

Estamos todos ferrados
Estamos começando um novo ano. Por conta do diabo ano de eleições e de Copa do Mundo. Vai passar rápido e tudo será uma festa como convêm a todo brasileiro de bom coração. As previsões dizem que vamos perder no futebol, o que seria muito bem feito, pois neste setor tudo virou uma zona explícita. Na outra vertente a coisa é bem pior. Teremos a terrorista Dilma ou azedo Serra como presidente. Dá para você?
Em outro cenário a eleição proporcional é uma farra monumental. Teria o papel de renovar Senado, Câmara Federal e Assembléias Legislativas, mas renovar o que? Vão valer a compra de votos, o dinheiro gordo da corrupção, as propinas de empreiteiras. E para quem? Para os mesmos que hoje sentam os gordos glúteos nas poltronas podres dessas Casas legislativas. E quem os conduzirá de volta? Nós mesmos incautos eleitores, alguns comprados por uma cesta básica, uma nota de cinqüenta, ou mesmo um vale gás, um cartão do bolsa família, bolsa celular, bolsa droga. Outros por falta de opção ou por acreditar naquela memorável frase de Sergio Porto: “instaure-se a moralidade ou nos locupletemos todos”. O certo mesmo é que nada mudará nesta nossa “política de merda” como diria o sábio Lula da Silva, pois afinal os candidatos são os mesmos e os eleitores idem. Não estava errado quem disse: “Este não é um país sério”. (Obrigado ao amigo Roque Sponholz pela apropriada charge)
A foto da mentira
Como era de se esperar a “foto de Brasília” amarelou antes do tempo e segundo os seus próprios integrantes “acabou”. Na busca de uma coalizão impossível nesta segunda feira o grupo tentou uma nova foto, sem a presença de Fernando Collor, e anunciou avanços. Tudo mentira deslavada, pois o jogo de vaidades e as tendências antagônicas não permitem um acordo amplo como alguns desejariam. Ali cada um está pensando no próprio umbigo e à sua sobrevivência política. Ficam jogando para a platéia uma forjada união de forças como se o eleitor alagoano fosse um tolo. Mas será que não é?
Sobre Renan e Lyra
O ex-governador Manoel Gomes de Barros não poupou críticas aos nomes de Renan Calheiros e do usineiro João Lyra em entrevista concedida ao radialista Silvio Sarmento, da rádio FM Zumbi, de União dos Palmares. – “Não quero negócio com João Lyra nem para ir para o Céu”. – “Vendo a cena de Renan e João Lyra se abraçando, se beijando confesso que não sei dos dois qual o mais sem vergonha”. Mano é compadre e amigo de Renan e sempre foi correligionário de Lyra. Estamos organizando a entrevista para publicá-la na integra. Vale aguardar.
Quem é pinto, não é galo
Esta me dizia um influente petista sobre a candidatura do delegado Pinto de Luna ao Senado pelo PT. – “Nossa prioridade é uma aliança nacional e nela está contemplado o senador Renan Calheiros que é o nosso candidato pra valer. Pinto de Luna pensa que é, mas não é. Fica cantando de galo e querendo ser dono do galinheiro, mas deve se colocar na condição de pinto e se conformar com as sobras. E vai sobrar?
Brito não esconde
Ainda sobre essa história envolvendo a candidatura do delegado Pinto de Luna, perguntem ao presidente estadual do PT, Joaquim Brito, quem é o seu candidato a senador? Se disser outro nome que não seja o de Renan Calheiros está mentindo. Suas articulações, suas atitudes e seus desejos só se voltam para o líder do PMDB. Segundo ele “tudo por recomendação de Brasília”. Quem diria que a gente ia assistir a esse filme?
O bispo da discórdia
O clero da Diocese de Palmeira dos Índios está em ebulição como nunca se viu, tudo por culpa da intransigência descabida do bispo Ducênio Fontes Matos que teima em trafegar na contramão de uma igreja moderna e fraterna. Não bastassem as duras críticas do padre Eraldo Cordeiro revoltado com suas atitudes também o padre Cizino Teles Junior (Sizo) o chamou de “arrogante, prepotente e perseguidor”. Mas não apenas os padres se queixam do bispo. Existem muitas críticas em setores da sociedade palmeirense com suas atitudes nada humanas.
Almeida fica ou não?
