segunda-feira, 6 de maio de 2013


Para refletir “Cansados de décadas de escândalos nos quais os malfeitores pareciam agir com impunidade, os brasileiros estão de repente tendo o ousadia de esperar que a antiga prática de negociatas no pais pode finalmente estar mudando” ´( The Washington Post – sobre o julgamento do Mensalão).

Sindicatos: em busca do melhor. Para eles

 Dá para contar nos dedos das mãos os sindicatos no país que cuidam  dos interesses de sua categoria como deveria ser ou  da valorização da profissão, da qualidade do serviço ofertado  sob a responsabilidade da categoria e que tenha um mínimo de ação voltada para o interesse público.  A sua grande maioria vive de greves inócuas, conchavo políticos, muito dinheiro e uma partidarização imoral e ilegal.

Chega-se a conclusão que sindicalismo hoje é “um bom negócio” e já tornou muita gente rica principalmente nos últimos anos. Para se ter uma ideia  da farra sindical implantada na “república petista” apenas nos últimos oito anos foram criados no Brasil mais de 250 sindicatos por ano. De 2005 para cá, 2050 sindicatos surgiram no país, somando 15.007. Somente nestes primeiros meses de 2013, já nasceram 57 novos sindicatos. E algumas dessas entidades são criadas apenas para arrecadar a contribuição obrigatória, admite o próprio presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas. Esses sindicatos movimentam pelo menos R$ 2,4 bilhões, valor do imposto obrigatório em 2011, segundo o Ministério do Trabalho. Nesse universo, um consenso se fecha: a reforma sindical é mais prioritária que a trabalhista. Sindicalistas e juristas afirmam que a falta de liberdade para escolher quem vai representar o trabalhador, de comissões em locais de trabalho e a contribuição compulsória ainda deixam o país no século passado, mantendo na lei um entulho autoritário, da ditadura de Vargas, já que os sindicatos precisam da autorização do Ministério do Trabalho para existir. O controle sindical permitiu conter os conflitos em épocas de exceção. Mesmo com o avanço no número de sindicatos, a quantidade de trabalhadores sindicalizados tem caído. Hoje, são 16 milhões de trabalhadores associados a sindicatos, ou 17,2% dos ocupados, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), de 2011, do IBGE. . Entre os sindicatos, 10.167 são de trabalhadores e 4.840, patronais. 'Existe sindicato que não existe' Em fevereiro, o então ministro Brizola Neto fez uma campanha contra sindicatos de fachada. Na época foram suspensos 862 entidades das 940 consideradas irregulares. Números levantados em congressos sindicais recentes mostram que cerca de três mil sindicatos nunca participaram de uma negociação coletiva. O ministério não confirma o número de três mil sindicatos e diz que está fazendo o levantamento de quantos nunca participaram de negociações coletivas. Freitas, da CUT, tomou conhecimento, citando fontes do próprio ministério, desse montante de sindicatos sem atuação. - São sindicatos de cartório, criados só para arrecadar, fruto da contribuição compulsória. O procurador chefe do Ministério Público do Trabalho, Luis Camargo, diz que as leis que regem a atividade sindical são anacrônicas e atrasadas. E a unicidade sindical, que permite a criação de um sindicato por município para cada categoria, acaba provocando a abertura de mais entidades.

Aqui mesmo em Alagoas a representatividade sindical em sua maioria não merece credibilidade alguma. A começar pela CUT por suas ligações suspeitas com o Partido dos Trabalhadores. Nunca é levado em conta o interesse coletivo, mas apenas a barganha política de esgoto e interesses puramente fisiológicos. Greves são sempre as do “queremos mais”  e a comunidade que se dane. Professores fazem greve em busca de melhores salários e as escolas fecham prejudicando milhares de jovens e crianças, os médicos protestam pelo mesmo motivo e a população fica sem atendimento já precário e deficiente.

A reforma sindical tem ser  pensada com urgência para que se possa alinhar e regulamentar as ações dessas entidades, proibir a escabrosa vinculação partidária e estancar com a aberração do financiamento com milhões do dinheiro público para sustentar e enriquecer vagabundos travestidos de lideranças.

