nas costas a marca do candidato impugnado.

Todo mundo sabe que o eleitor não gosta de votar em candidato cujo mandato esteja ameaçado judicialmente e com claras possibilidades de condenação definitiva. Ninguém quer perder seu voto.

É de livre arbítrio o senhor Lessa usar do “Jus Esperniandi”. Seus seguidores já começam a culpar os adversários por suas derrotas judiciais. Mas convenhamos, nenhum partido político ou candidato tentou até agora impugnar sua candidatura. No primeiro caso foi o próprio Ministério Público, guardião da sociedade e dos princípios constitucionais, que o denunciou. No segundo um movimento apartidário que tem como foco o combate implacável a corrupção no processo eleitoral. Uma coisa é certa: o candidato segue em campanha mas com a espada de Justiça e o carma da dúvida da impugnação ameaçando  sua candidatura.

Um país de vigaristas

Jamais se viu nação tão corrompida como a nossa. Em qualquer atividade prevalecem os vigaristas. Dos grandes, daqueles que enviaram 520 bilhões de dólares para os paraísos fiscais, até os pequenos, os que roubam no peso do pão ou os que vendem o voto por um par de chinelos.

Por força de um poder público deteriorado desde o Descobrimento, formamos uma sociedade cruel, que de algumas décadas para cá apodreceu. Vence quem pode tirar vantagem em tudo, aliás, uma injustiça para com o grande craque do passado, que em campo jamais deixou de dar o máximo de seus esforços.

É essa a realidade com que nos defrontamos. Quem pode burla o fisco, sabendo não ficarem atrás os coletores de impostos. Os encarregados de fazer leis procuram primeiro saber onde e como elas irão beneficiá-los. Aqueles que apelam para a ilusão de uma outra vida distorcem a fé para locupletar-se nesta vida mesmo. Dos julgadores, nem haverá que falar, boa parte empenhada tanto na venda de sentenças quanto no aumento de suas remunerações. (Carlos Chagas/Tribuna da Imprensa/RJ.

Chapão já pensa em plano B

Na visão analítica do jornalista Ricardo Mota (Site Tudo na Hora) e nas conversas  e encontros políticos da cidade começa a circular com mais força a estratégia de um “plano b”  nos intestinos do Chapão para substituir o nome do candidato a prefeito diante das dificuldades que enfrentará Ronaldo  Lessa para manter sua candidatura.

O próprio senador Renan Calheiros, líder maior e gestor do grupo, já teria tomado providencias no sentido de manter conversas e apontar direções de emergências para assegurar unidade e participação na disputa.

Embora seja o sonho do prefeito Cícero Almeida o nome do atual candidato a vice, Mosart Amaral, tem veto unânime.

Esta semana aconteceram reuniões em Brasília e em Maceió e vão prosseguir no final de semana.

Os outros buracos

O secretário de infra-estrutura Marcos Fireman não deixou por menos os ataques grosseiros e mal educados do candidato Ronaldo Lessa contra o governador Teotônio Vilela, ao chamá-lo de “cara de buraco” em um evento de campanha. – “Primeiro o governador não é candidato a nada e foi eleito pela maioria dos alagoanos numa disputa com o próprio Lessa. Um  outro ponto é que ele não tem autoridade para falar sobre este assunto, pois buraco foi no que ele deixou nas ruas de Maceió e nas contas públicas”.  A resposta foi na medida da afirmação leviana. É assim que se faz.

Enganados pela Net

Um conselho de amigo se você vai contratar um serviço de internet ou TV por assinatura corra rápido da empresa Net. Eles prometem tudo para lhe vender pacotes caros, prestam um péssimo serviço, não dão nenhuma  assistência ao cliente, têm um atendimento deficiente e as interrupções são de irritar qualquer um. O atendimento por telefone é um suplício, nunca resolvem nada e depois tentam agendar um técnico com prazo de três dias. Maceió precisa receber empresas de qualidade para desbancar essa tal de Net que tudo promete e nada faz. Até parece  político.

