Teotônio Vilela é o caraPEDRO OLIVEIRA
Foram cômicas as cenas protagonizadas durante a visita do presidente a Maceió . Políticos com mandato e outros tantos “reservas” fizeram de tudo para aparecer junto a Lula e demonstrar prestígio. Os candidatos que apóiam a ex-ministra Dilma Rousseff, cada um a seu modo, queriam mostrar que contavam com a simpatia lulista, o que lhes renderia um bom marketing eleitoral. Todos morderam a língua. O presidente teve aqui uma postura eqüidistante das futricas políticas e das disputas locais pelo seu apoio. Todos os interessados compareceram e tentaram grudar em Lula, mas o grude não colou. Fernando Collor, Renan Calheiros e Ronaldo Lessa foram tratados dentro da liturgia oficial, sem nenhum sinal de preferência ou simpatia especial. Collor que foi a São Miguel dos Campos para festejar Lula preferiu não comparecer ao evento promovido pelo Sinduscon à noite. Lessa e Renan foram e mais uma vez tratados sem o entusiasmo esperado e desejado.
O próprio Lula aconselhou a pré-candidata Dilma Rousseff a não vir a Maceió para não se desgastar Um integrante da comitiva presidencial, militante do Palácio do Planalto e meu amigo, confidenciava: “Com esse palanque dificilmente Dilma virá a Alagoas. É um preço negativo muito alto a nível nacional pelos personagens que estão compondo sua base de apoio aqui. Veja como estão as coisas: O próprio Lula relutou em vir. Mas não tinha como ”quebrar“o roteiro elaborado para o Nordeste e depois pelo governador Teotônio Vilela, pelo qual tem profunda consideração”
O presidente Lula deu demonstrações claras do carinho pelo governador Teotônio Vilela. Não faltou oportunidade em que não o elogiasse. Falou do “salto de qualidade que o Estado em seu governo”. Disse claramente que Alagoas do passado era vista pelo lado do negativismo. Enumerou as principais empresas de grande porte que se instalam aqui, a exemplo do Estaleiro Eisa, da mineradora em Craibas e da duplicação da planta da Brasken. Sabia de tudo, conhecia de tudo e creditou à seriedade e competência do governo estadual estes importantes investimentos que gerarão milhares de empregos.
Parecia até, em alguns momentos, que o candidato do presidente Lula ao governo de Alagoas seria Teotônio Vilela Filho. E quem sabe se não é?
A visita de Lula com certeza não agradou os aloprados do PT que ficaram como peixes fora d’água, sem espaço para exibições pirotécnicas e também frustrou os pré-candidatos da oposição que se imaginaram atores principais na visita presidencial e não passaram de meros e despercebidos coadjuvantes. O dia teve apenas dois atores principais: o presidente Lula e o Governador Teotônio Vilela Filho. Esse é o cara!
O próprio Lula aconselhou a pré-candidata Dilma Rousseff a não vir a Maceió para não se desgastar Um integrante da comitiva presidencial, militante do Palácio do Planalto e meu amigo, confidenciava: “Com esse palanque dificilmente Dilma virá a Alagoas. É um preço negativo muito alto a nível nacional pelos personagens que estão compondo sua base de apoio aqui. Veja como estão as coisas: O próprio Lula relutou em vir. Mas não tinha como ”quebrar“o roteiro elaborado para o Nordeste e depois pelo governador Teotônio Vilela, pelo qual tem profunda consideração”
O presidente Lula deu demonstrações claras do carinho pelo governador Teotônio Vilela. Não faltou oportunidade em que não o elogiasse. Falou do “salto de qualidade que o Estado em seu governo”. Disse claramente que Alagoas do passado era vista pelo lado do negativismo. Enumerou as principais empresas de grande porte que se instalam aqui, a exemplo do Estaleiro Eisa, da mineradora em Craibas e da duplicação da planta da Brasken. Sabia de tudo, conhecia de tudo e creditou à seriedade e competência do governo estadual estes importantes investimentos que gerarão milhares de empregos.
Parecia até, em alguns momentos, que o candidato do presidente Lula ao governo de Alagoas seria Teotônio Vilela Filho. E quem sabe se não é?
A visita de Lula com certeza não agradou os aloprados do PT que ficaram como peixes fora d’água, sem espaço para exibições pirotécnicas e também frustrou os pré-candidatos da oposição que se imaginaram atores principais na visita presidencial e não passaram de meros e despercebidos coadjuvantes. O dia teve apenas dois atores principais: o presidente Lula e o Governador Teotônio Vilela Filho. Esse é o cara!
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