sábado, 8 de setembro de 2012

Para refletir: Já tive o desprazer de têlo como prefeito, e garanto que a maioria dos funcionários municipais não votará nele. Ô bicho ruim!!! ( De um leitor da coluna)




Procura outro que este está podre

O TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) manteve o indeferimento ao registro de candidatura de Edinaldo de Menezes, (PPS), para prefeito de Ribeirão Pires. A juíza relatora do processo, Clarissa Campos Bernardo, afirmou em seu voto que a Lei da Ficha Limpa vale para as eleições deste ano e o declarou inelegível. "O candidato foi condenado e a decisão não merece reparo. A inelegibilidade persiste", ressaltou a magistrada.

Ele foi condenado por abuso de poder econômico nas eleições de 2004 e foi enquadrado na Lei da Ficha Limpa, aprovada em 2010. A nova legislação subiu de três para oito anos de inelegibilidade a pena para crimes desse tipo.

Entendeu o pleno do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo pela maioria de seus integrantes que a retroatividade da Lei da Ficha Limpa precisa ser aplicada ao registro de candidatura e mostrou outras decisões dos juízes do TRE sobre o caso. "Houve ação constitucional que aplicou a Ficha Limpa para o pleito em 2012 e foi um divisor de águas. Foi decidido que a lei retroage", afirmou.

Em outro julgamento importante esta semana, desta vez no Superior Tribunal Eleitoral, foi mantida decisão do TRE do Paraná que indeferiu o registro de um candidato por ausência de quitação de dívida com a Justiça Eleitoral em tempo hábil. Durante o julgamento a ministra Nanci Andrighi ressaltou que “ a jurisprudência da Corte exige prévia quitação para efeito de registro de candidatura”. O voto da ministra foi acompanhado pelos magistrados Arnaldo Versaini, Carmen Lucia, Laurita Vaz e Luciana Lóssio.

Com vários processos nas costas fruto de sua irresponsabilidade e desequilíbrio, caso viesse a ganhar uma eleição, paira sobre ele o calculado risco de ser cassado. Para completar esta semana mais uma pedra aparece em seu tortuoso caminho quando o Ministério Público Federal, calcado em robustas e incontestáveis provas pede a sua condenação a nove anos de prisão e a devolução de 350 mil reais. A acusação o envolve em fraudes em procedimentos de compras quando exercia o cargo de governador em 1999, compras superfaturadas, licitações forjadas e irresponsabilidade administrativa.

Culpa ele em suas aleivosias os que “o perseguem” : a imprensa, a Justiça e seus adversários. Quem conhece sua trajetória de vida e seu currículo que foi transformado em uma “folha corrida” sabe perfeitamente que na derrocada de Ronaldo Lessa existe apenas um culpado que desconstruiu seu projeto e o revela como um farsante: ele mesmo.

Para o Chapão não seria mais prudente começar a buscar um nome para substituir o seu pré-condenado candidato?

Mala furada

Um dos cardeais do Chapão que apóia Ronaldo Lessa viajava há alguns dias no mesmo vôo de um meu amigo político . No papo entre os dois entrou em pauta a eleição para prefeito e ele declarou ao seu interlocutor: “ Se esse cara imagina que vai conseguir dinheiro comigo para sua campanha está completamente enganado. Não passa de um chato arrogante”. E ai o outro fica a imaginar com os seus botões: “agora não entendo mais nada, pois o “declarante” é considerado como um dos “alimentadores” do caixa de campanha de Lessa”. A mala está vazia mesmo pelas notícias que saem do comitê.

O que vale é o voto de cada um

Está em nossas mãos a responsabilidade de limar os mau-caráter, antes deles vencerem nas urnas. Talvez aprovar uma lei seja mais complexo do que usar a consciência. Então, basta barrá-los não votando neles. Esse é o poder que temos e devemos usá-lo.

