terça-feira, 20 de agosto de 2013

União dos Palmares recebe projeto de capacitação de servidores públicos estaduais

 
Servidores públicos do Estado estão tendo cinco dias de capacitação na região de União dos Palmares
 

Teve início nesta segunda feira (19) na cidade de União dos Palmares, mais um módulo do Projeto Escola de Administração Pública, realizado pela Secretaria de Estado da Gestão Pública através da Escola de Governo e do Instituto Cidadão, com o objetivo de promover a capacitação e o aperfeiçoamento para servidores públicos da região Agreste.

O programa já percorreu este ano as regiões de São Miguel dos Campos, Arapiraca, Piranhas, Delmiro Gouveia e Palmeira dos Índios e vem obtendo destacado sucesso em sua realização capacitando milhares de servidores nos três últimos anos de atividades continuadas. Diante de inúmeras demandas reivindicada pelos  municípios está em sua terceira etapa e até o final do ano ainda atenderá as  regiões de Viçosa, Penedo, Arapiraca e será encerrado em novembro com a realização de ampla capacitação em Maceió.

Este o ano a nova fase do programa teve inicio na região de São Miguel dos Campos e tem como tema “A INOVAÇÃO DA GESTÃO PÚBLICA com 40 horas/aula abordando as disciplinas: Redação Oficial e Atualização Ortográfica; Comunicação Assertiva no Trabalho e Ética no Serviço Público; Gestão de Conflitos e Mudanças e Gestão Eficaz do Tempo; Desenvolvimento de Equipe  e Liderança (Pró Atividade);Atualização Técnica e Procedimentos  Administrativos da Perícia Médica.

O programa denominado PROJETO ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA III busca desenvolver ações de forma integral e abrangente e tem como objetivos primordiais promover o desenvolvimento institucional, a política de gestão de pessoas e o aperfeiçoamento dos serviços prestados a comunidade e garantir: o desenvolvimento do servidor, propiciando ampla reflexão acerca da missão da Instituição e do seu papel enquanto profissional, da sociedade em que vive e atua e sobre os caminhos de construção da cidadania; a capacitação do servidor para o exercício das atividades de forma convergente com a missão da Instituição; o aprimoramento e inovação dos processos de trabalho e assimilação de novas linguagens e tecnologia e o desenvolvimento dos servidores visando a melhoria dos serviços prestados e ao cumprimento de seus compromissos sociais, fundamentados em sólidos valores morais e democráticos. 

O Projeto Escola de Administração Pública é gerenciado pela Escola de Governo de Alagoas e as ações pedagógicas são desenvolvidas por instrutores e facilitadores do Instituto Brasileiro de Municipalismo, Cidadania e Gestão – INSTITUTO CIDADÃO.

Fonte: Ascom/Instituto Cidadão
Fotos: Eliú Almeida

sábado, 17 de agosto de 2013


 

Para refletir: “A agenda positiva do Congresso não tem sido suficiente para atender às reivindicações do povo. É preciso a construção de uma proposta "diferente" de modo a incorporar as "idéias e sonhos" dos brasileiros. ( Senador Cristovam Buarque).

Os gritos das ruas já não os incomodam

O senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP) foi duro na Tribuna do Senado se referindo a matérias na imprensa, mostrando que senadores usam a verba indenizatória oficial para abastecer jatinhos e pagar hotéis de luxo. “Isto  mostra um descompasso da instituição com a sociedade”. Para Ranfolfe, as informações revelam que a aprovação de projetos em consonância com os pedidos das ruas, nos últimos dois meses, foi pontual: - Parece que as ruas estão falando um monte de coisas, mas que o Senado não está ouvindo. É um perigo para a democracia quando as instituições se autodesmoralizam.

Pretensamente se tenta fazer uma reforma, mas o que tem que mudar são os comportamentos e a estrutura do funcionamento do Senado. Não adianta tentar responsabilizar os salários dos servidores, como se fosse a grande mazela, se não se corta no principal, que são os privilégios dos parlamentares. O maior problema é comportamental.

O senador disse ainda que o chamado grupo independente do Senado - formado por ele e pelos senadores Pedro Taques, Jarbas Vasconcelos e Ana Amélia Lemos – vai se reunir  para debater esta pauta negativa do Senado e a falta de sintonia com “o grito das ruas”. Denunciou  também  a ameaça que ele teria sofrido de um parlamentar líder de partido quando defendia a aprovação imediata do projeto que prevê a exigência de ficha limpa para a contratação de assessores para o Congresso. – O projeto foi aprovado nesta terça feira pelo Senado. Não me curvarei, não vou ser intimidado, não vou ser coagido e ameaçado. Os únicos inimigos que cultivei na minha vida são ligados ao crime organizado. Não concordo com a utilização de senador como instrumento de revanche, com ameaça e constrangimento para vendeta privada.

O senador que recebeu solidariedade de vários colegas traduziu em seu discurso a inquietação de alguns congressistas com om jogo de cena praticado no Senado Federal onde os comportamentos nos bastidores não correspondem ao que é dito no plenário e muito menos do que a sociedade cobrou e espera soluções.