O futuro nas mãos do Supremo

Começou o julgamento do Mensalão. Com todo o respeito, jamais um julgamento igual aos outros, como disse o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ayres Britto. Porque o processo dos mensaleiros  poderá exprimir  um divisor de águas. Uma encruzilhada onde, seguindo por um lado, a mais alta corte de justiça estará decretando o começo do fim da impunidade. Optando pelo caminho oposto, comprovará sermos mesmo uma nação corrompida, realidade da qual não tem escapado nem  escaparão nossas instituições maiores.Não se trata de condenar todos os 38 réus. Nem de absolvê-los por inteiro. Haverá gradações de culpabilidade ou até de inocência. O importante será o Supremo reconhecer que  crimes individuais praticados em conjunto  transformam o Estado em instrumento a serviço da corrupção.

O fundamental no julgamento será o reconhecimento, ou não, de ter havido mais uma quebra, talvez a definitiva, dos valores que deveriam pautar as relações humanas. A prova de nos constituirmos num país em decomposição.

A decisão, assim, repousa nos onze ministros encarregados de definir o mensalão: apenas um processo a mais para punir ou livrar bandidos ávidos de enriquecer, governantes sem escrúpulo, partidos políticos sequiosos de manter o poder a qualquer custo, banqueiros interessados em receber favores e representantes do povo que nada representam.

Se o Supremo julgar individualmente os réus, condenando ou absolvendo cada um, terá realmente promovido um julgamento igual aos outros, onde cidadãos serão acusados de  cumprir ordens superiores ou   manipular  recursos para o caixa dois de anteriores campanhas eleitorais

No reverso da medalha, se os doutos integrantes do tribunal, acima e além da imprescindível apreciação de cada caso,  conseguirem identificar,  denunciar e punir  algo muito mais grave  na ação do  conjunto, grande passo estará sendo dado na luta contra a impunidade. Precisam entoar  um  grito de “basta!”  Numa palavra, importa  reconhecerem  a participação de todos os atuais  réus  numa prática tornada rotina entre nós, no caso,  o estupro da lei, da ética e dos  costumes que deveriam reger uma sociedade sadia.  Está o futuro nas mãos do Supremo.

sábado, 28 de julho de 2012

Para refletir: “Basta de retrocesso! O passado que nos fez infelizes temos que jogar no lixo e atear fogo para não deixar vivo o risco da volta. É hora de o eleitor abandonar o vício de acreditar nas mentiras e promessas ilusórias de candidatos inescrupulosos”. (Publicitário Aloiso Alves em artigo no jornal Gazeta)




MP alerta para risco de fraude em eleições caras

BRASÍLIA. O elevado gasto estimado pelos candidatos a prefeito dos cem municípios mais pobres do país, que pode chegar a R$ 97 milhões pode ser um indicativo de risco de compra de votos de eleitores nestes locais. A avaliação é da vice-procuradora-geral eleitoral, Sandra Cureau. Ela fez um alerta aos promotores e procuradores regionais eleitorais para que fiquem atentos aos desmandos nas eleições nestas cidades mais carentes. As previsões de gasto foram declarados pelos próprios candidatos à Justiça eleitoral. - É surpreendente o volume de recursos estimado pelos candidatos em cidades com tão pouco eleitores e eleitores tão pobres. Nas eleições municipais sempre tempos muitos problemas de compra de votos e, quando olhamos esses casos, está claro que esse dinheiro todo não é necessário para a eleição, vai servir para outra coisa, muito provavelmente comprar o voto do eleitor - disse Sandra. Ela disse que gostaria de fazer um alerta aos procuradores e promotores eleitorais para tem cuidado na coleta de provas das ilicitudes: - Muitos processos de compra de votos têm resultado negativo, instrução malfeita, as testemunhas são dos adversários. A compra de votos pode ser provada, desde que o Ministério Público Eleitoral fique atento e as pessoas denunciem. Que a advertência surta efeito aqui em Alagoas. Em Maceió e interior os “cadastros” estão surgindo e agindo em grande velocidade. Só não ver quem não quer.

Acidente ou assassinato?

Ninguém em Cuba acredita que a morte do dissidente Oswaldo Payá tenha sido mesmo um acidente de trânsito na província de Granma no último domingo. O opositor cubano um dos mais destacados líderes da dissidência interna da ilha, incomodava muito o governo. Todos acham que foi uma execução.

Oswaldo Payá, de 60 anos, era o líder do Movimento Cristão Libertação e um dos mais destacados membros da dissidência interna de Cuba.