Mais um craque com Collor

A Organização Arnon de Mello, mais especificamente a TV MAR acaba de receber seu novo diretor executivo. Trata-se do experiente Luciano Góes que chega com carta branca para deslanchar a emissora de televisão que se agregou ao grupo. Com uma história de sucesso na comunicação, inclusive na própria Gazeta, entende do riscado e sabe como poucos como alcançar metas e enfrentar dificuldades.

Chegou para se juntar a dois competentes profissionais: Joaldo Cavalcante e Marcelo Firmino que já haviam sido convocados pelo senador Fernando Collor para comandar áreas estratégicas de seus veículos de comunicação.

O reforço da equipe com os melhores nomes do mercado dá a entender que Collor quer formar uma “seleção imbatível”.

Imprensa livre como deve ser

O ministro das Comunicações, Paulo Bernardes, participando de uma reunião esta semana na Fundação Perseu Abramo e falando sobre o controle da imprensa, foi incisivo: “nenhuma proposta que ameace a liberdade de expressão será apoiada pelo governo Dilma Rousseff. O projeto de Franklin Martins está enterrado”.

O ex- ministro de Lula, outro pilantra, buscou sempre uma maneira de cercear os meios de comunicação. Dirigentes petistas que estavam na palestra criticaram o ministro e ainda o acusaram ter mais afinidade com as grandes redes da TV do que com o partido. Ele respondeu que apenas cumpre com a orientação da presidente. Se não estiver mentindo é uma boa noticia para a democrática liberdade de imprensa e muito ruim para os “petralhas”.

Um juiz equivocado

Há de se reconhecer que o juiz Fernando Maciel não tem  sido lá muito feliz em suas incursões no plenário do Tribunal Regional Eleitoral. Há dias passados foi chamado a atenção pela desembargadora Elisabeth Carvalho. Agora surpreende a todos quando manda retornar ao cargo um prefeito  cujo afastamento pelo juiz da comarca deu-se por  provas  de burla à Lei Eleitoral na última eleição, inclusive com uma deslavada e desrespeitosa compra de votos. Tem o juiz do TRE uma opinião muito estranha; “Não consigo dissociar o mandato pessoal dos eleitos com o direito de seus eleitores, que, por maioria, escolheram os réus como seus representantes políticos máximos da municipalidade. Assim, há um direito da maioria da população em ser governada por seus escolhidos, devendo ser atribuída a esta vontade a presunção de liberdade de escolha e legitimidade nesta escolha”.

Traduzindo: o cara pode atropelar a lei, comprar votos, cometer tudo o que é de crime, mas se tem a maioria dos votos ai já se presume sua “inocência”. Está lendo o Código Eleitoral de cabeça para baixo.

Uma bancada pobre

Com toda certeza não temos nada para nos orgulhar de nossa bancada federal no Congresso Nacional. Com raras exceções há uma inexpressividade gritante  de Alagoas em Brasília e isto é muito ruim. Na maioria das vezes que aparecemos é sempre em mídia negativa e nos expondo vergonhosamente ao país. Para não cometer injustiça não vou citar nomes até porque os que lá estão foram legitimamente eleitos pelos alagoanos que a cada eleição repetem o equivoco de escolhas esdrúxulas. Mas juro que tentei, com toda boa vontade, e só achei três nomes para destacar.  No resto há de tudo: processados, indiciados e aqueles que não servem mesmo para nada. Não fará falta se diminuir de tamanho.


Propinas no Minha Casa Minha Vida

Onde tem o dedo do PT tem cheiro de corrupção

Pequenos construtores subcontratados para tocar obras do Minha Casa Minha Vida (MCMV) em municípios com menos de 50 mil habitantes revelam que só conseguiam entrar no programa se pagassem propina à empresa RCA Assessoria. Segundo empresários ouvidos pela imprensa a empresa montada por ex-funcionários do Ministério das Cidades cobrava das empreiteiras uma taxa que variava de 10% a 32% do valor do imóvel construído. Em alguns casos, o pedágio teria inviabilizado o trabalho e as obras acabaram sendo abandonadas. Apesar das declarações dos empreiteiros, a RCA nega cobrar qualquer taxa das construtoras. Uma das empresas repassou mais de R$ 500 mil para a RCA.

