
O dever de eficiência
Está lá, na Constituição Federal, não fui eu que inventei. Além do cumprimento dos princípios da legalidade, da impessoalidade, da publicidade e da moralidade, o administrador público também está obrigado ao da EFICIÊNCIA. Prefeito que gasta irresponsavelmente com festas, que emprega a família como se a administração fosse sua propriedade e que na primeira dificuldade, por incompetência e descaso com a coisa pública, manda “fechar” a prefeitura mostra claramente o seu despreparo para o exercício do cargo para o qual nunca deveria ter sido eleito.
Pode haver intervenção
Consultava um renomado magistrado sobre a possibilidade de intervenção em Município cujo prefeito determine o “fechamento” da prefeitura e suspensão das atividades administrativas por conta da falta de recursos. Recebi esta resposta: “A intervenção deve ser decretada imediatamente após representação, pois o administrador está afrontando artigos da Constituição Federal, em especial o art. 37. A possibilidade de intervenção está no artigo 35 e deve ser decretada pelo Poder Judiciário, dispensada a apreciação pelo Poder Legislativo”.
Prevaleceu a responsabilidade
Ainda bem que os prefeitos alagoanos reunidos na AMA entenderam que não poderiam ser tão irresponsáveis quanto aquele ou aqueles que optaram pela ação leviana de fechar a prefeitura e privar a população dos serviços aos quais tem direito, principalmente saúde, educação e condição de vida digna. Se não tem competência para enfrentar crises e para administrar dificuldades entrega as chaves da Prefeitura, renuncia o mandato e deixa que alguém competente dirija os municípios com eficiência.
Pode contaminar
A situação adversa para o senador Renan Calheiros é tão forte nas próximas eleições que poderá até contaminar quem estiver por perto. Uma dessas vítimas é o vice-governador José Wanderley. Homem correto, leal, responsável com o interesse público se vê ameaçado de não conquistar um merecido mandato em 2010 por sua proximidade com Calheiros, que é um poço de rejeição e um vale de lágrimas de crocodilo. Quer se queimar? Fica junto!
Divaldo Suruagy
Nunca trabalhamos juntos, não fiz parte de nenhum dos seus governos e nunca lhe pedi um favor pessoal. Simplesmente somos amigos há mais de trinta anos. Votei nele em todas as eleições que disputou a partir de 1978 e votaria quantas vezes fosse candidato. Por conta de nossa proximidade muitos até me viam como integrante de seu governo. Vi de perto sua generosidade, sua honestidade e sua competência para transformar e projetar Alagoas a nível nacional. Vi também ajudar milhares de pessoas, com o poder da sua caneta e seu espírito de fazer o bem. Assisti, muitas vezes, a fila de bajuladores a beijar-lhes as mãos e jurar-lhe lealdade. Deixou o poder, ficou praticamente só, amargou a dor da ingratidão, foi incompreendido, mas não perdeu sua grandeza. Este sim é um homem público que deve orgulhar os alagoanos.
Não quer, não vai
É pura tolice especular o nome do ex-governador Luis Abílio como candidato nas próximas eleições pelo PDT. Ronaldo Lessa sabe disso, mas insiste em brincar anunciando o nome de Abílio como um dos candidatos a deputado federal. Muito magoado e injustiçado no desempenho de seu mandato que deu continuidade ao de Lessa, tem uma vida pessoal e familiar calcada na honradez, na honestidade e na ética. A herança deixada por seu pai, um magistrado modelo de homem público, não cabe no mesmo espaço putrefato da política alagoana de hoje. Segundo Abílio, mandato eletivo, nem por aclamação.
Traído ou traidor?
Renan Calheiros que compareceu a Convenção do PDT na busca desesperada de encontrar nos braços de Ronaldo Lessa a salvação para sua ameaçada reeleição, não deixou passar a oportunidade de agradar o anfitrião ao afirmar que ambos foram traídos pelo governador Teotônio Vilela. É muita cara de pau do boiadeiro de Murici. Teve o governo nas mãos, indicou quem quis, interferiu em todos os setores e achou pouco. Queria mandar mais que o titular e não conseguindo fugiu e se ferrou.
Serviço de terceira
Tempos atrás um jornalista de conceito nacional me revelava sua decepção com a qualidade dos serviços do hotel Ritz Lagoa da Anta. Agora recentemente ao hospedar uma pessoa de minha relação no mesmo hotel foi uma tragédia. Um péssimo serviço, o despreparo do pessoal e a má qualidade em todos os sentidos. E o pior: não se tem a quem reclamar, pois como o piloto do conhecido filme, o gerente sumiu. É assim que querem incrementar o turismo?
Sem utilidade
Caro eleitor alagoano me responda com toda sinceridade: que utilidade tem o deputado Olavo Calheiros na Câmara Federal? Recordista nacional em faltas, sem nenhuma expressão dentro do Congresso, omisso no que se refere a investimentos e benefícios para o estado. Uma figura que bem poderia ser dispensada nas próximas eleições e dar lugar a alguém que possa ser útil e exerça o mandato com eficiência.
PÉ DE PÁGINA
Suruagy governador não dormia em paz, porque, na porta, até de madrugada, fila para saber quem dava bom-dia primeiro. Sem mandato, agora, anda só, sem a tropa de choque que o protegia, mesmo não tendo inimigos. Lessa chegou ao fundo do poço fora do poder, mas hoje, no alto das pesquisas, os “amigos” retornaram à base.