Foi o promotor do chamado "Projeto Varela", que apresentou no parlamento cubano em 2002 com o aval de milhares de assinaturas e no qual propunha um referendo para uma transição democrática e pacífica na ilha.

Em 2002, o Parlamento Europeu lhe outorgou o prêmio Sajarov para os Direitos Humanos e a Liberdade de Pensamento, em reconhecimento a sua luta pacífica a favor da transição à democracia em Cuba.

Cobrou o que não podia

Em sua carta de despedida do PP, o prefeito Cícero Almeida falou da sua parceria com o senador Benedito de Lira e da sua mágoa.

Reclamou da falta de apoio do partido quando foi alvo de várias denúncias, inclusive na Justiça, partindo do Ministério Público Estadual. Diante de denúncias e provas tão evidentes deveria ser grato por não ter sido expulso. Agrediu o vereador Marcelo Palmeira por “ter investido de maneira desleal contra o mandato do meu primo”. Ora vejam só: O cara comete crime eleitoral comprando votos é condenado pelo Tribunal Eleitoral por unanimidade e a culpa é de quem assumiu seu lugar? Esse prefeito é mesmo um fanfarrão.

Falando demais

O senhor Jurandir Bóia, coordenador da campanha do ex-governador Ronaldo Lessa, como seu chefete nada tendo a dizer de seus principais adversários aparece com declarações aberrantes e despropositadas tipo: “Não se pode trocar experiência comprovada por início de carreira”.

Há uma diferença que sua cabeça oca não enxerga. Não vejo nenhum iniciante na disputa e tem mais: Lessa também um dia iniciou e ganhou. Só que enveredou pelo mau caminho, na contramão da história. Hoje é acusado de formação de quadrilha, improbidade na gestão pública e tem os bens penhorados por ação do Ministério Público. É isto que se chama de “experiência comprovada”? O eleitor com certeza saberá distinguir.

Os cadáveres do PT

Caso ocorra absolvição dos réus do mensalão pelo STF, a sentença será transformada pelo PT em troféu da guerra política, em suposta prova de que o nada existiu, de que tudo foi inventado pela “imprensa golpista” e o Ministério Público.

Caso o tribunal condene os acusados, terá sido um julgamento político, uma farsa que levou os ministros a julgar sob pressão, um “trial by the media”, como quer fazer crer o ex-ministro Thomaz Bastos. Também neste caso a culpa será da “imprensa golpista”, que não só teria inventado o Mensalão como teria forçado o Supremo a condenar os acusados.

Mais que inocentar os réus, o arsenal do PT na “Batalha do Mensalão” está direcionado para vencer a “Guerra da Imprensa”. Afinal, o que são mais alguns cadáveres políticos para um partido que já deixou tantos no caminho? Nesse ponto da luta política no Brasil, o que parece interessar mais que tudo ao partido é calar os setores da imprensa que teimam em praticar o jornalismo e seguem veiculando notícias, comentários e opiniões que desagradam o governo e podem dificultar suas metas eleitorais e a vontade de comandar o país sem crítica nem oposição.

Os méritos do ministro

A relação com o PT determinou a rápida ascensão de José Antonio Dias Toffoli ao Supremo Tribunal Federal (STF), mas pode agora tirá-lo de um dos julgamentos mais importantes da história da Corte, o processo do mensalão.

Ex-advogado da campanha que levou Lula à Presidência, Toffoli sente-se “absolutamente isento para julgar”. “Vai ser minha decisão, minha consciência”, diz. Ele chegou ao STF sem tese de pós-graduação ou uma grande obra acadêmica e com duas reprovações em concursos para juiz de primeira instância.

Não é preciso dizer mais nada. (Tribuna da Imprensa/RJ)

Arapiraca esquenta as baterias

Criou-se uma grande celeuma em torno de uma suposta “twittada” do prefeito Luciano Barbosa em um twitter que “supostamente” seria da prefeitura em benefício da candidatura da deputada Célia Rocha por estes dias agitando a cidade e criando um verdadeiro “confronto verbal” dos dois lados. Confesso que não imagino a necessidade do embate alimentado por setores que não merecem muito crédito. Do jeito que a coisa vai vão terminar “se pegando na faca” mais pra frente. O prefeito Luciano não deu muita importância às fofocas e a candidata que está bem demais na fita nem registrou. A Célia o que é de Célia.