É sintomática a opinião do maceioense para que o prefeito Cícero Almeida continue sua administração e não deixe o cargo para concorrer ao governo. O portal de notícias http://www.tudoglobal.com.br/ está com uma enquete em andamento na qual pergunta qual deve ser o destino político do prefeito. Até o momento em que fechava a coluna o resultado era este: 71% acham que ele deve continuar na Prefeitura, 24% optam por sua candidatura ao governo e 5% pelo Senado. Se como diz a velha história “a voz do povo é a voz de Deus”, é muito difícil que Cícero Almeida largue sua administração de resultados por uma incerta eleição ao governo. Principalmente para entregar o cargo a quem não desejaria.
Por que não ligou?
A presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Elisabeth Carvalho Nascimento, me sai com mais uma pérola em declaração à imprensa: ”Eu não fui procurada por ninguém do governo. Não sei o que deu no governador. Dele, eu não recebi nem um Feliz Natal, nenhum cumprimento de Feliz Ano Novo”. Será que a douta magistrada não estaria invertendo os papéis? Ou talvez se ache tão próxima de Deus que precisa ser reverenciada até pelo governador?Se ainda existe Ordem de Precedência na relação institucional deveria ser ela a ligar cumprimentando o chefe do Poder Executivo. Eita gente vaidosa da molesta!
Manda e ninguém obedece
Não tenho a menor dúvida que Maceió possui um dos trânsitos mais caóticos do país. É um item tratado com o maior amadorismo e falta de compromisso com o interesse público. Esta semana o diretor do trânsito municipal, senhor Jorge Coutinho, foi à televisão para anunciar “medidas rígidas” na situação insuportável da Avenida Fernandes Lima. Ficou apenas no gracejo pois no dia seguinte fui testemunha de que ninguém tinha levado à sério o que disse a autoridade. Ônibus em fila tripla, inúmeros veículos pesados atrapalhando e nenhum guarda para controlar absolutamente nada. É a velha e enfadada história: uns fingem que mandam e outros fingem que obedecem.
PÉ DA PÁGINA
Parece a lenda do homem que prometeu fazer o cavalo do rei falar. Quando lhe advertiram do perigo, explicou: "Não disse em quanto tempo. Um de nós vai morrer. Eu, o cavalo ou o rei".
Do deputado JOSÉ CARLOS ALELUIA (DEM-BA) sobre Lula, que ao visitar catadores de papel prometeu voltar no próximo Natal como "rei posto" - definição que na verdade se aplicará a seu sucessor.
Estamos começando um novo ano. Por conta do diabo ano de eleições e de Copa do Mundo. Vai passar rápido e tudo será uma festa como convêm a todo brasileiro de bom coração. As previsões dizem que vamos perder no futebol, o que seria muito bem feito, pois neste setor tudo virou uma zona explícita. Na outra vertente a coisa é bem pior. Teremos a terrorista Dilma ou azedo Serra como presidente. Dá para você?
Em outro cenário a eleição proporcional é uma farra monumental. Teria o papel de renovar Senado, Câmara Federal e Assembléias Legislativas, mas renovar o que? Vão valer a compra de votos, o dinheiro gordo da corrupção, as propinas de empreiteiras. E para quem? Para os mesmos que hoje sentam os gordos glúteos nas poltronas podres dessas Casas legislativas. E quem os conduzirá de volta? Nós mesmos incautos eleitores, alguns comprados por uma cesta básica, uma nota de cinqüenta, ou mesmo um vale gás, um cartão do bolsa família, bolsa celular, bolsa droga. Outros por falta de opção ou por acreditar naquela memorável frase de Sergio Porto: “instaure-se a moralidade ou nos locupletemos todos”. O certo mesmo é que nada mudará nesta nossa “política de merda” como diria o sábio Lula da Silva, pois afinal os candidatos são os mesmos e os eleitores idem. Não estava errado quem disse: “Este não é um país sério”. (Obrigado ao amigo Roque Sponholz pela apropriada charge)
A foto da mentira
Como era de se esperar a “foto de Brasília” amarelou antes do tempo e segundo os seus próprios integrantes “acabou”. Na busca de uma coalizão impossível nesta segunda feira o grupo tentou uma nova foto, sem a presença de Fernando Collor, e anunciou avanços. Tudo mentira deslavada, pois o jogo de vaidades e as tendências antagônicas não permitem um acordo amplo como alguns desejariam. Ali cada um está pensando no próprio umbigo e à sua sobrevivência política. Ficam jogando para a platéia uma forjada união de forças como se o eleitor alagoano fosse um tolo. Mas será que não é?