Tolo ou imbecil àquele que pensa ser às “gentilezas” recebidas no exercício do cargo manifestações verdadeiras. (Da sabedoria do jornalista José Elias em sua coluna no jornal Gazeta)
Está lá, na Constituição Federal, não fui eu que inventei. Além do cumprimento dos princípios da legalidade, da impessoalidade, da publicidade e da moralidade, o administrador público também está obrigado ao da EFICIÊNCIA. Prefeito que gasta irresponsavelmente com festas, que emprega a família como se a administração fosse sua propriedade e que na primeira dificuldade, por incompetência e descaso com a coisa pública, manda “fechar” a prefeitura mostra claramente o seu despreparo para o exercício do cargo para o qual nunca deveria ter sido eleito.
Pode haver intervenção
Consultava um renomado magistrado sobre a possibilidade de intervenção em Município cujo prefeito determine o “fechamento” da prefeitura e suspensão das atividades administrativas por conta da falta de recursos. Recebi esta resposta: “A intervenção deve ser decretada imediatamente após representação, pois o administrador está afrontando artigos da Constituição Federal, em especial o art. 37. A possibilidade de intervenção está no artigo 35 e deve ser decretada pelo Poder Judiciário, dispensada a apreciação pelo Poder Legislativo”.
Prevaleceu a responsabilidade
Ainda bem que os prefeitos alagoanos reunidos na AMA entenderam que não poderiam ser tão irresponsáveis quanto aquele ou aqueles que optaram pela ação leviana de fechar a prefeitura e privar a população dos serviços aos quais tem direito, principalmente saúde, educação e condição de vida digna. Se não tem competência para enfrentar crises e para administrar dificuldades entrega as chaves da Prefeitura, renuncia o mandato e deixa que alguém competente dirija os municípios com eficiência.
Pode contaminar
A situação adversa para o senador Renan Calheiros é tão forte nas próximas eleições que poderá até contaminar quem estiver por perto. Uma dessas vítimas é o vice-governador José Wanderley. Homem correto, leal, responsável com o interesse público se vê ameaçado de não conquistar um merecido mandato em 2010 por sua proximidade com Calheiros, que é um poço de rejeição e um vale de lágrimas de crocodilo. Quer se queimar? Fica junto!
Divaldo Suruagy
Nunca trabalhamos juntos, não fiz parte de nenhum dos seus governos e nunca lhe pedi um favor pessoal. Simplesmente somos amigos há mais de trinta anos. Votei nele em todas as eleições que disputou a partir de 1978 e votaria quantas vezes fosse candidato. Por conta de nossa proximidade muitos até me viam como integrante de seu governo. Vi de perto sua generosidade, sua honestidade e sua competência para transformar e projetar Alagoas a nível nacional. Vi também ajudar milhares de pessoas, com o poder da sua caneta e seu espírito de fazer o bem. Assisti, muitas vezes, a fila de bajuladores a beijar-lhes as mãos e jurar-lhe lealdade. Deixou o poder, ficou praticamente só, amargou a dor da ingratidão, foi incompreendido, mas não perdeu sua grandeza. Este sim é um homem público que deve orgulhar os alagoanos.
Não quer, não vai
É pura tolice especular o nome do ex-governador Luis Abílio como candidato nas próximas eleições pelo PDT. Ronaldo Lessa sabe disso, mas insiste em brincar anunciando o nome de Abílio como um dos candidatos a deputado federal. Muito magoado e injustiçado no desempenho de seu mandato que deu continuidade ao de Lessa, tem uma vida pessoal e familiar calcada na honradez, na honestidade e na ética. A herança deixada por seu pai, um magistrado modelo de homem público, não cabe no mesmo espaço putrefato da política alagoana de hoje. Segundo Abílio, mandato eletivo, nem por aclamação.
Traído ou traidor?
Renan Calheiros que compareceu a Convenção do PDT na busca desesperada de encontrar nos braços de Ronaldo Lessa a salvação para sua ameaçada reeleição, não deixou passar a oportunidade de agradar o anfitrião ao afirmar que ambos foram traídos pelo governador Teotônio Vilela. É muita cara de pau do boiadeiro de Murici. Teve o governo nas mãos, indicou quem quis, interferiu em todos os setores e achou pouco. Queria mandar mais que o titular e não conseguindo fugiu e se ferrou.
Serviço de terceira
Tempos atrás um jornalista de conceito nacional me revelava sua decepção com a qualidade dos serviços do hotel Ritz Lagoa da Anta. Agora recentemente ao hospedar uma pessoa de minha relação no mesmo hotel foi uma tragédia. Um péssimo serviço, o despreparo do pessoal e a má qualidade em todos os sentidos. E o pior: não se tem a quem reclamar, pois como o piloto do conhecido filme, o gerente sumiu. É assim que querem incrementar o turismo?
Sem utilidade
Caro eleitor alagoano me responda com toda sinceridade: que utilidade tem o deputado Olavo Calheiros na Câmara Federal? Recordista nacional em faltas, sem nenhuma expressão dentro do Congresso, omisso no que se refere a investimentos e benefícios para o estado. Uma figura que bem poderia ser dispensada nas próximas eleições e dar lugar a alguém que possa ser útil e exerça o mandato com eficiência.
PÉ DE PÁGINA
Suruagy governador não dormia em paz, porque, na porta, até de madrugada, fila para saber quem dava bom-dia primeiro. Sem mandato, agora, anda só, sem a tropa de choque que o protegia, mesmo não tendo inimigos. Lessa chegou ao fundo do poço fora do poder, mas hoje, no alto das pesquisas, os “amigos” retornaram à base.
Tolo ou imbecil àquele que pensa ser às “gentilezas” recebidas no exercício do cargo manifestações verdadeiras. (Da sabedoria do jornalista José Elias em sua coluna no jornal Gazeta)
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