Magistrados investem no mercado Imobiliário
Juízes e desembargadores investem ainda em casas de festa e fazendas, e fazem a festa das imobiliárias alagoanas
Apesar de bons salários e cargos vitalícios, os juízes alagoanos estão preocupados com o futuro e investindo suas economias em vários ramos de negócios. O setor imobiliário é de longe, o mais procurado pelos homens da justiça, que poupam tudo o que podem para não perder os lançamentos do mercado e as chances de ampliar o patrimônio familiar. “Um bom lançamento é vendido em poucos meses”, disse um corretor de imóveis, que tem vários juízes e desembargadores em sua carteira de clientes preferenciais.
Até pouco tempo atrás, o setor imobiliário também era muito disputado pela classe política, que sempre confundiu o público com o privado. Depois da “Operação Taturana”, o mercado sofreu uma ligeira retração, mas nada que viesse a preocupar o setor, pois os homens da justiça descobriram tratar-se de um bom investimento e cuidaram de ir às compras. Até porque as áreas nobres da orla marítima de Maceió estão se esgotando e ninguém quer perder o último refúgio à beira-mar.
Mas não só mansões e apartamentos de luxo atraem os homens da toga. Eles também têm paixão por chácaras e fazendas no interior, talvez para fugir da vida agitada na cidade, e também da curiosidade dos que se preocupam com o sucesso alheio.
Apesar de bons salários e cargos vitalícios, os juízes alagoanos estão preocupados com o futuro e investindo suas economias em vários ramos de negócios. O setor imobiliário é de longe, o mais procurado pelos homens da justiça, que poupam tudo o que podem para não perder os lançamentos do mercado e as chances de ampliar o patrimônio familiar. “Um bom lançamento é vendido em poucos meses”, disse um corretor de imóveis, que tem vários juízes e desembargadores em sua carteira de clientes preferenciais.
Até pouco tempo atrás, o setor imobiliário também era muito disputado pela classe política, que sempre confundiu o público com o privado. Depois da “Operação Taturana”, o mercado sofreu uma ligeira retração, mas nada que viesse a preocupar o setor, pois os homens da justiça descobriram tratar-se de um bom investimento e cuidaram de ir às compras. Até porque as áreas nobres da orla marítima de Maceió estão se esgotando e ninguém quer perder o último refúgio à beira-mar.
Mas não só mansões e apartamentos de luxo atraem os homens da toga. Eles também têm paixão por chácaras e fazendas no interior, talvez para fugir da vida agitada na cidade, e também da curiosidade dos que se preocupam com o sucesso alheio.
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