Sobre Renan e Lyra
O ex-governador Manoel Gomes de Barros não poupou críticas aos nomes de Renan Calheiros e do usineiro João Lyra em entrevista concedida ao radialista Silvio Sarmento, da rádio FM Zumbi, de União dos Palmares. – “Não quero negócio com João Lyra nem para ir para o Céu”. – “Vendo a cena de Renan e João Lyra se abraçando, se beijando confesso que não sei dos dois qual o mais sem vergonha”. Mano é compadre e amigo de Renan e sempre foi correligionário de Lyra. Estamos organizando a entrevista para publicá-la na integra. Vale aguardar.
Quem é pinto, não é galo
Esta me dizia um influente petista sobre a candidatura do delegado Pinto de Luna ao Senado pelo PT. – “Nossa prioridade é uma aliança nacional e nela está contemplado o senador Renan Calheiros que é o nosso candidato pra valer. Pinto de Luna pensa que é, mas não é. Fica cantando de galo e querendo ser dono do galinheiro, mas deve se colocar na condição de pinto e se conformar com as sobras. E vai sobrar?
Brito não esconde
Ainda sobre essa história envolvendo a candidatura do delegado Pinto de Luna, perguntem ao presidente estadual do PT, Joaquim Brito, quem é o seu candidato a senador? Se disser outro nome que não seja o de Renan Calheiros está mentindo. Suas articulações, suas atitudes e seus desejos só se voltam para o líder do PMDB. Segundo ele “tudo por recomendação de Brasília”. Quem diria que a gente ia assistir a esse filme?
O bispo da discórdia
O clero da Diocese de Palmeira dos Índios está em ebulição como nunca se viu, tudo por culpa da intransigência descabida do bispo Ducênio Fontes Matos que teima em trafegar na contramão de uma igreja moderna e fraterna. Não bastassem as duras críticas do padre Eraldo Cordeiro revoltado com suas atitudes também o padre Cizino Teles Junior (Sizo) o chamou de “arrogante, prepotente e perseguidor”. Mas não apenas os padres se queixam do bispo. Existem muitas críticas em setores da sociedade palmeirense com suas atitudes nada humanas.
Almeida fica ou não?
É sintomática a opinião do maceioense para que o prefeito Cícero Almeida continue sua administração e não deixe o cargo para concorrer ao governo. O portal de notícias http://www.tudoglobal.com.br/ está com uma enquete em andamento na qual pergunta qual deve ser o destino político do prefeito. Até o momento em que fechava a coluna o resultado era este: 71% acham que ele deve continuar na Prefeitura, 24% optam por sua candidatura ao governo e 5% pelo Senado. Se como diz a velha história “a voz do povo é a voz de Deus”, é muito difícil que Cícero Almeida largue sua administração de resultados por uma incerta eleição ao governo. Principalmente para entregar o cargo a quem não desejaria.
Por que não ligou?
A presidente do Tribunal de Justiça, desembargadora Elisabeth Carvalho Nascimento, me sai com mais uma pérola em declaração à imprensa: ”Eu não fui procurada por ninguém do governo. Não sei o que deu no governador. Dele, eu não recebi nem um Feliz Natal, nenhum cumprimento de Feliz Ano Novo”. Será que a douta magistrada não estaria invertendo os papéis? Ou talvez se ache tão próxima de Deus que precisa ser reverenciada até pelo governador?Se ainda existe Ordem de Precedência na relação institucional deveria ser ela a ligar cumprimentando o chefe do Poder Executivo. Eita gente vaidosa da molesta!
Manda e ninguém obedece
Não tenho a menor dúvida que Maceió possui um dos trânsitos mais caóticos do país. É um item tratado com o maior amadorismo e falta de compromisso com o interesse público. Esta semana o diretor do trânsito municipal, senhor Jorge Coutinho, foi à televisão para anunciar “medidas rígidas” na situação insuportável da Avenida Fernandes Lima. Ficou apenas no gracejo pois no dia seguinte fui testemunha de que ninguém tinha levado à sério o que disse a autoridade. Ônibus em fila tripla, inúmeros veículos pesados atrapalhando e nenhum guarda para controlar absolutamente nada. É a velha e enfadada história: uns fingem que mandam e outros fingem que obedecem.
PÉ DA PÁGINA
Parece a lenda do homem que prometeu fazer o cavalo do rei falar. Quando lhe advertiram do perigo, explicou: "Não disse em quanto tempo. Um de nós vai morrer. Eu, o cavalo ou o rei".
Do deputado JOSÉ CARLOS ALELUIA (DEM-BA) sobre Lula, que ao visitar catadores de papel prometeu voltar no próximo Natal como "rei posto" - definição que na verdade se aplicará a seu sucessor.
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