Para refletir: “Qualquer que fosse a decisão do governador, estaria a
seu lado, em qualquer circunstância”. (Álvaro Machado ensinando ética, lealdade e respeito, aos que traíram vergonhosamente).
A NOTA DOS TRIADORES
Pífia, desconectada e covarde
Confesso que não tive
acesso à “nota de repúdio” que seria publicada e distribuída com a imprensa
pelas lideranças dos partidos que traíram o governador e se debandaram para
“ninhos” que lhes pudessem dar melhores “vantagens”. Sua circulação foi
acanhada e praticamente se limitou aos corredores de algumas instituições. Na
imprensa apenas li alguns trechos que não me surpreenderam pelas origens e
posturas éticas de seus subscritores.
Não tiveram a coragem
de um confronto direto, mas preferiram seguir os caminhos dos subterfúgios
rasteiro e bem característico àqueles que nada têm para dizer diante de fatos e
atos que os desabonam.
Tentaram,
grosseiramente, atingir o secretário Álvaro Machado, um homem cordato, com
história de dignidade para contar, respeitado por toda a sociedade alagoana,
diferente de muitos dos traidores autores da nota.
Álvaro Machado cumpre
o papel de articulador político do governador que deposita nele uma merecida e
reconhecida confiança, em retribuição a sua capacidade de dar equilíbrio nas ações
e se fazer acreditado por sua competência no desempenho de suas atribuições.
Mostrou apenas o que
todos sabiam: “Eduardo Tavares é o candidato do governador Teotônio Vilela” e
do grupo que o segue. Qualquer outro que pretendeu que assim não fosse, o fez
por conta própria e até irresponsavelmente. Deu um recado duro a um grupo de
seguidores de outra candidatura: que o palácio só tem um candidato: Eduardo
Tavares.
O senador Benedito de
Lira sempre foi candidato dele mesmo e se esperou ser o candidato do governador
seria muito ingênuo (coisa que nunca foi) ou se imaginou “ungido” para uma missão que
não lhe está reservada. Há muito ouço de cada um dos palacianos e das pessoas
mais próximas do governador que não haveria hipótese de se abraçar a
candidatura de Benedito de Lira, por fartos e justificáveis motivos narrados.
Sei disso há seis meses, Será que ele não sabia?
Onde está a
chantagem?
Os
lideres dos partidos traidores chegam a falar em “chantagem”, o que seria
“falar em corda em casa de enforcado”. Há muito mais possibilidade no perfil
histórico de alguns dos subscritores da nota do que nas vias do Palácio do
Governo, até porque não tinham nenhum motivo para chantagear. Se valorizaram
demais e se julgaram “os donos dos votos”, num blefe que não deu certo e ficou
extremamente visível a má fé e o oportunismo.
Cada um com sua
traição
Por
mais que os traidores queiram, cada um a seu modo, justificar o gesto com
desculpas esfarrapadas, acusando pessoas e criando “factoides” todos sabem que não há argumentos que possam convencer de
que tudo não intencionalmente planejado e executado cada um tratando de defender o seu quinhão e sua
sobrevivência pessoal. É assim que eles agem, é assim que eles são.
Resta
agora aguardar como se sairão nas urnas em outubro esse rol de políticos que
estão marcados com a tinta suja da traição. Acredito que cada eleitor, cada
segmento da sociedade terá as informações suficientes para fazer sua analise e
condena-los ou absolver,
Fica
mais difícil,
Mas
está melhor assim
Por unanimidade
de seu plenário, o Tribunal Superior Eleitoral confirmou esta semana que Alagoas
vai perder uma vaga de deputado federal já nas eleições deste ano: diminuirá de nove para oito os integrantes a bancada na Câmara.
Na
Assembleia Legislativa a coisa é mais grave pois também terá uma redução de
três cadeiras em disputa de outubro.A decisão dificilmente será revertida e isto criará ainda mais dificuldade aos pretendentes as vagas na Assembleia e Câmara Federal
Pelo deplorável nível de nossos parlamentares é melhor que seja assim. Quando menos melhor.
