
Um poder decadente
A decadência e a deterioração ignominiosa do Poder Judiciário brasileiro é uma constatação que está ai para que todos vejam e assistam com desprezo. Praticamente todos os dias a imprensa nacional traz em seus noticiários o envolvimento de juízes, desembargadores e ministros em casos de corrupção, vendas de sentenças e uma gigantesca afronta aos princípios da legalidade e da moralidade, ferindo de morte o interesse público e a sociedade.
Não bastassem os lamentáveis fatos narrados acima o que se pode destacar no Judiciário brasileiro hoje são sentenças equivocadas, julgamentos perniciosos, cheios de vícios e imoralidade explícita. Com raríssimas exceções não é exagero se afirmar que a lama e a podridão invadiram as salas de julgamento e sujaram as togas daqueles que deveriam fazer justiça!
A jornalista Lucia Hipólito. Cientista política, historiadora e especialista em eleições, partidos políticos e Estado brasileiro, publicou um memorável texto com uma análise contundente sobre a postura do Poder Judiciário e em especial o Supremo Tribunal Federal que em sessão vergonhosa legitimou a censura à imprensa mantendo o jornal O Estado de São Paulo censurado por informar à população ações de uma quadrilha que assaltou os cofres públicos.
Entidades nacionais e internacionais ligadas ao jornalismo e à defesa da liberdade de expressão repudiaram a decisão do Supremo. A organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras, com sede em Paris, divulgou nota em que classifica a decisão do STF de “incompreensível e perigosa”. A entidade afirma que o arquivamento é “um grave revés para a liberdade constitucional fundamental”.
“É inacreditável! É estarrecedor! O Supremo Tribunal Federal, a Suprema Corte do nosso país, o guardião da Constituição brasileira e dos direitos dos cidadãos, acaba de legitimar um dos atos mais odientos e repugnantes na vida de povos que se pretendem civilizados”. (Lúcia Hipólito)
Leia o artigo de Lúcia Hipólito em: http://www.tudoglobal.com.br/
A decadência e a deterioração ignominiosa do Poder Judiciário brasileiro é uma constatação que está ai para que todos vejam e assistam com desprezo. Praticamente todos os dias a imprensa nacional traz em seus noticiários o envolvimento de juízes, desembargadores e ministros em casos de corrupção, vendas de sentenças e uma gigantesca afronta aos princípios da legalidade e da moralidade, ferindo de morte o interesse público e a sociedade.
Não bastassem os lamentáveis fatos narrados acima o que se pode destacar no Judiciário brasileiro hoje são sentenças equivocadas, julgamentos perniciosos, cheios de vícios e imoralidade explícita. Com raríssimas exceções não é exagero se afirmar que a lama e a podridão invadiram as salas de julgamento e sujaram as togas daqueles que deveriam fazer justiça!
A jornalista Lucia Hipólito. Cientista política, historiadora e especialista em eleições, partidos políticos e Estado brasileiro, publicou um memorável texto com uma análise contundente sobre a postura do Poder Judiciário e em especial o Supremo Tribunal Federal que em sessão vergonhosa legitimou a censura à imprensa mantendo o jornal O Estado de São Paulo censurado por informar à população ações de uma quadrilha que assaltou os cofres públicos.
Entidades nacionais e internacionais ligadas ao jornalismo e à defesa da liberdade de expressão repudiaram a decisão do Supremo. A organização não-governamental Repórteres Sem Fronteiras, com sede em Paris, divulgou nota em que classifica a decisão do STF de “incompreensível e perigosa”. A entidade afirma que o arquivamento é “um grave revés para a liberdade constitucional fundamental”.
“É inacreditável! É estarrecedor! O Supremo Tribunal Federal, a Suprema Corte do nosso país, o guardião da Constituição brasileira e dos direitos dos cidadãos, acaba de legitimar um dos atos mais odientos e repugnantes na vida de povos que se pretendem civilizados”. (Lúcia Hipólito)
Leia o artigo de Lúcia Hipólito em: http://www.tudoglobal.com.br/
E se mudar tudo?
A “foto de Brasília” está perdendo a cor numa rapidez além do esperado. A aliança comentada no decorrer da semana nos corredores do poder alagoano não apenas vai implodir o chapão, idealizado por Fernando Collor e Renan Calheiros, como vai mudar todo o perfil das eleições de 2010. A “chapa bomba” arquitetada, conversada e namorada entre os circunstantes reúne o governador Teotônio Vilela buscando a reeleição, com Ronaldo Lessa e Benedito de Lira para o Senado, todos com as bênçãos e o apoio do prefeito Cícero Almeida. Chequei pessoalmente com dois dos personagens e registrei a convicção: “é possível, é provável e está tudo bem encaminhado”.