O voto é a ferramenta mais importante da democracia e, de certa forma, a única maneira de limparmos a nossa política. Mas não podemos cometer a besteira de dar o chamado "voto de protesto". Isso só nos leva a colocar no poder alguns ineptos que não vão fazer absolutamente nada por nós nem contra a bandalheira. E mais, votando por protesto e não em quem realmente acreditamos, estaremos permitindo que os maus se elejam pelas mãos dos medíocres e desinformados.

Talvez a Lei Ficha Limpa, na verdade, nem precisasse ser aprovada. Afinal o nosso voto continua com o mesmo poder de sempre. Saber usá-lo é o que vai fazer a diferença

Deixa a vida me levar...

Aposentado do Supremo Tribunal Federal o ministro Cezar Peluso vai continuar morando em Brasília. Ele avalia propostas de trabalho de vários escritórios de advocacia. Aos amigos, disse que vai se dedicar às suas paixões: cozinhar e ouvir samba. É fã de Zeca Pagodinho e Arlindo Cruz. Merece ministro, merece.

E nós que pagamos a conta

Nossos automóveis, chamados de "carroças" pelo ex-presidente Collor de Mello, custam o triplo dos similares comercializados nos EUA. Nossa margem de lucro, descontando-se o custo Brasil de produção e impostos acachapantes cobrados pela insaciável máquina tributária brasileira, é o dobro da média praticada em todo o planeta. Para completar nossa tragédia, os bancos financiam essa bizarrice, praticando juros compostos para o consumidor final, caso único no mundo. E assim caminha toda a cadeia produtiva brasileira. E a gente se ferra.

Os políticos me odeiam

O desabafo do ministro Barbosa. De tênis, jeans e camisa social azul, o ministro relator do processo do mensalão, Joaquim Barbosa, foi o centro das atenções numa festa. Ele compareceu ao aniversário da minha amiga Kátia Turra, jornalista e companheira de trabalho nos anos de estudos em Brasília. Os convidados queriam saber sobre o julgamento do mensalão. A respeito do sucesso que tem feito nas ruas e nas redes sociais, Barbosa minimizou a possibilidade de optar por um cargo político: - Eu não me empolgo com essa notoriedade. Os políticos me odeiam por isso. Alguém disse que, com a condenação de poderosos, ele havia resgatado o sentido de cidadania. Ele respondeu: - O grande fato a se comemorar é julgamento dessa natureza estar acontecendo na mais alta Corte do país.

Heloisa de volta

Passando ainda por momento de muita tristeza pela morte de sua mãe a guerreira Heloisa Helena retoma suas atividades de campanha em busca da mais honrada vaga na Câmara Municipal de Maceió. Ao encontrá-la na missa de Dona Helena eu disse-lhe: “ Loló , sei muito da sua dor mas a vida continua e sua mãe quer você de volta às ruas , ao lado dos amigos e do povo que tanto lhe ama”. Concordou comigo e já marcamos atividades para a retomada de sua vitoriosa caminhada. È minha irmãzinha do coração.



Não é rejeição, é ojeriza

As últimas pesquisas divulgadas em Maceió mostram que um fenômeno de esgotamento histórico que assume contornos de nitidez vertiginosa e dificilmente reversível: a rejeição esférica, espontânea, ascendente e incontrolável de uma cidade a um político e a tudo o que ele representa seus métodos e metas. Já não se trata apenas de rejeição, mas de um sentimento epidêmico que a palavra ojeriza descreve melhor . A rejeição a Ronaldo Lessa é o aspecto mais significativo da atual disputa.

terça-feira, 4 de setembro de 2012

A LESSA O QUE É DE LESSA
Ministério Público Federal pede condenação de ex-govenador por fraude em compra de alimentos





O Ministério Público Federal (MPF) em Alagoas pediu, novamente, a condenação de Ronaldo Lessa, ex-governador do Estado, à pena de até nove anos de prisão e também a devolução aos cofres do Estado da quantia de R$ 350 mil. E no ato do pagamento esta importância será acrescida de juros e correção monetária. Na ação penal que foi proposta pelo MPF/AL em 2005, o réu é acusado pelo superfaturamento da compra de produtos sem processo de licitação.



