
Eu acho é tome!
O marketing competente que ajudou a eleger o prefeito Cícero Almeida em seu segundo mandato me deixou algumas marcas. Gostava de ver no Guia Eleitoral o “banho” que ele dava em todas as exibições. De inicio com um programa fraco e sem conteúdo, tudo veio a melhorar quando algumas “estrelas” foram descartadas e o comando foi entregue ao competente Marcelo Firmino. Ai não deu pra mais ninguém. Tentaram criar uma onda negativa em torno de uma música composta pelo prefeito e a coisa se reverteu, pois só se ouvia o refrão ecoar nas feiras, nas praças e onde houvesse um aglomerado. A frase de uma figura andrógina e seus trejeitos, exibida nos programas – “eu acho é tome” – para substituir o “eu acho é pouco” era odiada pelos adversários e repetida milhares de vezes pelo povo nas ruas.
É esta frase que me vem à memória quando vejo uma pesquisa feita pelo site tudoglobal.com.br a qual mostra que 73% das opiniões são para que o prefeito não seja candidato a governador e continue à frente de sua administração de resultados.
Particularmente não acho que seja a hora de uma candidatura de Cícero Almeida ao governo do estado. É o seu momento, mas não é a sua vez. Pode ser o dono dessa eleição e para onde pender o peso é imenso, porém não pode nem deve se precipitar.
Todos querem lhe agradar e lhe oferecer apoios, porém cada um desses está pensando unicamente em si, na sua própria sobrevivência, no seu umbigo. Renan Calheiros, Fernando Collor e outros não estão nem ai para o resultado do Cícero, mas todos rogam, pedem e imploram pelas bênçãos do “Santo Ciço”. Juram-lhe fidelidade e votos, mas só Deus sabe o que poderá acontecer mais pela frente. Pergunte a qualquer um deles se abriria mão da própria candidatura para facilitar uma composição ampla ou mais espaços para aliados, pelo bem de Alagoas?
No quadro eleitoral é quem mais está em desvantagem. Teria que se afastar até o dia 3 de abril se decidisse concorrer ao governo. Correia com isso um risco premeditado de uma morte política anunciada. Deixar a prefeitura nas mãos da vice-prefeita Lurdinha Lyra seria além de uma maldade com Maceió, a concessão de um papel assinado em branco no qual os que não o toleram colocariam o texto que pretendessem para sacramentar o seu fim.
Iria para uma eleição incerta na qual o governador Teotônio Vilela persegue uma reeleição possível e imaginável. Lutaria o bom combate, mas com o provável e palpável risco de perder.
Cícero Almeida tem sido um predestinado em sua trajetória política, mas não tem o direito de brincar com o destino e vê-se ameaçado de jogar fora um arquivo de conquistas e o futuro brilhante que o aguarda. Se ouvir a voz das ruas, e ela está ai nos 73% dos que querem que permaneça na prefeitura, escolherá seus candidatos, comandará alianças que contribuam para sua administração, determinará os rumos de uma campanha política com resultados que não lhes trarão agruras no amanhã.Dos que supostamente estão ao seu lado hoje, com exceção do deputado Benedito de Lira e de Ronaldo Lessa, Cícero Almeida dantes nunca recebeu carinho, afagos ou votos. Muito pelo contrário. Os principais interessados na sua candidatura sempre o consideram um leproso, um inferior e nunca por ele nutriam o respeito que hoje cinicamente fingem ter.
Decida sua vida meu caro prefeito. Converse com o povo humilde das ruas, ouça em suas orações a voz de Deus e siga o destino que lhe é reservado. Lembre-se que os que lhe prometem encantos hoje são os que o desprezavam antes e com certeza os que lhe enganarão amanhã.
Com toda certeza se você conduzir este processo com humildade, com desprendimento e com os olhos voltados para a razão, poderá mais tarde com ar de vitorioso olhas para trás e dizer aos “mequetrefes”: EU ACHO É TOME!
O marketing competente que ajudou a eleger o prefeito Cícero Almeida em seu segundo mandato me deixou algumas marcas. Gostava de ver no Guia Eleitoral o “banho” que ele dava em todas as exibições. De inicio com um programa fraco e sem conteúdo, tudo veio a melhorar quando algumas “estrelas” foram descartadas e o comando foi entregue ao competente Marcelo Firmino. Ai não deu pra mais ninguém. Tentaram criar uma onda negativa em torno de uma música composta pelo prefeito e a coisa se reverteu, pois só se ouvia o refrão ecoar nas feiras, nas praças e onde houvesse um aglomerado. A frase de uma figura andrógina e seus trejeitos, exibida nos programas – “eu acho é tome” – para substituir o “eu acho é pouco” era odiada pelos adversários e repetida milhares de vezes pelo povo nas ruas.
É esta frase que me vem à memória quando vejo uma pesquisa feita pelo site tudoglobal.com.br a qual mostra que 73% das opiniões são para que o prefeito não seja candidato a governador e continue à frente de sua administração de resultados.
Particularmente não acho que seja a hora de uma candidatura de Cícero Almeida ao governo do estado. É o seu momento, mas não é a sua vez. Pode ser o dono dessa eleição e para onde pender o peso é imenso, porém não pode nem deve se precipitar.
Todos querem lhe agradar e lhe oferecer apoios, porém cada um desses está pensando unicamente em si, na sua própria sobrevivência, no seu umbigo. Renan Calheiros, Fernando Collor e outros não estão nem ai para o resultado do Cícero, mas todos rogam, pedem e imploram pelas bênçãos do “Santo Ciço”. Juram-lhe fidelidade e votos, mas só Deus sabe o que poderá acontecer mais pela frente. Pergunte a qualquer um deles se abriria mão da própria candidatura para facilitar uma composição ampla ou mais espaços para aliados, pelo bem de Alagoas?
