quarta-feira, 19 de outubro de 2011







LIVRO
TESTEMUNHA DE CRIME: VÍTIMA DO ACASO
Paradoxos do Programa de Proteção à Testemunha Ameaçada

Mobilizada pela experiência de atender a uma testemunha ingressa no Programa de Proteção à Testemunha – Provita, a psicóloga e mestre em Sociologia, Jacqueline Leão buscou compreender por que uma política pública que visa proteger o cidadão termina por vitimizá-lo.Após 10 anos de estudo sobre o tema, a autora apresenta os impactos subjetivos e as incongruências do programa brasileiro de proteção à testemunha ameaçada. O acaso, um conjunto de causas imprevisíveis, obriga essas pessoas a participarem de uma experiência desumana e indelével :estar ameaçado, exilado em seu próprio país, desprovido de voz e de qualquer autonomia, sob a tutela de um “outro” que o reconhece como objeto e oferece “proteção” como moeda de troca por seu testemunho. O livro apresenta esse contexto social que coisifica o sujeito e surpreende por seus antagonismos: proteção e vitimização; testemunhoe invisibilidade; direitos humanos e exclusão; questões que são problematizadascom a intenção de trazer para a pauta de discussões as vicissitudes e os paradoxos desse universo.





LIVRO: “TESTEMUNHA DE CRIME: VÍTIMA DO ACASO” - Paradoxos do Programa de Proteção à Testemunha Ameaçada.




AUTORA: JACQUELINE LEÃO






LANÇAMENTO: 20 DE OUTUBRO (QUINTA FEIRA)
LOCAL: ARMAZÉM UZINA JARAGUÁ -Rua Sá e Albuquerque, 367Jaraguá – Maceió.
Horário: 20hs às 23hs
EditoraEDUFAL





Jacqueline Nobre Farias Leão
Mestre em Sociologia pela Universidade Federal de Alagoas – UFAL, Pós-graduada em Psicologia Jurídica pela Faculdade de Alagoas – Estácio de Sá – FAL, graduada em Psicologia pelo Centro de Estudos Superiores de Maceió – CESMAC, membro doNúcleo de Estudos sobre a Violência em Alagoas da Universidade Federal de Alagoas – NEVIAL e Diretora do Instituto Cidadão.

_______________________________________________
ASCOM/INSTITUTO CIDADÃO

Nenhum comentário:

Para refletir : Renan Calheiros e Romero Jucá, eleitos os campeões nacionais da propina. Fazem inveja à Geddel das malas. Brasília e...