Para refletir: “O PT é o
partido dos trabalhadores que não trabalham, dos estudantes que não estudam e
dos intelectuais que não pensam”. (Roberto Campos)
Sergio Jucá:
Tolerância zero com corrupção
O procurador Geral de Justiça, Sergio
Jucá, todos sabem não é homem de meias palavras. Desde seu ingresso no
Ministério Público como promotor de Justiça tem se destacado pela coragem e
destemor com que enfrenta o lado podre da sociedade. Servidor público zeloso
pelos princípios que norteiam a moralidade e a legalidade fez de sua brilhante
carreira no Ministério Público um sacerdócio em defesa do patrimônio público e
dos direitos individuais, principalmente daqueles que mais necessitam. Chegou ao cargo mais alto de
sua carreira por méritos e reconhecimento à sua conduta ilibada e sua liderança
eficiente.
Em entrevista a vários veículos de imprensa
condenou veementemente a impunidade que estimula o crime contra a Administração
Pública, mas ressaltou que o Ministério Público continuará adotando tolerância
zero com os corruptos.
Ressaltou os “ trombadões” que vivem a
saquear o dinheiro público e apontou a astúcia de “advogados caros pagos
geralmente com o dinheiro roubado” para
conseguir a postergação das condenações.
Disse de sua indignação com alguns
episódios emblemáticos em Alagoas nos quais estão envolvidas altas autoridades
e políticos acusados de corrupção com robustas provas abastecidas por
inquéritos da Policia Federal e do próprio Ministério Público.
E ressaltou o esforço do MP para que
até o final do ano tenha concluído várias ações para que possa apresenta-las ao
Poder Judiciário contra figuras conhecidas de nossa podre política e a
esperança de que as condenações de fato aconteçam.
O procurador Sérgio Jucá quer o que
toda sociedade alagoana também quer. E ele tem a capacidade de fazer acontecer.
Que os ladrões do erário sejam condenados pelo crime hediondo da corrupção.
A arrogância dos
jalecos brancos
Deprimente o
episódio promovido por médicos irresponsáveis e preconceituosos em Fortaleza
vaiando e provocando um grupo de colegas
cubanos que saiam da aula
inaugural do Projeto Mais Médicos. O comportamento dos médicos cearenses teve
grande repercussão na imprensa e nas redes sociais, principalmente devido a
fotografia que mostrava médicas de jaleco vaiando um médico cubano negro.O
ministro da Saúde, Alexandre Padilha, declarou
que a atitude dos profissionais com os médicos estrangeiros foi
truculenta e xenófoba. José Maria Pontes, presidente do Sindicato de Médicos do
Estado
do Ceará (Simec), no entanto, argumenta que a imprensa distorceu os
acontecimentos.
A imprensa não
inventou distorceu nada e os vídeos e fotografias estampados nas redes sociais
mostram claramente isto. Médicos cubanos foram vaiados, hostilizados e chamados
de "escravos" por médicos brasileiros.
Um dos médicos
cubanos vaiados, Juan Delgado, 49, disse que não entende as razões da
hostilidade. "Vamos ocupar lugares onde eles não vão", disse.
Se querem protestar vão para a porta
do Palácio do Planalto vaiar a presidente Dilma e o seu ministro da Saúde. Os
cubanos que aqui chegaram não merecem essa provocação preconceituosa e
xenofóbica.
Na verdade esses médicos brasileiros
são mesmo uns folgados e temem que os cubanos façam o que eles nunca fizeram:
medicina com humanidade.
Reforma
ou Perfumaria?
Planejada
para valer já nas eleições de 2014, a proposta de minirreforma eleitoral elaborada
pelo senador Romero Jucá (PMDB-RR) começou a ser discutida esta semana pela
Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal. Pedido de
vista coletiva adiou sua votação para a próxima semana, mas um dos pontos
polêmicos já foi eliminado pelo substitutivo do relator, senador Valdir Raupp
(PMDB-RO): a redução em um mês na duração da campanha.
Jucá pretendia
transferir tanto o início da campanha quanto o da propaganda eleitoral de 5 de
julho - prazo fixado pela Lei Eleitoral (Lei
9.504/1997) - para 5 de agosto. Raupp não julgou "conveniente"
reduzir o tempo de campanha "sem um debate mais aprofundado sobre o
tema" e propôs 7 de julho como data alternativa
Superada a
primeira divergência, os senadores se debruçaram sobre a proibição de
propaganda eleitoral por meio de faixas, placas, cartazes, pinturas ou
inscrições veiculadas em bens particulares, como muros de residências. O PLS
441/2012 também vetou o "envelopamento" de carros, reduzindo o
tamanho dos adesivos que podem ser utilizados como material de campanha.
Os senadores
petistas Humberto Costa (PE) e Lindbergh Farias (RJ) sugeriram ainda que a
proibição de propaganda eleitoral em imóveis particulares se estendesse a bens
públicos, como calçadas e ruas. Por fim, ambos - com o respaldo do senador José
Agripino (DEM-RN) - defenderam a inclusão no PLS 441/2012 de dispositivo para
inibir o "assalariamento" na campanha eleitoral.
- Já houve
caso de eleição para vereador em que um candidato contratou um número de
pessoas suficiente para ser eleito - comentou Humberto, considerando como ideal
a campanha feita apenas por militantes sem remuneração.
Em linha de
argumentação o senador Pedro Taques classificou de "perfumaria" as
medidas empreendidas por Jucá.
De
Nery sobre Marina Silva
Dos
vários candidatos já esquentando na pista, nenhum fala melhor a língua do que
ela, nenhum se expressa melhor do que ela, nenhum se comunica melhor do que
ela, nenhum apresenta, expõe, defende suas ideias melhor do que ela, nenhum é
mais claro, nítido, transparente, do que ela, a índia, a quilombola, a silvícola,
a rurícola, a seringueira, a negra.
Quem não viu, veja a
autentica entrevista dela ao jornalista Ranier Bragon, na capa da “Folha de S.
Paulo” (“Atos Violentos Extrapolam Limites, diz Marina Silva”). Está toda lá.
Nenhum candidato expressou melhor a “garganta rouca” de Ulysses Guimarães.
(Opinião do jornalista Sebastião Nery sobre a candidatura de Marina Silva a presidente da República).
As verdades de Nonô
Conheço o vice-governador José Thomaz Nonô há muito tempo. Temos a mesma
idade e somos amigos desde a juventude. Nunca o vi com conversa fiada e depois
como homem público com seis mandatos de deputado federal consecutivos sempre
foi o principal nome da bancada alagoana jamais se desviando de sua conduta
exemplar. É um nome respeitado e ainda muito citado no Congresso e na política
nacional. Tem, diferente de muitos, a coragem de dizer e de fazer. Na semana
passada fez críticas a setores da Justiça e da Advocacia. Não disse nada de
novo, pois todos sabemos das mazelas e
das verdades na duas instituições cujas entidades representativas fizeram
publicar notas de repúdio inócuas,
descabidas e despropositadas. Ao que parece preferem o jogo da hipocrisia e a
sujeira embaixo do tapete. Com certeza a sociedade ficou com as verdades
de Nonô.
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