Competência no TRE

O advogado Antonio Carlos Gouveia (Cacá) tomou posse esta semana na cadeira para qual foi reconduzido no plenário do Tribunal Regional Eleitoral por ato da presidente Dilma Rousseff . Seu nome engrandece aquela Corte por sua postura ética profissional e seus conhecimentos jurídicos. Em ano de eleição é garantia para um plenário que vai decidir importantes e acalorados embates. Ganha a Justiça Eleitoral.

São pequenos porque são

É da natureza do parlamento alagoano a pequenez a mediocridade e o jogo sujo. Sabe-se e ninguém se surpreende da “armação” para postergar a sabatina e retardar a nomeação do procurador do Ministério Público de Contas, Gustavo Henrique Santos, para o cargo de conselheiro do TC. Não aceitam perder o jogo da legalidade e da moralidade e como sempre preferem seguir por caminhos obscuros e recheados de chantagem explícita e da malícia dos subterrâneos da marginalidade. Como são pequenos esses deputados.

Lula não presta

A frase é atribuída ao publicitário Marcos Valério, o financiador do Mensalão, que não anda nada feliz com o rumo que o processo está tomando em fase de julgamento. Valério promete que tem muito o que falar se for condenado. A já adianta: - “Lula sabia de tudo e eu estive com ele várias vezes. Lula não presta”.

sábado, 21 de julho de 2012


Para refletir: Perder eleição uma vez é normal, perder duas vezes já é feio e perder três  vezes é desastroso e bem feito para candidato que o povo rejeitou.

A corrupção por aqui

(BUENOS AIRES) O governo argentino criou uma espécie de “kit anticorrupção” para ser distribuído a 1 milhão de alunos do ensino médio no país.
O objetivo é fazer com que os adolescentes reflitam sobre o assunto ao mostrar que atitudes transgressoras nascem em pequenas ações como colar em uma prova na escola .O material de 62 páginas foi criado pelo Departamento Anticorrupção e traz também um vídeo ficcional com a história de um jovem que rouba as respostas de um exame de inglês, mas tempos depois não consegue arranjar emprego por não dominar a língua.

De acordo com o jornal argentino Clarín, o guia tenta conscientizar os jovens de que a “corrupção está profundamente enraizada em um traço cultural.”
Para ilustrar a mensagem, o texto compara a atitude de um funcionário público que desvia dinheiro destinado a hospitais a de uma pessoa que pega transporte público sem pagar passagem. O kit afirma ainda que algumas ações, como jogar papel na rua, por menores que possam parecer, podem influenciar outras pessoas o que causaria entupimento de ralos e canais e, consequentemente, inundações. E estas enchentes são responsáveis, muitas vezes, pela morte de pessoas.

Requentada e tendenciosa

Vinte anos depois do impeachment do ex-presidente Fernando Collor de Melo, a ex-mulher Rosane decide abrir o jogo sobre esse período conturbado da história do Brasil. Tudo uma grande armação da TV Globo que por uma matéria “requentada”  pretendeu dar o troco aos ataques que Collor tem feito à grande imprensa e seus possíveis desvios de conduta. Nada apresentou de novo a não ser uma ex-esposa magoada e querendo aumentar a sua já polpuda pensão. Não pegou bem para a emissora que fez um sensacionalismo em cima de fatos que todos conheciam e não se sabe se é verdade ou mentira. Muito inocente agora a senhora Rosane Malta.

Homenagens imorais e ilegais

Uma escola estadual no Acre que leva o nome da global Glória Perez está com os dias contados. A Justiça determinou que a União suspenda o repasse de verbas para  o estado e dez municípios até que todos os bens públicos com nomes de pessoas  vivas  sejam renomeados. Diante disso o governo prometeu fazer as alterações. É um exemplo a ser seguido pelo prefeito Cicero Almeida que vive a puxar o saco de autoridades e pessoas vivas dando-lhes  ilegalmente o nome de viadutos, praças e avenidas. Aliás, é um erro que se comete em Alagoas e como a Justiça é cega (e nela tem vários homenageados)  nada acontece para impedir a aberração..