Os recursos para as obras são liberados pelo Ministério das Cidades para o banco Luso Brasileiro, e a RCA atua como correspondente bancária da instituição. Amaral relata que questionou o Luso Brasileiro sobre a cobrança indevida do pedágio, já que o banco era o responsável pelo repasse do dinheiro público. Segundo ele, a resposta foi que o banco não cobrava nada e que ele pagava o dinheiro porque queria. Será que eles imaginam que todos nós acreditamos em Papal Noel?

segunda-feira, 29 de abril de 2013


 Para refletir Abaixo a política assistencialista com sua hipocrisia podre e egoísta, política insana que sobrevive da famigerada miséria de seu povo!

 Sobre Aldo Rebelo

O ministro comunista-carreirista que se diz nacionalista

Li um magnífico texto do veterano e competente jornalista Hélio Fernandes sobre a figura do alagoano/paulista Aldo Rebelo  na Tribuna da Imprensa. Vale a pena conferir alguns trechos. “A  FIFA é arrogante, prepotente e insolente. Mas as autoridades que representam (?) o Brasil e negociam com ela, no mínimo subservientes. Desde que o secretário-geral Jerome Valke agrediu o Brasil e os brasileiros com aquela frase que nem quero repetir, deveria ser proibido de voltar ao Brasil. O senhor Blatter que viesse ou mandasse alguém, mas não aquele.

Com a nossa submissão e omissão diante de tudo o que a Fifa vai mandando ou determinando, a vergonha vai aumentando, as exigências, fora de qualquer compreensão. Não tendo sido proibido ou expulso, Valke (a mando de Blatter e dele mesmo) vai tripudiando. Exige que se retire do estádio de Brasília o nome de Mané Garrincha. Sabendo que ele é sem dúvida o ídolo popular maior do nosso futebol, quiseram atingir os torcedores de todos os clubes que têm Mané Garrincha como referência e admiração maior.

O ministro não tocou no assunto, tratar do nome de um estádio foge à responsabilidade ou à altura do interesse ministerial. Também desconheceu completamente da proibição das baianas venderem acarajé, outra humilhação da FIFA. Novamente: um ministro de Estado, e ainda mais da sua altura e autoridade, tratar de acarajé? .

Mas a frustração, a decepção, a omissão não demoraram. O ministro não tratou do estádio Mané Garrincha e da proibição da venda de acarajé, por serem menores. Fugiu do confronto sobre a mais espantosa questão do superfaturamento dos estádios, logicamente por serem maiores. E não só fugiu de condenar os crimes financeiros, como defendeu e justificou quase todos eles. Incrível mas rigorosamente verdadeiro. Esqueceu que o Engenhão, orçado  inicialmente em 60 milhões, ficou em 380 milhões.

Nem uma palavra a respeito do risco de vida imposto a esses torcedores, que não sabiam que poderia haver uma tragédia com ventos de 63 quilômetros por hora, que tentaram aumentar para 115. Também não fez restrições ao prefeito Eduardo Paes, que engavetou o contrato com a empreiteira durante cinco anos, para que houvesse a prescrição da garantia. E a sua irresponsabilidade livrasse a empreiteira da responsabilidade.

Sobre o Maracanã o mesmo comportamento. Não criticou o gasto de 1 bilhão e 200 milhões nas duas últimas reformas. Quase um bilhão na obra para a Copa do Mundo. Não falou sobre a destruição dos estádios Julio Delamare (natação) nem o Celio de Barros, esses pelo menos não pedido ou exigidos pela Fifa. Decisão lamentável de Sergio Cabral.

Aldo Rebelo não falou dos 400 milhões para o estádio do Corinthians, que virão do generoso BNDES. Banco do Brasil e Caixa Econômica examinaram o financiamento, que foi recusado. Também não negou ou confirmou o que todos já sabem: depois da Copa do Mundo (2014), o estádio terá que fazer novas obras para a Olimpíada (2016).

Em suma: não há suma para a participação do ministro, a não ser quando seu interesse pessoal e carreirista está em jogo.