Rui Palmeira
Está definitivamente decidido: o deputado Rui Palmeira é candidatissimo a uma das nove vagas à Câmara Federal. Confessa-se hoje um desencantado com a indecência implantada e cultivada na Assembléia Legislativa. Em sua opinião pouco ou nada mudou na “Casa de Tavares Bastos” após o episódio da Operação Taturana. Diria que “os meios podem ter mudado, mas os fins continuam os mesmos”.
Água no Chope
O Tribunal de Justiça decidiu fazer cumprir o que determina o legal e o moral concedendo mandado de segurança garantindo que apenas os auditores do Tribunal de Contas têm direito à vaga de conselheiro que vinha sendo pleiteada ,cortejada e perseguida pelo deputado Fernando Toledo. O relatório do juiz relator do caso foi contundente mostrando que a Assembléia errou feio ao tentar emplacar o seu presidente no “depósito” de políticos do ócio.
Perseguição mesquinha
O jovem Henrique Gaspar Mello de Mendonça, promissor operador do Direito, com aprovação em vários concursos públicos para a carreira jurídica no país, de tradicional família de notáveis do saber jurídico se viu prejudicado pela desorganização de um concurso cheio percalços, desencontros e suspeitas. Reclamou e não foi ouvido. Prevaleceu a vontade dos que pensam que sabem tudo e estão acima do bem e do mal. Uma decisão equivocada trouxe-lhe danos irreparáveis. Recorrer agora, só a Deus! Esta é a Justiça que temos.
Coragem de fazer
Ninguém há de negar que a Vila dos Pescadores em Jaraguá sempre foi um transtorno para os administradores de Maceió. Uma mancha no “cartão postal” cheio de potencial e charme. No entanto ninguém até agora havia tido coragem de mudar essa paisagem com responsabilidade, respeito à cidadania dos que lá habitam e de olho no desenvolvimento da cidade. Foi preciso a determinação e vontade de fazer acontecer do prefeito Cícero Almeida para modificar esse quadro. O local será transformado em uma das belas paisagens da capital e os moradores da favela instalados dignamente em outro local. Quando se quer se faz.
Onde vamos parar?
Ouvia por estes dias as declarações da professora Maria Edineuza, diretora da Escola Benício Dantas, localizada no bairro do Poço quando afirmava que “sua escola está refém dos usuários de drogas”. Ela estava desesperada pois foi assaltada três vezes em seu local de trabalho e sente-se ameaçada em seu bem mais precioso: a vida.
O crack e outras drogas invadiram as escolas, os bares e residências de jovens de classe média e alta, deixando de ser instrumento de uso da periferia. O governo perdeu a luta contra a violência e a sociedade está refém da marginalidade.
As estatísticas são alarmantes e muitas famílias estão presas em suas próprias casas com medo da brutalidade das ruas.
Ou nos juntamos todos: governo, sociedade civil organizada, igrejas e instituições para pensarmos e buscarmos soluções, do contrário teremos chegado ao fim.
Brasília - O governador de São Paulo, José Serra (PSDB) disse que o seu colega mineiro Aécio Neves demonstrou "grandeza e desprendimento" ao renunciar à disputa pela candidatura tucana à Presidência da República. Os dois disputavam entre si a indicação do partido para a eleição presidencial de 2010. "Não me surpreendem a grandeza e desprendimento que ele demonstra neste momento. Os termos em que ele se manifestou confirmam a afinidade de valores e as preocupações que inspiram nossa caminhada política", disse Serra em nota.
Após divulgar a sua carta de desistência à disputa da Presidência da República, o governador de Minas Gerais disse que renunciou à disputa por acreditar que "havia uma preferência" por Serra, evidenciada em pesquisas de opinião. Ele disse ainda que queria construir um projeto amplo de alianças, mas não teria tempo para concretizar suas intenções se o partido não definisse o candidato presidencial até o final do ano.
PÉ DE PÁGINA
“É chegada a hora do Brasil decidir se quer ser uma democracia de verdade ou vai prosseguir com esta democracia de banana, onde homens usam suas togas à revelia da constituição”. (Adriana Vandoni www.prosaepolitica.com.br).
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