O furacão Célia Rocha

Não cola mais essa história da relação de Célia Rocha com Luciano Barbosa. Há muitos anos têm apenas uma relação política e Arapiraca toda sabe disso. O prefeito até estaria de namoro firme com uma professora universitária a já  pensa em casamento. Vão ter que buscar outras razões.

Rogério Teófilo é um bom candidato e até poderia ser eleito em outra circunstância mas diante do “furacão” Célia Rocha  não vai sobrar pra ninguém. É inegavelmente a grande eleitora de Arapiraca e vai sair das urnas carregada de votos rumo a prefeitura. Contra fatos e votos não há argumento.

Contra a impunidade

Quem anda reabastecendo as baterias é o senador Pedro Simon, disposto a desenvolver no segundo semestre nova campanha contra a impunidade, para ele um dos maiores males a assolar o país. Duas alavancas poderão ajudá-lo a impulsionar a luta contra as facilidades que privilegiam especialmente os ladrões de colarinho branco: o julgamento dos réus do mensalão, pelo Supremo Tribunal Federal, e a CPI do Cachoeira, em condições de desbastar o cipoal de corrupção agora sendo investigado.

O senador gaúcho não esmorece em sua cruzada contra a impunidade, apesar do desdém com que é recebido pelas lideranças de seu próprio partido, o PMDB.

A imprensa é culpada

Mais que inocentar os réus, o arsenal do PT na “Batalha do Mensalão” está direcionado para vencer a “Guerra da Imprensa”. Se os réus do Mensalão serão condenados ou absolvidos a gente não pode saber. Só pode arriscar palpite. Mas é certo que a imprensa crítica, que revelou os crimes, será condenada pela máquina de propaganda do PT, seja qual for a sentença do Supremo Tribunal Federal.

Não há manifestação de líderes, evangelizadores e arautos do partido sobre o Mensalão que não contenha a acusação de que se trata de uma “armação da mídia”. E junto vai a conclamação ao combate à “imprensa golpista”. Isso compõe, de forma mais ou menos explícita, conforme a ocasião, a cantilena petista desde remotos pronunciamentos de Lula e Rui Falcão até as ameaças de mobilização da militância feitas agora por José Dirceu e o velho e o novo presidentes da CUT, Arthur Henrique e Vagner Freitas.

A mentira repetida

Negar a existência do Mensalão, atribuindo o processo a uma invenção da imprensa, é a versão tropicalizada da negação do Holocausto. A lógica é a mesma nos dois casos. Não valem as imagens, os documentos, os depoimentos e as confissões. Nada disso convence nem envergonha gente como Ahmadinejad e outros lunáticos que negam o Holocausto. Aqui, não falta nem faltará gente motivada a apregoar a negação do Mensalão, sejam políticos, advogados, sindicalistas, professores, artistas, jornalistas e amigos do poder em geral.

A mentira repetida acaba colando, ao menos pelo tempo necessário para emprestar falsa solidariedade aos réus e, talvez, para ganhar mais uma eleição. Dizer que o Mensalão não existiu pode ser um argumento grotesco, sem qualquer utilidade para convencer os juízes do STF. Mas interessa ao PT para aumentar a pressão contra veículos e jornalistas que não estão sob seu controle. Para os estrategistas do partido, isso vale muito mais que inocentar os companheiros acusados. (Tribuna da Imprensa)

Terror no comitê

No comitê de uma coligação para prefeito de Maceió o clima não é nada agradável. Mesmo por enquanto bem situado nas pesquisas os índices de rejeição do candidato indicam sua derrocada na contagem final dos votos. Afeito a crises histéricas e típicas do inconformismo dos derrotados a figura vive a “armar barracos” e agredir verbalmente o pessoal que trabalha em sua campanha. Por ser um descontrolado emocional vai terminar perdendo os votos até dos que o apoiam e contribuem para sua eleição, como já aconteceu outras vezes.