Quando Fernando Gabeira, com um grito, derrubou Severino Cavalcanti da presidência da Câmara Federal, Aldo Rebelo pulou o alambrado, já estava substituindo Severino no terceiro cargo mais importante da República.

Seu camarada Orlando Silva era ministro do Esporte, foi flagrado em graves irregularidades, teve que sair, Aldo Rebelo nem teve que pular o alambrado, já estava do lado de lá, assumiu.

E esse Ministério está acima de demissão. Como demitir um ministro do Esporte às vésperas da Copa das Confederações, da Copa do Mundo, da Olimpíada? Tudo isso acaba no fim de 2016, início de 2017.

Doutor Aldo pode ficar até 2018/19, com Dona Dilma. Com ligeira saída em 2014 (deixando outro camarada guardando o lugar) para se reeleger deputado. Embora não tenha muito voto. Em 2010 quase não consegue o mandato.

Se o ministro inocentou (e aplaudiu indiretamente) Cesar Maia, Paes e Cabral, quem defenderá o interesse nacional?

E se a cobertura do Maracanã desabar a sobre a cabeça de 79 mil pessoas?

O inusitado alagoano

Em Alagoas tudo pode acontecer principalmente em nossa política nada convencional. Duas vozes se levantaram esta semana na Assembléia Legislativa para bradar sobre dois assuntos extremamente delicados: “moral e violência”. O deputado Olavo Calheiros foi o autor da fala sobre moral e o seu colega João Beltrão fez críticas contundentes sobre a violência no Estado. Ambos na verdade não estão lá muito credenciados para abordar os respectivos temas. Mas aqui é assim mesmo: vale tudo.

Pousando do que não é

O senador Benedito de Lira, que em minha modesta opinião não tem destino nem vocação para disputar o cargo de governador  insiste e quer a todo custo entrar para a disputa mesmo rejeitado pela maioria dos caciques que comandam os maiores partidos políticos. Sua candidatura inócua atrapalha o governador e contraria a formação de um bloco capaz de ganhar a eleição para Governo e Senado. Ganhou um mandato de oito anos de graça e não satisfeito quer mais. É bom que saiba que o mundo não é apenas dos “espertinhos”.

Piranhas sofrendo

Estive esta semana em Piranhas uma das mais belas cidades de Alagoas. Conversei com pessoas nas ruas, no Centro Histórico e também ouvi lideranças comunitárias locais e empresários. Há uma evidente insatisfação com relação a Administração Municipal  do prefeito atual. Promessas não cumpridas, caos nos setores de Educação, Saúde e Assistência Social e falta de respeito ao servidor público. Ao que parece a população está se sentindo enganada e muitos já mostram claramente o arrependimento pelo voto equivocado.

O padre a caminho

Passando por Delmiro Gouveia também constatei uma efervescência muito grande nos setores políticos e a expectativa em relação ao afastamento do prefeito Lula Cabeleira que ao que tudo indica não voltará ao cargo.

Na cidade só se fala em novas eleições e pelo que pude observar há quase uma unanimidade em torno do nome do padre Eraldo, que ficou em segundo lugar na disputa com Cabeleira e com uma pequena diferença.

Conversei com o padre que assegura ser candidato caso a Justiça decida por novo pleito. Vai entrar pra ganhar.

Em pé de guerra

A situação é mais grave do que se imagina em Palmeira dos Índios por causa da questão da história da demarcação das “ terras indígenas”. Tudo feito com embromação , sem conhecimento e sem o menor critério . É uma longa e mal contada história que envolve centenas de famílias que há anos tem a posse e produz com o suor de gerações o sustento e o desenvolvimento agrícola no município. Quem conhece de perto a população indígena pode até reconhecer alguns de seus direitos, mas também sabe que se são irresponsáveis e não cuidam das terras que hoje possuem , imaginem com a imensidão que os equívocos burocráticos poderão lhes assegurar. Há uma reação indignada também da população urbana em solidariedade aos conterrâneos ameaçados. As autoridades locais precisam ter muito cuidado com o desdobramento dessa história que poderá terminar em confronto de consequências imprevisíveis.