Segundo o MPF, quando foi governador do Estado em abril de 1999, Ronaldo Lessa autorizou a secretária de Saúde à época, Amália Maria de Amorim Uchôa, a assinar contratos para aquisição de leite integral e óleo de soja, mediante a dispensa de licitação. A Assembleia Legislativa instaurou Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar o caso e concluiu que o fato foi verdadeiro. O processo na Justiça Federal durou todo esse tempo por respeito aos princípios do contraditório e da ampla defesa, garantidos pela Constituição.



De acordo com a ação penal, Ronaldo Lessa causou ao Estado de Alagoas e à União (já que os recursos eram em sua maior parte federais) prejuízos no valor de R$ 350 mil, sendo R$ 324.864,00 pelo leite longa vida e R$ 22.199,04 pelo óleo de soja.



Superfaturamento



O órgão sustenta que foi verificado na ação que o real intuito de Ronaldo Lessa era o de fraudar o procedimento de compras para, por meio da dispensa ilegal de licitação, escolher os fornecedores, que, livres da concorrência, impuseram ao Estado preços comprovadamente superfaturados. As investigações apontaram ainda que o valor do preço unitário cobrado ao Estado pela venda de mais de dois milhões de litros de leite foi comparado aos que eram usualmente praticados no varejo, superior e muito ao que era cobrado ao consumidor comum nas prateleiras dos supermercados. Em relação ao óleo de soja, o superfaturamento teria sido ainda mais evidente. O produto, que foi vendido ao Estado por R$ 1,40, no mesmo período era adquirido por R$ 1,11 por outras empresa, segundo o MPF.



O pedido do MPF de condenação de Ronaldo Lessa é feito com base nos artigos 89 e 96, inciso I, da Lei nº 8.666/93 (Lei de Licitações) - cuja pena é de prisão que chega a nove anos e pagamento de multa. Os crimes são de dispensa de licitação fora das hipóteses previstas em lei e fraude decorrente de aumento arbitrário de preços.

Com informações do Site TUDO NA HORA



sábado, 1 de setembro de 2012


Para refletir: “Se eleita vou mandar “capar” todos os tarados de Maceió” – Palavras de uma candidata a vereadora- Esse é o nível do Guia Eleitoral.

O cinismo de Lula

Em entrevista ao jornal "The New York Times" o ex-presidente Lula reafirmou não acreditar na existência do mensalão. Ele disse cinicamente que o PT não precisaria comprar votos, por já ter assegurado a maioria no Congresso por meio de alianças politicas, mas garantiu que vai respeitar a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), outra mentira deslavada, pois vive criticando os ministros após sua tentativa frustrada de adiar o julgamento – E no ritmo de sua incoerência continua em sua verborragia “Eu não acredito que tenha havido mensalão - Se alguém for considerado culpado, deve ser punido. E, se alguém for considerado inocente, deve ser absolvido” (Grande descoberta jurídica do “doutor” ). Na reportagem, o "New York Times" explicou a seus leitores que 30 políticos, inclusive nomes muito próximos de Lula, como José Dirceu, chefe da Casa Civil em seu governo, estão implicados no caso. Acrescentou que, segundo um relatório de 2007 da Procuradoria Geral da República, o "complexo esquema canalizava dinheiro do orçamento de publicidade de empresas estatais para os legisladores do Congresso" e para o PT. E que, "refletindo a lentidão da Justiça brasileira", o caso, de 2005, só agora é analisado pelo STF. O jornal americano também citou a afirmação feita em maio deste ano pelo ministro do STF Gilmar Mendes, que garantiu ter sido pressionado por Lula a adiar o julgamento sobre o caso. Perguntado sobre 2014, Lula garantiu que trabalhará pela reeleição de Dilma Rousseff. Mas não descartou a possibilidade de sair candidato à Presidência no pleito seguinte, afirmando ser muito difícil para qualquer político excluir totalmente a opção de ser candidato. O pior é que seu cinismo, hoje conhecido internacionalmente, apenas consegue manchar mais o conceito do Brasil como uma “republiqueta”.