O antagonismo do Rui

Esta semana lia uma declaração  de um eleitor em uma das redes sociais que me chamou a atenção e aqui repito: “O adversário é mesmo o antagonismo do Rui Palmeira. É a ação em sentido oposto. O Rui tem caráter, é um exemplo de político honesto, é o novo na disputa para a prefeitura e dá segurança e esperança votar nele. O outro não tem currículo a oferecer a não ser uma “folha corrida”, tem história suspeita e é marcado por improbidade por onde passou.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Delmiro Gouveia recebe projeto de capacitação para servidores públicos

 A Secretaria de Estado da Gestão Pública, através da Escola de Governo, iniciou nesta segunda feira mais uma etapa do Projeto Escola de Administração Pública com o objetivo de capacitar aproximadamente 100 servidores públicos da região, na cidade de Delmiro Gouveia.

Os participantes do Projeto Escola de Administração Pública estão tendo capacitações e treinamentos nas áreas de Atualização Ortográfica da Língua Portuguesa e Redação Oficial, Referencial Pessoal e Técnico, Comunicação Eficaz e Equipes de Alto Desempenho e a Trilogia do  Atendimento Excelente , com aulas presenciais que contam com a participação de especialistas e facilitadores que procuram oferecer um programa dinâmico e eficiente buscando o aperfeiçoamento dos servidores públicos em apoio às suas atividades profissionais e melhoria dos serviços públicos oferecidos à população.

O Projeto Escola de Administração Pública busca desenvolver ações de forma integral e abrangente e tem como objetivos primordiais, promover o desenvolvimento institucional, a política de gestão de pessoas e o aperfeiçoamento dos serviços prestados a comunidade.
Também visa garantir o desenvolvimento do servidor, propiciando ampla reflexão acerca da missão da Instituição e do seu papel enquanto profissional, da sociedade em que vive e atua e sobre os caminhos de construção da cidadania; a capacitação do servidor para o exercício das atividades de forma convergente com a missão da Instituição; o aprimoramento e inovação dos processos de trabalho e assimilação de novas linguagens e tecnologia e o desenvolvimento dos servidores visando a melhoria dos serviços prestados e ao cumprimento de seus compromissos sociais, fundamentados em sólidos valores morais e democráticos.

Novas etapas Penedo e  Maragogi

No mês de agosto próximo o Projeto Escola de Administração Pública está de volta à cidade de Penedo mais uma vez reunindo os servidores públicos estaduais com a mesma programação.  Já no mês de setembro  será a vez  Maragogi sediar o Projeto Escola de Administração que terminará suas etapas com programações  em outubro repetindo a programação realizada em Maceió e Arapiraca,  capacitando em seu final aproximadamente mil servidores públicos estaduais.
Para o secretário de Gestão Pública, Alexandre Lages  “ a realização deste projeto é de suma importância e proporciona ao Estado a oportunidade de atender a uma demanda de servidores públicos valorizando suas atividades e levando instruções e conhecimentos de temas altamente importantes e de interesses profissionais, tanto em Maceió como em cidades do interior”.

As aulas, capacitações e seminários são ministrados por professores e especialistas do Instituto Cidadão, parceiro da Administração Estadual em mais este projeto que se repete com grande aceitação.

sábado, 14 de julho de 2012


Para refletir: Tem candidato a prefeito de Maceió que tem um índice tão elevado de rejeição nas pesquisas de opinião que é de se acreditar que nem ele mesmo vota em seu nome. Vai perder mais uma.

O velho podre e o novo da esperança

Um candidato defeituoso de origem, com todas as deformidades que um mau político, por ser perdedor contumaz, nada tendo a dizer contra a candidatura de Rui Palmeira a prefeito de Maceió saiu-se com esta: “É inexperiente”.  Acertou em cheio: no roubo, na falcatrua, nas lambanças e nas orgias políticas ele é e vai continuar sendo inexperiente porque diferente do outro teve berço, tem família bem constituída e carrega com orgulho o exemplo de político maior, herdado do pai e do avô, dois nomes que orgulham  Alagoas. Diferente do outro tem moral inatacável, reputação ética e sua postura é sinal de respeito. Em Brasília não é conhecido apenas agora. Percorreu os corredores do Congresso como um profissional respeitado, sua capacidade intelectual é reconhecida. Diferente do outro sabe ler e escrever. Em Alagoas como deputado estadual fez a diferença em uma Assembléia putrefata e hoje como deputado federal enaltece a memória dos alagoanos. Pergunto ao eleitor : em quem devemos confiar para dirigir os destinos de Maceió? Em um jovem experiente e promissor político, sem os vícios e os costumes dos que são inservíveis? Ou em um candidato reprovado nas urnas por conduta indecorosa, com passado de improbidade administrativa e com a certeza de que se eleito fosse cometeria todos os seus atos tresloucados, pois lhe falta caráter para ser diferente? Eu mesmo fico com a opção que pode mudar Maceió para melhor. Quanto a você é bom lembrar: o seu voto tem conseqüências.