Collor defende parlamentarismo

O senador Fernando Collor falou esta semana para uma plateia de cerca de mil pessoas na cidade de Cascavel, no Paraná. Abordou o tema “Economia Globalizada” e defendeu de forma direta o parlamentarismo como sistema de governo ideal para o Brasil, citando como exemplo a Itália, onde, na sua avaliação, tudo funciona normalmente, mesmo quando o país fica, durante meses, sem um primeiro ministro.

Collor ressaltou  a importância dos partidos políticos atuantes e fortalecidos, na sustentação da democracia, mas observou que há, hoje, no Brasil, um excesso de agremiações com pouca ou nenhuma coerência ideológica. O senador alagoano foi muito aplaudido e recebeu homenagens na ocasião

terça-feira, 23 de abril de 2013


Arapiraca recebe projeto de capacitação de servidores estaduais

Servidores públicos do Estado terão cinco dias de capacitação na cidade de Arapiraca atendendo a região Agreste



Começou na segunda feira (22) na cidade de Arapiraca mais um módulo do Projeto Escola de Administração realizado pela Secretaria de Estado da Gestão Pública através da Escola de Governo e do Instituto Cidadão, com o objetivo de promover a capacitação e o aperfeiçoamento para servidores públicos da região Agreste.

O programa que obteve muita aceitação nos anos de 2011 e 2012, capacitando mais de 2.000 servidores, recebeu grande número de solicitações e está voltando com nova grade de disciplinas para oferecer aos seus participantes.


Este o ano a nova fase do programa teve inicio na região de São Miguel dos Campos com uma programação que aconteceu durante toda a semana passada.  O evento que reúniu servidores dos diversos órgãos do Estado foi s realizado no auditório da Prefeitura Municipal e  teve como tema A INOVAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA” com 40 horas/aula abordando as disciplinas: Redação Oficial e Atualização Ortográfica; Comunicação Assertiva no Trabalho e Ética no Serviço Público; Gestão de Conflitos e Mudanças  e Gestão Eficaz do Tempo; Desenvolvimento de Equipe  e Liderança  (Pró Atividade);Atualização Técnica e Procedimentos  Administrativos da Perícia Médica.


O programa denominado PROJETO ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA  III buscadesenvolver ações de forma integral e abrangente e tem como objetivos primordiais promover o desenvolvimento institucional, a política de gestão de pessoas e o aperfeiçoamento dos serviços prestados a comunidade e garantir: o desenvolvimento do servidor, propiciando ampla reflexão acerca da missão da Instituição e do seu papel enquanto profissional, da sociedade em que vive e atua e sobre os caminhos de construção da cidadania; a capacitação do servidor para o exercício das atividades de forma convergente com a missão da Instituição; o aprimoramento e inovação dos processos de trabalho e assimilação de novas linguagens e tecnologia e o desenvolvimento dos servidores visando a melhoria dos serviços prestados e ao cumprimento de seus compromissos sociais, fundamentados em sólidos valores morais e democráticos. 


Projeto Escola de Administração Pública é gerenciado pela Escola de Governo de Alagoas e as ações pedagógicas são desenvolvidas por instrutores e facilitadores do Instituto Brasileiro de Municipalismo, Cidadania e Gestão – INSTITUTO CIDADÃO.

Nessa terceira etapa Projeto Escola de Administração Pública, além de São Miguel dos Campos e Arapiraca percorrerá as Regiões Administrativas de Palmeira dos Índios, Piranhas, Delmiro Gouveia, Porto Calvo, União dos Palmares, Viçosas e Penedo devendo se estender até o mês  de  Dezembro.


O secretario de Gestão Pública, Alexandre Lages, destaca a importância e os resultados obtidos com a realização do projeto Escola de Administração Pública e os benefícios trazidos para o aperfeiçoamento e melhoria das atividades de interesse público. “A prova inconteste de que este projeto deu certo é o grande número de solicitações para sua atuação em várias cidades do interior e também em Maceió” – destaca o gestor.

