quinta-feira, 16 de julho de 2009

DEU NO BLOG DO JOSIAS DE SOUZA

Miliciano de Renan virou chefão do clube de (a)Ética

Dizia Getúlio Vargas que “política é esperar o cavalo passar”. Ensina Renan Calheiros que não é bem assim. O mandachuva do PMDB não espera.
Renan compra os quadrúpedes, escala os bípedes que irão montá-los, contrata as apostas, ajeita o resultado, e desce ao prado munido do bilhete premiado.
Convertido numa espécie Jockey Clube particular de Renan, o Conselho de (a)Ética do Senado elegeu o suplente de suplente Paulo Duque para a sua presidência.
Jóquei de Renan, Duque prevaleceu em páreo solitário. O rival, Antonio Carlos Valadares (PSB-SE), revelou-se cavaleiro sem ginete.
Valadares retirou-se do páreo. Mais: bateu em retirada do próprio clube, cujas cavalariças encontram-se viciadas.
Da arquibancada, a platéia observa a cena com ares de estupefação.
Mesmo quem não entende de política percebe as politicagens.
É forte, muito forte, fortíssimo o cheiro de estrume que exala do Conselho de (a)Ética de um Senado que, por inqualificável, é cada vez mais fácil de qualificar.
Folha Online

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