Esse é mesmo doutor

Não morro de amores por Fernando Henrique Cardoso  e reconheço erros demais em seu governo, mas tenho que respeitar a sua importância política e intelectual para mostrar ao Mundo um Brasil diferente daquele  paquiderme que o seu sucessor exibia com empáfia.

O ex-presidente FHC é o primeiro intelectual da América Latina a ganhar o Prêmio John W. Kluge, da Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos. Foi escolhido após consulta a três mil intelectuais e personalidades públicas em todo o mundo. Durante  entrevista, FHC falou do prêmio, que tem o valor de US$ 1 milhão, mas também do Brasil, ditadura e drogas.  Ao contrário de Lula é realmente um “Doutor Honoris Causa”

É bom, mas é péssimo

Um novo medicamento para emagrecer surge nos Estados Unidos como  um do mais eficientes no mercado. As informações para os interessados são: princípio ativo: Lorcaserína – efeitos colaterais “ enjôo, dor de cabeça, alteração da  memória e déficit de atenção”. No final o negócio é o seguinte: a pessoa fica mais magra com o medicamento, porém sujeita a passar o dia vomitando, arriscar um  AVC , esquecer  o próprio nome e morrer no trânsito por falta de atenção. Pode até ser bom medicamento, mas eu prefiro ficar gordinho mesmo.

Unimed: o preço da negligência

Não é de hoje que ouvimos relatos de casos de negligência, atendimento inadequado  e falta de respeito aos seus usuários por parte da Unimed/ Maceió. Várias ações estão na Justiça e muitas outras no PROCON e Ministério Público. Esta semana a Agência Nacional de Saúde Suplementar  suspendeu a comercialização de qualquer plano de saúde de várias operadoras no país inclusive a Unimed/Maceió.O diretor-presidente da (ANS), Mauricio Ceschin, informou que a suspensão vale a partir da sexta-feira (13), para que os planos possam comunicar a decisão da agência a seus departamentos comerciais. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse que essas operadoras de saúde, se quiserem continuar vendendo esses produtos, têm que tratar bem os usuários

O beneficiário que quiser denunciar sua operadora poderá entrar em contato com agência pelo Disque ANS (0800 701 9656) pelo site da Central e Relacionamento ou ainda presencialmente, em qualquer núcleo da ANS.

Você sabe o que é Bolsa de Valores?

Recebi por gentileza de meu dileto professor e amigo Geraldo Lima Verde um seu trabalho sobre “O que é Bolsa de Valores”.Com texto impecável e conteúdo bastante didático traz abordagens sobre Valores Mobiliários, Debêntures  e ensina como investir na Bolsa de Valores com dicas de quem conhece a matéria. Lima  Verde é especialista em Direito Comercial e por mais de dez anos foi professor  na Faculdade de Direito do Cesmac.

Senador não mente

Ao defender o parecer em que recomendou a cassação do mandato de Demóstenes Torres (DEM-GO), o senador Humberto Costa (PT-PE) reafirmou que o acusado “faltou com a verdade, praticou irregularidades graves no desempenho de seu mandato, abusou de prerrogativas asseguradas a membros do Congresso Nacional e se beneficiou com vantagens indevidas”.

– Não temos recall no Brasil para esse tipo de caso. Mas se os eleitores de Goiás soubessem das relações perigosas de Sua Excelência, será que o teriam enviado para cá? Creio que não – declarou o senador.

Imagine se isto valesse para todos os senadores? A Casa com certeza ficaria quase vazia.

Cachoeira vai falar?