O que falou Eduardo Tavares
Em meio a
compromissos políticos e encontros com representantes de diversos segmentos
sociais e econômicos do Estado, o procurador de Justiça e pré-candidato do PSDB
ao governo do Estado, Eduardo Tavares, concedeu entrevistas a emissoras de
rádio da capital e interior de Alagoas. Entre os questionamentos, Tavares
apresentou suas ideias principais para áreas de importância fundamental para a
condução dos rumos do Estado, como segurança pública, educação, saúde e
economia, considerando que seu nome seja confirmado pelo partido na convenção a
ser realizada em junho. O pré-candidato também aproveitou os espaços nas rádios
para se apresentar aos alagoanos, falando de sua trajetória desde a juventude
em Traipu, município onde nasceu e onde exerceu mandato de vereador aos 18 anos
de idade, sua atuação como jornalista, professor, até seu ingresso no
Ministério Público Estadual, órgão que comandou entre os anos de 2009 e 2012.
Por sua experiência
na Procuradoria Geral de Justiça, como presidente por quatro mandatos da
Associação do MPE de Alagoas (Ampal) e como vice-presidente da Confederação
Nacional do Ministério Público (Conamp), Tavares diz sentir-se preparado para
disputar o cargo maior do Poder Executivo em seu Estado. “Eu me sinto muito à
vontade para governar o Estado de Alagoas.
(Pré-candidato ao Governo pelo PSDB)
O
deputado federal Renan Filho tem semanalmente lotado sua agenda de atividades e
encontros com lideranças comunitárias e empresariais com o proposito de conversar
e colher ideais desses setores para a construção de seu programa de
governo a ser apresentado em breve aos alagoanos. Esta semana fez uma pausa
para ir a Brasília ter encontro com a presidente Dilma Rousseff de quem recebeu
todo o apoio à sua candidatura.
“O apoio
da presidente Dilma e do ex-presidente Lula são fundamentais para que a gente
possa dar substância ao nosso projeto de governar Alagoas. São exemplos de
sucesso dessas políticas públicas a interiorização da Universidade Federal de
Alagoas (Ufal), a expansão do Ifal e dos programas sociais como Bolsa Família e
programas para os pequenos agricultores, como o PAA, o Bolsa estiagem e Auxílio
Seca. Portanto, o apoio da presidente Dilma é fundamental nessa pré-campanha.
Além disso, temos um compromisso de fazer um governo preocupado com as áreas
sociais, principalmente com aquelas onde se presta políticas públicas fins para
a população, como educação e saúde. Portanto, o apoio do governo federal será
imprescindível para que a gente possa garantir os recursos para estas ações”. (
Pré-candidato ao Governo pelo PMDB )
Vingança
em prato quente
A frase conhecida é “a vingança é um prato que
se come frio”, mas pelo que ouvi e senti a coisa não vai ser bem assim com
relação àqueles que se refastelaram com
as mordomias e as excelentes vantagens politicas ( e outras) do governo
Teotônio Vilela e no final da gestão pularam do barco . Sabe-se que em algumas
das secretarias a coisa é tão escabrosa que o mínimo de fiscalização vai
encontrar “na superfície” broncas das mais pesadas que se possa imaginar. Fala-se até no interesse para que os órgãos
de Controle Externo ( Ministério Público e Tribunal de Contas) façam uma
varredura para que os novos gestores trabalhem com segurança. Uma coisa é
certa: o passado poderá ferrar com muita gente .
A CHARGE DA SEMANA
Por Roque Sponholz
Publicado também no Jornal Extra, Jornal Tribuna do Sertão, Jornal Tribuna Alagoana, Site Tribuna do Agreste, Site Tribuna do Sertão, Portal de Notícias Acesse Alagoas.


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