Eu queria ouvir propostas

É de se lamentar acompanhar o desenrolar da campanha política em Maceió. Até hoje não ouvi de nenhum dos candidatos qualquer proposta concreta ou inovadora sobre como pretende administrar esta cidade já tão castigada por administrações desastrosas e prefeitos desonestos. Até parece que combinaram o discurso: “Mais escolas, mais saúde, mais creches, melhorar o trânsito e agora o tema do momento Escola em Tempo Integral” adotando o modelo implantado pelo prefeito de Arapiraca, Luciano Barbosa, há anos. Ninguém traz nada de novo, falta a todos um programa de governo com idéias modernas e planos que possam ser postos em prática para melhorar a situação degradante de quem vive em Maceió.

Além das aleivosias e repetição simplista das promessas idiotas nada ouvi até agora concretamente de nenhum candidato sobre assuntos importantes como: políticas públicas para pessoas especiais, defesa dos animais, política de mobilidade em áreas de difícil acesso, políticas em defesa do idoso, programas em defesa da mulher vítima de violência doméstica e em situação de risco, política pública para educação e preservação ambiental, programa de geração de emprego e renda.

Onde estão os Programas de Governo dos candidatos? Escrito no papel com objetivos e metas definidas, para que a gente possa conferir depois? Quero um!

Lessa perseguido por Lessa

Nas duas últimas campanhas nas quais foi rejeitado nas urnas o ex-governador Ronaldo Lessa andou em busca de motivos para o implacável veredicto dos eleitores alagoanos. Denunciou fraudes, atacou a imprensa e culpou a Justiça Eleitoral. Coisa de perdedor inconformado com o fracasso que a sua própria vida construiu. Agora já prenunciando mais uma derrota parte para seus costumeiros e conhecidos destemperos verbais agredindo os magistrados que compõem a Tribunal Regional Eleitoral e atingindo pessoas que nada têm a ver com sua previsível derrocada política. Fala de “conversas do governador Teotônio Vilela com desembargadores do TRE” faltando com respeito aos juízes e caluniando alguém que ele sabe incapaz de gestos menores, o que não é o seu caso. Ataca o “poder econômico”, o mesmo que o sustenta (pois há muito não tem emprego) e banca suas ricas campanhas eleitorais. Deveria ser processado por calúnia e difamação.

Perdeu da mesma maneira que vai perder agora, por culpa única e exclusiva de sua história repleta de denúncias de corrupção, fraudes em licitações e outros crimes de responsabilidade pendentes na Justiça. Na verdade Ronaldo Lessa é perseguido por ele mesmo.

O Marketing caboclo e ruim

Passando alguns dias em Recife tive a oportunidade de assistir ao Guia Eleitoral e algumas inserções dos candidatos a Prefeitura e pude constatar a péssima qualidade do material produzido em Alagoas por empresas forasteiras que cobram verdadeiras fortunas para um serviço ruim. Além da qualidade plástica e editorial o conteúdo das veiculações no Recife mostra a capacidade profissional que aqui não é notada. Os programas dos principais candidatos é emoção pura e com texto e imagens que empolgam e motivam o eleitor. Aqui tudo é a mesma coisa e de péssimo gosto. Até parece que apenas uma agência/produtora foi contratada por todos os candidatos pela má qualidade e semelhança do produto exibido. Falta criatividade e principalmente o conhecer da alma do eleitor alagoano e partir para a emoção e o convencimento. Confesso que se fosse pelo Guia Eleitoral eu votaria em branco.

Campanha “chapa branca”

Na veiculação da campanha pela televisão um dos candidatos a prefeito mostra o apoio explicito da estrutura do Poder Público o que certamente é proibido pela legislação eleitoral mas não observada pelos que imaginam que tudo pode.

Guardas municipais fardados com uma viatura oficial ao fundo aparecem gesticulando em apoio ao candidato infrator.

Afinal onde estão os olhos do Ministério Público e da Justiça Eleitoral?