Depois da cassação do mandato de Demóstenes Torres os holofotes passam a mirar unicamente no bicheiro Carlinhos Cachoeira que já mandou recados a alguns senadores inclusive através de sua esposa a empresária Andressa Mendonça que foi alçada ao posto de Musa da CPI após sua aparição estonteante na reunião da Comissão. O que se comenta é que tem senadores “tremendo na base”  apavorados com a possibilidade das revelações que poderão comprometer uma boa parte da Casa. A conversa é que agora tudo pode virar “pizza” .

Justiça feita...lá fora

Conheço o jovem e inteligente Henrique Gaspar Mello Mendonça desde que ele ainda menino freqüentava o gabinete de seu pai, meu amigo pessoal, conselheiro José Alfredo de Mendonça no Tribunal de Contas. De uma família de juristas ilustres teve uma brilhante carreira na sua formação acadêmica. Preparado culturalmente, mas injustiçado, não encontrou em sua terra o reconhecimento que lhe foi concedido agora no Estado de Sergipe. Aprovado em concurso público foi nomeado para o cargo de juiz de Direito, por ato do presidente do Tribunal de Justiça sergipano. Certamente terá uma carreira brilhante e honrará  a Magistratura daquele Estado.

Quantos pais tem o Estaleiro?

Até pouco tempo filho quase órfão o projeto do Estaleiro Eisa foi carregado nas costas pelo governador Teotônio Vilela e pelo secretário Luiz Otávio Gomes à duras penas. Lutaram ambos como dois destemidos guerreiros em batalha  cruel e desleal contra alguns que sempre apostaram no “quanto pior melhor”. A política mesquinha e egoísta alagoana causou grandes estragos em um projeto que significa a redenção econômica e social. Não sei mais se algo vai acontecer e tudo pode acontecer inclusive nada. Sei apenas que vejo neste filme dois heróis e agora um bando de “pais adotivos” que por conveniência começam aparecer. São uns pulhas!

sábado, 7 de julho de 2012

Lei eleitoral impõe restrições a agentes públicos a partir deste sábado (7)


A partir deste sábado (7) os agentes públicos devem respeitar uma série de proibições estabelecidas pela Lei das Eleições (Lei 9504/97) com relação à conduta que devem ter no exercício do cargo ou da função durante a campanha eleitoral deste ano. O objetivo das proibições é evitar o uso e a influência da máquina pública na campanha em benefício de um ou mais candidatos. A Resolução TSE 23.370 dispõe sobre a propaganda eleitoral e as condutas ilícitas em campanha eleitoral, inclusive de agentes públicos, nas Eleições 2012.



A partir deste sábado está proibido, por exemplo, a qualquer candidato comparecer a inaugurações de obras públicas. A legislação eleitoral proíbe também os agentes públicos, nas inaugurações, de contratar shows artísticos pagos com recursos públicos.



É proibido aos agentes públicos, a partir desta data, nomear, contratar, admitir, demitir sem justa causa, suprimir ou readaptar vantagens ou, por outros meios, dificultar ou impedir o exercício funcional de servidor.



É vedado também aos agentes remover (ex officio), transferir ou exonerar servidor, na circunscrição do pleito, até a posse dos eleitos, sob pena de nulidade de pleno direito, salvo em determinadas situações.



A legislação eleitoral proíbe ainda ao agente público realizar transferência voluntária de recursos da União aos Estados e municípios, e dos Estados aos municípios, sob pena de nulidade de pleno direito, ressalvados os recursos destinados a cumprir obrigação formal preexistente para execução de obra ou de serviço em andamento e com cronograma prefixado, e os destinados a atender situações de emergência e de calamidade pública.



Por sua vez, é vedado a partir deste sábado aos agentes públicos das esferas administrativas, cujos cargos estejam em disputa nas eleições, autorizar publicidade institucional de atos, programas, obras, serviços e campanhas dos órgãos públicos municipais, ou das respectivas entidades da administração indireta, salvo em caso de grave e urgente necessidade pública, reconhecida pela Justiça Eleitoral.



Também não é permitido a esses agentes fazer pronunciamento em cadeia de rádio e de televisão, fora do horário eleitoral gratuito, salvo quando, a critério da Justiça Eleitoral, tratar-se de matéria urgente, relevante e característica das funções de governo.

Com informações do Tribunal Superior Eleitoral

Em defesa do Sistema S O Brasil inteiro, (principalmente aqueles setores que produzem, formam e criam milhões de oportunidades de ...