Fonte: Ascom/Instituto Cidadão

Cronograma do Projeto Escola de Administração Pública para 2013

MÊS
PERÍODO
TURMA
LOCAL
        ABRIL
8 à 12
A e B
São Miguel dos Campos
ABRIL
22 à 26
A e B
Arapiraca
MAIO
13 à 17
A e B
Piranhas
JUNHO
10 à 14
A e B
Delmiro Gouveia
JULHO
8 à 12
A e B
Palmeira dos Índios
AGOSTO
5 à 9         
A e B           
Porto Calvo
19 à 23
A e B
União dos Palmares
SETEMBRO
9  à 13
A e B
Viçosa
OUTUBRO
7 à 11
A e B
Penedo
NOVEMBRO
4 à 8
A e B
Arapiraca

sexta-feira, 19 de abril de 2013


Para refletir: A imprensa só pode ser controlada por ela mesma, só pode ser avaliada criticamente por ela, assim como ocorreu com o Judiciário a partir da criação do CNJ, ou por meio de controle difuso do consumidor da informação”. ( Ayres Britto, ex-presidente do STF).


O afrontoso interesse da marginalidade

Uma pergunta que deve ser feita por todo cidadão brasileiro: a quem interessa que seja retirado o direito de investigar do Ministério Público? Diante do fracasso das instituições públicas, da incompetência e da falta de preparo para atuar com eficiência foi o MP que se transformou no guardião dos interesses da sociedade e da defesa do patrimônio público.

O Plenário da Câmara Federal deve votar a Proposta de Emenda à Constituição nº 37. O projeto, conhecido como PEC da Impunidade, pretende tirar o poder de investigação criminal dos Ministérios Públicos Estaduais e Federal, modificando a Constituição Brasileira. Na prática, se aprovada, a emenda praticamente inviabilizará investigações contra o crime organizado, desvio de verbas, corrupção, abusos cometidos por agentes do Estado e violações de direitos humanos. Os grandes escândalos sempre foram investigados e denunciados pelo Ministério Público, que atua em defesa da cidadania de forma independente. A PEC 37 atenta contra o regime democrático, a cidadania e o Estado de Direito.

Vejam que aberração: Em todo o mundo, apenas três países vedam a investigação do MP: Quênia, Indonésia e Uganda.

Esta semana o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, fez críticas à proposta afirmando : “Acho péssimo. A sociedade brasileira não merece uma coisa dessas.

Com repercussão e indignação em todo o país os sete conselheiros do Tribunal de Contas do Estado do Amazonas (TCE-AM), em nota de apoio ao Ministério Público, se manifestaram oficialmente, esta semana, contra a possível aprovação da Proposta de Emenda à Constituição.

Na nota assinada, os conselheiros amazonenses repudiaram a PEC 37, que, segundo eles, pretende restringir alguns poderes originalmente concedidos pelo Poder Constituinte ao MP, limitando sua atuação.Em seu discurso, presidente do TCE-AM, Érico Desterro, disse que a PEC é uma afronta ao Ministério Público e à sociedade. “Os conselheiros não só se solidarizam como repudiam essa tentativa de afrontar o poder do Ministério Público, que é uma instituição tida na mais alta conta pela sociedade”.

Casos emblemáticos de corrupção só foram desvendados após investigação, processo e denúncia do Ministério Público. O  exemplo está no julgamento do Mensalão (o maior escândalo de corrupção da história do país) com a condenação de agentes públicos que roubaram milhões. Não fosse a ação eficiente de promotores e procuradores o caso passaria em branco como tantos outros. Prisões como do deputado Paulo Maluf, o juiz Nicolau, governadores, deputados, prefeitos, ministros, desembargadores e outras autoridades envolvidas com corrupção não teriam acontecido sem a investigação do Ministério Público.

Aqui mesmo em Alagoas políticos importantes só começaram a ir para  cadeia (mesmo sendo logo liberados pela Justiça)  com a criação e a ação rigorosa  do GECOC , formado pela nata do MP e em cujos exercícios de suas funções o interesse público está acima de tudo. Bandidos de colarinho branco, políticos envolvidos com improbidade administrativa são perseguidos implacavelmente e denunciados. Os larápios do dinheiro público passaram a temer os tentáculos daqueles que de fato investigam, colhem provas e os denunciam.
É preciso  uma reação da sociedade em  defesa da sua cidadania, pois apenas a bandidagem defende o cerceamento das ações do Ministério Público e não podemos deixar que o mal prevaleça sobre o bem.