Maleta cheia e podre

Dizem que o dinheiro anda um tanto quanto sumido nesta campanha para prefeito, mas ao que parece está sobrando para algumas figuras emblemáticas da política alagoana.

Esta semana um desses personagens já conhecidos por atitudes suspeitas comprou e pagou “cash” (uma nota em cima da outra) um apartamento avaliado em R$ 1.500.000,00 (hum milhão e quinhentos mil reais) , no luxuoso Edifício Siriús, a beira mar e com apenas um apartamento por andar.

E Receita Federal não está nem ai para o nosso dinheiro!

Não é frouxo não

O senador Fernando Collor foi agressivo e grosseiro com o prefeito Areski Freitas, de União dos Palmares ao discursar em comício naquela cidade. Usou de adjetivos chulos e impublicáveis. Entre os mais amenos chamou o prefeito de “frouxo”. Areski que apóia a candidatura do ex-governador Manoel Gomes de Barros para prefeito, respondeu em nota às agressões de Collor

“Quero pedir desculpas aos palmarinos (as) pelo episódio lamentável ocorrido em nossa cidade, no último sábado (25). As acusações dirigidas a mim pelo Collor, não me atingem por não serem verdades. Pena, um SENADOR, que na oportunidade de aparecer em União dos Palmares não vem mostrando propostas e muito menos trazendo algo de positivo para minha cidade. Ele resolveu aparecer da pior forma, detratando pessoas e manifestando-se no palanque de meu adversário de uma maneira bem peculiar, que em outro lugar seria convidado para um exame antidoping, ele agiu de má fé, como é lembrado por todos o fato de sua manifestação no Senado há alguns meses em frente ao Senador Pedro Simon, levando Alagoas novamente às manchetes nacionais por ter um senador que não tem um comportamento saudável por onde anda.

A população de União sabe quem estava na cidade no momento da catástrofe, e sabe também quem são os aproveitadores que só aparecem de helicóptero nos momentos programados para tirar foto afim de auto se promover. União não precisa desse tipo de espetáculo. Aprendi desde cedo que a agressão é a arma de quem não tem serviço prestado ou de quem só tem desserviço, nesse caso o Estado de Alagoas e à NAÇÃO”.

LEWANDOWSKI
Não cometerei a ligeireza de dizer que o ministro Lawandowski é um jurista “polaco”. Nunca li nada de sua lavra, um livro, uma tese, um artigo.
Mas ando com medo de que no julgamento do Mensalão ele se revele um jurista da comadre de São Bernardo, mais a serviço de Lula e do PT do que a serviço da Constituição, como Chico Campos era a serviço de Vargas (Sebastião Nery).


quinta-feira, 30 de agosto de 2012


Thomaz Nonô desautoriza críticas  de Jeferson Morais

Candidato será advertido de que sua postura não condiz com a conduta do  partido

O vice-governador José Thomaz Nonô, que se encontra em viagem  ao  Estado de Minas Gerais, foi surpreendido com as declarações do candidato do seu partido (DEM) a prefeito de Maceió, Jeferson Morais, com críticas ao também candidato Rui Palmeira (PSDB) que tem o apoio do governador Teotônio Vilela Filho e de outros partidos da base governista.

José Thomaz Nonô não apenas se disse surpreso, mas desautorizou as palavras ensandecidas de um candidato despreparado para o exercício da prática política civilizada e que nos arroubos de aparecer ataca gratuitamente e com irresponsabilidade um político com história honrada e uma trajetória construída com idéias e ações efetivas de quem tem caráter e respeito à coisa pública.

O vice-governador que chega amanhã a Maceió terá uma conversa com o candidato Jeferson Morais quando lhe advertirá que “essa não é a tônica a ser adotada pelo seu partido na campanha eleitoral”. As declarações de Morais colocaram Nonô em uma situação embaraçosa dentro do Palácio do Governo, dada a sua condição não apenas de vice-governador, mas também das ligações pessoais com o Teotônio Vilela e grande parte de sua equipe que também deu demonstrações de constrangimento pelos impropérios do candidato democrata.