No quadro eleitoral é quem mais está em desvantagem. Teria que se afastar até o dia 3 de abril se decidisse concorrer ao governo. Correia com isso um risco premeditado de uma morte política anunciada. Deixar a prefeitura nas mãos da vice-prefeita Lurdinha Lyra seria além de uma maldade com Maceió, a concessão de um papel assinado em branco no qual os que não o toleram colocariam o texto que pretendessem para sacramentar o seu fim.
Iria para uma eleição incerta na qual o governador Teotônio Vilela persegue uma reeleição possível e imaginável. Lutaria o bom combate, mas com o provável e palpável risco de perder.
Cícero Almeida tem sido um predestinado em sua trajetória política, mas não tem o direito de brincar com o destino e vê-se ameaçado de jogar fora um arquivo de conquistas e o futuro brilhante que o aguarda. Se ouvir a voz das ruas, e ela está ai nos 73% dos que querem que permaneça na prefeitura, escolherá seus candidatos, comandará alianças que contribuam para sua administração, determinará os rumos de uma campanha política com resultados que não lhes trarão agruras no amanhã.Dos que supostamente estão ao seu lado hoje, com exceção do deputado Benedito de Lira e de Ronaldo Lessa, Cícero Almeida dantes nunca recebeu carinho, afagos ou votos. Muito pelo contrário. Os principais interessados na sua candidatura sempre o consideram um leproso, um inferior e nunca por ele nutriam o respeito que hoje cinicamente fingem ter.
Decida sua vida meu caro prefeito. Converse com o povo humilde das ruas, ouça em suas orações a voz de Deus e siga o destino que lhe é reservado. Lembre-se que os que lhe prometem encantos hoje são os que o desprezavam antes e com certeza os que lhe enganarão amanhã.
Com toda certeza se você conduzir este processo com humildade, com desprendimento e com os olhos voltados para a razão, poderá mais tarde com ar de vitorioso olhas para trás e dizer aos “mequetrefes”: EU ACHO É TOME!
Dando exemplos
Os senadores Pedro Simon (PMDB/RS) e Marco Maciel (DEM/PE) foram os únicos que não utilizaram nem um centavo da escandalosa verba indenizatória, que é imoralmente usada pela maioria dos parlamentares. Um exemplo ao contrário foi o senador Fernando Collor que com “competência” usou os R$180 mil a que tinha direito. Da bancada alagoana os senadores João Tenório e Renan Calheiros gastaram respectivamente R$ 18,80 mil, e R$ 64, 78. Menos mal.
Lessa e os “amigos”
Em papo informal na ante-sala do presidente da Federação das Indústrias estavam Ronaldo Lessa, Kátia Born e outros políticos. De repente a ex-prefeita se dirige a Lessa: – “Me diga uma coisa Ronaldo, você não tem medo de ser traído por Renan Calheiros e Fernando Collor no meio do caminho?”. No que o ex-governador respondeu curto e grosso:- “Ora Kátia… já fui traído por pessoas que ajudei e que os tinha como amigos. Não custa nada fazer nova experiência”. Silêncio total no recinto. Não sabe se alguém vestiu a carapuça.
Coronel Jobim
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, sempre dado a fanfarronices e exibições, viajou para o Haiti representando o governo brasileiro fantasiado de militar. Essas suas aparições em público bancando o “coronel” não agradam os comandantes das Forças Armadas, que não toleram sua empáfia e despreparo para a função.
Como se fossem “vestais”
Os deputados estaduais de Alagoas, que no conceito da população não valem lá muita coisa, não se cansam de aprontar das suas. Recebido o Orçamento do Estado para aprovação, sabem da importância de sua aprovação e da necessidade de certa urgência. Não importa o que aconteceu antes, o importante é o agora e o futuro. Mas ai aparece o deputado Sergio Toledo que junto com outros iguais tentam atrapalhar e colocar dificuldades na tramitação. São tão burros a ponto de esquecer que prejudicam a todos. Ou é maldade mesmo?
Sabe o que quer
Perguntei ao ex-governador Ronaldo Lessa como via seu encontro com o presidente Lula marcado para a próxima semana? Respondeu-me com tranqüilidade: – “Sei que o presidente está buscando construir o palanque da Dilma Rousseff em Alagoas, mas só posso avaliar qualquer coisa depois de ouvi-lo. Minha disposição é a candidatura ao Senado e meu candidato a governador é o Cícero Almeida. Não descarto, no entanto, caso o Cícero não queira ser candidato uma candidatura ao governo dentro de um grande e sólido acordo político”.
Perdendo dinheiro
É simplesmente caótica a situação de Defesa Civil nos municípios alagoanos. Levantamento feito recente mostra que dos 102 apenas 4 desse municípios possuem uma Coordenação de Defesa Civil nos moldes exigidos pela legislação brasileira, com pessoal capacitado, estrutura técnica e condições de atendimento e prevenção de desastres. Os prefeitos alegam falta de condições para a instalação e com isto deixam de receber milhões que poderiam ajudar em ações de prevenção, reparação e projetos cujos recursos do podem ser liberados para quem atenda aos requisitos do Sistema Nacional de Defesa Civil. Os prefeitos estão apelando para a ajuda do Estado na solução do problema.
PÉ DE PÁGINA
Vota no governador
O ex-governador Manoel Gomes de Barros disse em entrevista à imprensa: – “Meu voto para governador é de Teotônio Vilela, pelo sério trabalho que está fazendo e pelo muito que poderá fazer por Alagoas em um segundo mandato”.
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