O jeito Nonô de ser

Ele sempre foi assim e não iria mudar agora. Além de um político sério, um homem público probo leva uma vantagem diante demais: é inteligente. E tem uma característica: não deixa nada sem resposta o que o torna diferente do tom do próprio governo.

O vice-governador José Thomaz Nonô mandou dizer ao presidente que vai a Assembleia Legislativa para falar aos deputados estaduais sobre o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza de Alagoas (Fecoep), O Conselho de Proteção Ambiental e o andamento das obras de reconstrução das casas para os desabrigados, itens questionados por alguns deputados de oposição.

Com certeza terá a resposta certa e mostrará clareza e transparência aqueles que por não terem o que fazer ficam brincando de legislar.

Agindo como prometido

Aos poucos o prefeito Rui Palmeira vai colocando a máquina nos trilhos com um olho na responsabilidade administrativa e outro nas promessas de campanha. Não é de faltar com sua palavra, mas todos terão que ter paciência, pois ele não frequentou (ao que eu saiba) nenhuma escola de mágicos. Em entrevista esta semana anunciou metas prioritárias e destacou que “A prefeitura tem um projeto para reformar as escolas que estão com estruturas comprometidas”. (não são poucas) Rui Palmeira falou ainda sobre os mais de 40 projetos, de curto e médio prazo, para solucionar o problema do trânsito na capital. Segundo ele, os projetos de curto prazo serão executados logo após a aprovação do orçamento para 2013 e os outros colocados em prática no decorrer do tempo.Tudo acontecerá em seu devido tempo e ai teremos uma nova Maceió, com eficiência, moralidade e legalidade nos atos da administração.

Mídia alagoana negativa

Mais uma vez estivemos em destaque na imprensa nacional. Desta vez o jornal O Estado de São Paulo publicou ampla matéria sobre a situação da Educação alagoana. O governador Teotônio Vilela tem se esforçado, mas parece que seus auxiliares não ajudam.

Em um trecho da matéria do “Estadão” diz: “Na recepção do gabinete do secretário de Educação de Alagoas  um painel na parede anuncia a missão do órgão: "garantir a universalização do acesso à Educação de qualidade, a permanência do aluno na escola e o fortalecimento do sistema estadual de educação, de acordo com as políticas nacionais e estaduais".

A pouco mais de 10 metros dali, na Escola Estadual Maria José Loureiro, a realidade é outra. Com 1.050 alunos, a unidade funciona pela manhã e à tarde. "O turno da noite foi extinto em 2010 por causa da evasão escolar", conta a diretora, Juliana Ferreira de Amorim, Um dos motivos para o sumiço dos alunos, segundo ela, foi a violência. "A gente tem uma série de dificuldades, que vai da baixa renda das famílias à falta comprometimento de alguns professores".

Tá faltando inteligência

A desembargadora Elisabeth Carvalho, presidente do Tribunal Regional Eleitoral, não engoliu bem a ação protelatória do juiz Fernando Maciel que sem motivos plausíveis pediu vistas do processo de cassação do prefeito afastado de Delmiro Gouveia Lula Cabeleira que perdia por 3 x2 na votação em plenário.

Um caso recheados de provas de crime eleitoral, com evidencias de afronta à lei não teria muito que se discutir entre os magistrados eleitorais.

A presidente do TER desabafou na sessão: “É por isso que Alagoas não vai para frente, por causa de pequenas atitudes que geram grandes resultados. Vou refazer o regimento desta Casa. É de causar espanto e dúvidas quanto à inteligência de Vossa Excelência”.

A decisão do juiz de Delmiro Gouveia está calcada nas mais robustas provas de que realmente houve crime eleitoral. E mais: esta não é a única acusação. Vem mais por ai.