Esta tarde uma fonte a maior confiabilidade palaciana me adiantava que: “temos a convicção que se o Jeferson Morais insistir nessa linha irresponsável de agredir Rui Palmeira não contará com o apoio do seu partido e especialmente do vice-governador José Thomaz Nonô”.

Imprensa destaca posição equilibrada de Rui Palmeira

Em matéria publicada hoje o site Cada Minuto ouviu o candidato Rui Palmeira que disse preferir não polemizar o assunto. - “Em conversa com a imprensa na manhã desta quinta-feira (30), o tucano se mostrou surpreso com a postura do democrata, mas parece que continuará mantendo a posição de não partir para o ataque.

Questionado sobre o porquê de Morais ter agido de forma agressiva, Rui Palmeira acredita que isso seja um reflexo das pesquisas eleitorais que mantêm o candidato do DEM numa posição bem atrás da desejada por ele. “Numa campanha política é comum os candidatos partirem para o ataque contra seus adversários, mas neste caso fica claro de ser uma postura de quem está atrás nas últimas pesquisas”, comentou Palmeira, acrescentando que nos últimos dias vem observando um crescimento do eleitorado em apoio à sua candidatura.

E quem esperava que a resposta viesse à altura se enganou. Rui Palmeira garante que, sobre o assunto, não irá polemizar, afirmando que nenhum ataque será rebatido por ele ou sua assessoria. “Quero fazer uma campanha onde apresentarei os problemas de Maceió e as propostas que tenho para melhorar nossa cidade”.

Jeferson Morais e o caminho dos bobos


Com uma campanha apática, sem uma mensagem objetiva e nenhum crescimento nas intenções de votos o candidato do DEM, Jeferson Morais, que está mais para repórter do “mundo cão” do que para a política, na desesperança de um provável crescimento recebe uma irresponsável orientação de seus marqueteiros burros e agora resolve “atirar em todas as direções” num gesto tresloucado e que beira a insanidade de uma comunicação com o eleitorado.

O candidato democrata não tem uma história política sustentável que possa contar. Entrou como alguns pela oportunidade que a mídia lhe favoreceu com sua participação em programas policiais de cunho apelativo e de moral sensacionalista de terceira categoria. No desempenho de um medíocre mandato de deputado estadual não tem nenhuma contribuição efetiva para o Estado e sua atuação na Assembléia se resume em falácias equivocadas sobre questões se segurança pública que ele finge entender.

Como terceiro colocado e com a concreta possibilidade de ver cair os números de sua preferência para a candidata Rosinha da Adefal optou para atacar justamente quem não deveria. O alvo de suas críticas desequilibradas, o candidato Rui Palmeira, por sua história de vida diferente de Morais, está imune a virulências cafajestes e ataques desesperados dos que não nasceram para brilhar.

Está equivocado ao escolher um adversário que se encontra anos além de sua capacidade eleitoral ou pessoal. Ao entrar no jogo marcado por profissionais incompetentes e políticos frustrados que fazem o seu entorno, segue o rumo do seu parceiro Cícero Almeida, que por serem iguais caminham na mesma direção.

Fala-se que em seu desequilíbrio imagina-se disputando a prefeitura com o primeiro colocado Rui Palmeira. Outro erro grosseiro e primário. Pelo andar da carruagem a deputada Rosinha da Adefal caminha para tirá-lo da terceira colocação. Depois contar com a impugnação de Ronaldo Lessa é dar um tiro no escuro, pois seu caso ainda será julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral, com chances reais de que sua candidatura seja validada.

Jeferson Morais pensa errado, pois não soube calcular o tamanho do seu cacife, ouviu quem não deveria ouvir e encantou-se com um poder ao qual nunca esteve preparado para chegar. Se continuar nessa direção vai amargar a derrota dos ridículos e abobalhados. Precisa e deve freqüentar umas aulas de “teoria e prática política” e trocar urgente a equipe que toca sua campanha.

terça-feira, 28 de agosto de 2012


Vote limpo

O Tribunal Superior Eleitoral iniciou a publicação de uma série de institucionais com o objetivo de conscientizar o eleitor brasileiro a votar melhor.

No dia em que começou para valer a campanha eleitoral em 5.566 municípios, o Tribunal Superior Eleitoral, sob o comando da ministra Cármen Lúcia, colocou no ar, no rádio e na TV, sua campanha de esclarecimento do eleitor. O mote, este ano, é "Voto limpo", para aproveitar a aprovação da Lei da Ficha Limpa. Um dos filmetes traz um mecânico que limpa as mãos sujas de graxa, dizendo: "Tem gente que acha que todo político é igual, que todos são sujos. Eu penso diferente. Tem muito candidato bem intencionado. É só procurar."

As inserções da TSE nos faz refletir sobre o enorme risco de votar errado pois as consequências são muito danosas para o nosso municípios, nossas famílias e toda a sociedade.

No dia do lançamento da campanha o prefeito de Maceió, Cicero Almeida, aparece como um exemplo de mau político.

Numa ação por improbidade administrativa o Ministério Público Federal (MPF) em Alagoas pretende recuperar cerca de R$ 3 milhões em recursos desviados dos cofres públicos Se condenado, Almeida vai perder a função pública e terá os direitos políticos suspensos por até oito anos.

De acordo com a ação, ajuizada pelo procurador da República Anselmo Henrique Lopes Cordeiro, o prefeito e outros participantes do esquema desviaram dinheiro público destinado à aquisição de um veículo para laboratório móvel de informática, em 2005.

A forma utilizada pelos réus para o desvio lembra bastante a da intitulada Máfia das Sanguessugas, escândalo de corrupção bastante noticiado a partir de 2006, em que foi descoberta uma quadrilha que agia em diversos estados e que tinha como objetivo desviar dinheiro público para a compra de unidades móveis de saúde – as ambulâncias – utilizando, entre outros meios, de “cartas de exclusividade” para garantir de forma fraudulenta a dispensa de licitações. Pesa ainda contra o prefeito de Maceió robusta e recheada de provas outra grave acusação de envolvimento na “Máfia do Lixo” que teria desviado milhões dos cofres da da administração. O promotor autor da ação Marcus Rômulo em trabalho minucioso durante três anos reuniu provas e documentos que comprovam o envolvimento direto do prefeito em atos criminosos.

Já o candidato de Cicero Almeida a prefeito de Maceió, o ex-governador Ronaldo Lessa pesa sobre ele também gravíssimas acusações de improbidade administrativa, fraude em licitações, peculato e corrupção. Diante da evidencia de sua culpa a Justiça bloqueou seus bens e em breve será julgado podendo também perder a função pública que venha a ocupar e ficar inelegível por um longo período. Várias ações tramitam na Justiça contra o candidato do chapão que provavelmente será incluído na lista dos “fichas sujas” contra os quais se concentra a campanha do TSE que alerta para que o eleitor tenha a consciência de que “nem todo candidato tem mãos sujas”, mas os que possuem essa marca negativa não devem ser votados. O voto de cada um vai determinar a eliminação de políticos corruptos da vida pública de Alagoas.

Lessa impugnado e ferrado

O pleno do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE) decidiu manter a decisão do juiz Erick Costa Oliveira, da 1ª Zona Eleitoral de Maceió, que indeferiu, no final do mês de julho, o pedido de registro de candidatura ao cargo de prefeito de Maceió formulado pelo candidato Ronaldo Augusto Lessa dos Santos (PDT). Para o magistrado, Lessa não havia preenchido a condição de elegibilidade, já que não havia comprovado a situação de quitação eleitoral no ato do registro. Chamou a atenção os votos que mantiveram a impugnação do candidato do Chapão de autoria do juiz federal Frederico Wildson Dantas acompanhado pelos ilustres magistrados José Carlos Malta Marques, José Cicero Alves e a desembargadora Elisabeth Carvalho, vice-presidente da Corte Eleitoral que em seu brilhante e equilibrado voto ressaltou que “Lessa conhecia os prazos da Justiça, já que não é a primeira vez que participa de um pleito”. Existe ainda um caminho de pedras a ser seguido por Ronaldo Lessa com a marca evidente da impugnação de sua candidatura. Como em eleições anteriores terá contra ele a grande dúvida do eleitor: pode ser eleito e não tomar posse. Então por que jogar fora um voto? Por que votar sujo? Por que prejudicar sua cidade e sua família?