Peripécias do ministro Fux

O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu ao advogado Sérgio Bermudes que ele cancelasse o jantar que estava preparando para o magistrado. A festa, que ocorreria no dia 26 no apartamento de 800 metros quadrados do advogado, na zona sul do Rio, estava preparada para reunir políticos e a cúpula do judiciário nacional e do Estado. O evento celebraria os 60 anos de Fux. A divulgação do jantar pela imprensa causou constrangimento no Supremo.

Além de ser bancada pelo advogado, ela ocorreria pouco após o presidente da Corte, Joaquim Barbosa, ter criticado o que considera "conluio" entre juízes e advogados.

Coincidiria também com o julgamento dos recursos dos réus do mensalão, que tentam reduzir suas penas.

O mal-estar foi agravado pela informação de que a filha do ministro, Marianna Fux, 32, é candidata a desembargadora do TJ do Rio.Na festa, ela teria a oportunidade de circular entre potenciais eleitores, já que cabe aos desembargadores do TJ escolher, a partir de uma lista sêxtupla da OAB-RJ, os três nomes que serão apresentados ao governador.

domingo, 14 de abril de 2013

Segesp inicia terceira etapa de capacitação de servidores



Escola de Governo e Instituto Cidadão são responsáveis pela programação de treinamentos para os servidores públicos do Estado



O governo do Estado através da Secretaria de Gestão Pública e da Escola de Governo de Alagoas, deu inicio nesta semana a um novo projeto de capacitação de servidores públicos a exemplo do que ocorreu em 2011e 2012, quando aproximadamente dois mil servidores das diversas regiões administrativas receberam treinamentos em diversas áreas de Gestão Pública.


Neste ano de 2013, a nova fase do programa teve inicio na região da Zona da Mata, com uma programação que aconteceu durante toda esta semana.  O evento que reuniu servidores dos diversos órgãos do Estado e municípios alagoanos está sendo realizado no auditório da Prefeitura Municipal de São Miguel dos Campos e tem como tema: A INOVAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA” com 40 horas/aula abordando as disciplinas: Redação Oficial e Atualização Ortográfica; Comunicação Assertiva no Trabalho e Ética no Serviço Público; Gestão de Conflitos e Mudanças e Gestão Eficaz do Tempo; Desenvolvimento de Equipe e Liderança  (Pró Atividade); Atualização Técnica e Procedimentos  Administrativos da Perícia Médica.


O programa denominado PROJETO ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA III, busca desenvolver ações de forma integral e abrangente e tem como objetivos primordiais promover o desenvolvimento institucional, a política de gestão de pessoas e o aperfeiçoamento dos serviços prestados a comunidade e garantir: o desenvolvimento do servidor, propiciando ampla reflexão acerca da missão da Instituição e do seu papel enquanto profissional, da sociedade em que vive e atua e sobre os caminhos de construção da cidadania; a capacitação do servidor para o exercício das atividades de forma convergente com a missão da Instituição; o aprimoramento e inovação dos processos de trabalho e assimilação de novas linguagens e tecnologia e o desenvolvimento dos servidores visando a melhoria dos serviços prestados e ao cumprimento de seus compromissos sociais, fundamentados em sólidos valores morais e democráticos. 


Projeto Escola de Administração Pública é gerenciado pela Escola de Governo de Alagoas e as ações pedagógicas são desenvolvidas por instrutores e facilitadores do Instituto Brasileiro de Municipalismo, Cidadania e Gestão – INSTITUTO CIDADÃO.


Nesta terceira etapa, o Projeto Escola de Administração Pública, além de São Miguel dos Campos, percorrerá as Regiões Administrativas Arapiraca, Palmeira dos Índios, Piranhas, Mata Grande, Porto Calvo, União dos Palmares, Viçosa e Penedo devendo se estender até o mês de novembro.


A superintendente da Escola de Governo, Siria Libania, esteve presente a abertura da programação de São Miguel dos Campos, quando na oportunidade ressaltou a importância da descentralização das ações pedagógicas para que o servidor público do interior não precise se deslocar para Maceió para obter capacitação. Destacou na oportunidade os avanços obtidos com os programas anteriores e as metas futuras para valorização do servidor público estadual.

Em defesa do Sistema S O Brasil inteiro, (principalmente aqueles setores que produzem, formam e criam milhões de oportunidades de ...