Plano B é realidade

Eles insistem em desmentir principalmente os mais próximos a Ronaldo Lessa A fonte que esta semana me revelou a história me advertiu: “ Se você pelo menos insinuar que ouviu de mim direi que é mentira e nunca mais lhe farei qualquer revelação”. É uma fonte preciosa e com suas informações tenho dado alguns furos na coluna. Por sua posição de “cardeal” sinto-me privilegiado em contar com suas valiosas confidências há vários anos. Foi ele que me assegurou: “A situação de Lessa é delicada e não sei até quando é válido lhe oferecer sustentação. Temos sim um plano B gestado e acolhido por consenso no Chapão. Temos nomes para concorrer e ganhar a eleição. Lessa não é nada insubstituível “. Pronto revelei o milagre, mas não o “santo”.

Roberto Villanova sobre o Plano B

A situação de Lessa é um problema e, embora a oposição não queira tratar publicamente do assunto, o “plano B” já deve estar elaborado porque se se repetir a dança do pode e não pode (ser candidato), Lessa corre o risco de ser novamente derrotado pela idiossincrasia do eleitor – que não vota sob o risco de perder o voto.

Mas, como seria esse “plano B”? Ou melhor: o eleitor está disposto a entender a diferença entre berimbau e gaita ou já se definiu por outro instrumento?

Lessa reage com veemência às insinuações sobre o “plano B”. Mas, se o TSE demorar a decidir, como demorou em 2010, a história fatalmente vai se repetir.

Em forma de tragédia, claro. (Site Cada Minuto)

Ricardo Mota sobre o Plano B

“Os líderes dos partidos que formam o Chapão se reúnem para decidir o que fazer após a decisão do Tribunal Regional Eleitoral.

Todos avaliam que a situação é grave: já são duas decisões judiciais contrárias ao pedido de registro da candidatura de Lessa – pelo motivo bastante conhecido, nem por isso menos surpreendente.

Mas há prejuízos imediatos à campanha: seja do ponto de vista do ânimo do entorno, dos candidatos a vereador e da própria equipe, além de aumentar as dificuldades de financiamento – já enfrentadas por todos os comitês. Uns mais, outros menos.

É evidente que surgem alguns nomes, discretamente, como possíveis substitutos de Lessa – Não necessariamente nesta ordem, Collor, Mosart Amaral e Judson Cabral são os mais lembrados”. ( Site Tudo na Hora).

Recados recebidos

Das inúmeras mensagens recebidas de leitores da coluna esta semana publico duas e continuarei fazendo nas próximas edições até a semana da eleição. São mensagens espontâneas, verdadeiras de pessoas preocupadas com o destino de Maceió ou de Alagoas.

De um importante empresário do setor de turismo veio o seguinte depoimento: - “ Pedro. Li com atenção de sempre seu arretado artigo sobre o Rui Palmeira. Conquistou meu voto e alguns aqui em casa que estavam indecisos. O único problema são as pessoas que cercam o Rui, mas sei que ele saberá administrar essa questão. Deus o proteja”.

Outra mensagem veio de uma servidora da Prefeitura de Maceió que por motivos óbvios pediu para não ser identificada: - “Amigo Pedro... (permita-me falar assim: Amigo Pedro)... encontrei nosso futuro prefeito Rui Palmeira na orla domingo... tietei... ia passando no carro pedi para meu companheiro diminuir... o chamei rapidinho e ele veio... que simpatia... que carisma... agora é aguardar o grande dia. Bom dia Amigo... que Deus o "inspire" sempre... Um abração.

Em defesa do Sistema S O Brasil inteiro, (principalmente aqueles setores que produzem, formam e criam milhões de oportunidades de ...