Na verdade “o grito das ruas” que parece acomodou-se e precisa reaparecer, causou um temor temporário a deputados e senadores que não são lá de boa convivência com o moral e o legal, mas por falta da continuidade dessa reação  da sociedade nada acontece de novo nas entranhas putrefatas do Congresso Nacional. Continuam podres como antes e afrontando a sociedade.

A Assembleia pode mudar?

Esta semana um fato me chamou a atenção em especial. A “nota técnica” emitida da lavra do procurador geral da Assembleia Legislativa, Fábio Ferrário, com aprovação da Mesa Diretora. No meio de um turbilhão de denúncias atingindo de frente os integrantes da Casa aparece algo coerente e se colocado em prática muda radicalmente a cara e corpo do carcomido daquele  poder. É bom aguardar para ver a reação dos demais deputados pois nem todos gostariam de ver nada mudando por ali porque vai atingir-lhes diretamente os bolsos e as costumeiras práticas nocivas de acharem que tudo podem. A nota estabelece mecanismos de controle interno, moralização e vai além: recomenda uma postura renovada da Assembleia no trato com a coisa pública. a valorização do servidor que de fato trabalha e o investimento na capacitação e aperfeiçoamento desses funcionários. A Assembleia tem uma biblioteca “invisível” para a qual são locados recursos todos os anos e não se acha um livro para ler ou pesquisar e também uma “Escola Legislativa” que tem até “diretor”  e nunca ensinou nem um “bê-á-bá”, sequer para seus servidores ou parlamentares, que teriam muito que aprender. Se as mudanças acontecerem vão causar surpresa, com certeza.

Milho no galinheiro

A Comissão Mista de Orçamento do Senado aprovou esta semana matéria que abre crédito extraordinário de R$ 1,5 bilhão para auxílio financeiro aos municípios.

Os recursos deverão chegar a todos os municípios com distribuição proporcional, de acordo com as regras do Fundo de Participação dos Municípios (FPM).Na opinião do deputado Claudio Cajado (DEM-BA), a inclusão de verbas para os municípios é uma “excepcionalidade”, que não deve voltar a ocorrer.

- Fizemos para atender aos prefeitos do Brasil afora, que fizeram pedidos com pires na mão na marcha. O governo precisa ter capacidade de gestão para agir - declarou.

Resta agora saber o que tantos prefeitos irresponsáveis e desonestos farão com o dinheiro que chegará as prefeituras? Como é boa uma farra com o dinheiro da gente.

Uma Câmara  de “negócios”

Não é nada bom o ambiente no plenário da Câmara de Vereadores de Maceió. Aliás, nunca foi, pois as tratativas ali e em seus gabinetes não são as mais recomendáveis para “menores de idade”. A hipocrisia leva alguns edis declarar cinicamente que “ aqui  é uma casa de plurais”. Eles brigam entre si apenas em busca de espaços políticos e mais dinheiro para suas “necessidades” sem ligar a mínima para os interesses da comunidade. Praticam politicagem de quinta categoria e mostram-se constrangidos, pois toparam com um prefeito que não se dobra à costumeira chantagem e barganha de intenções canalhas. Sobre a luta intestina na qual cabem traições, ameaças e acordos espúrios na Câmara de Maceió fala o vereador pastor João Luiz “não é a primeira vez que há uma luta em surdina para se barrar um projeto de lei. Longe dos holofotes, da honesta discussão em plenário, mas simplesmente medindo forças nos bastidores”. Dessa podridão os que sobram não dão os dedos de uma mão.

A burrice do PT

No quesito desonestidade está provado que os petistas são competentes, como o são também na arte de “negociar” cargos e espaços no poder que  lutam pra não largar tão cedo. Mas como são incompetentes no trato com a política e as composições eleitorais partido sai sempre a reboque de outras siglas e quando inventa diferente é um desastre. Refém de caciques  de outros partidos aliados os petistas alagoanos têm sempre se dobrado aos encantos da expectativa de poder ou por alguns trocados. Um dos poucos valores éticos que possui, aliás, o seu melhor valor, é descartado pela maioria burra talvez por não aceitar sua excessiva postura  moral. O nome do deputado Judson Cabral, a representatividade mais valiosa do petismo alagoano, sempre é desdenhado por aqueles que preferem a via da marginalidade e da improbidade, coisas que ele abomina.

Criatura e criador em choque


O ex-prefeito Cicero Almeida, alvo de uma enxurrada de denúncias de improbidades em suas duas desastrosas gestões não teve dúvidas em culpar secretários e auxiliares pelos erros e desvios de conduta administrativa apontados pelo Ministério Público,  na busca ensandecida de fugir de algumas condenações que se encaminham em sua direção. Está agora a receber o troco  que justamente parte de uma de suas “criações” o  engenheiro Mosart Amaral, que era inclusive o seu preferido candidato a prefeito em sua sucessão. Sobre novas acusações de supostas irregularidades ele diz:” Quem tem que falar é o  ex-prefeito .  Eu não tenho que dizer nada”. Já se comenta que outros ex-auxiliares de Almeida estariam em grau de insatisfação no limite o que poderá trazer mais transtornos e novas revelações.

Dispolitizando a corrupção

Em sua estreia no julgamento do mensalão, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso afirmou que a corrupção não pode ser politizada, descolando, desta forma, o esquema ocorrido em 2005 do PT. "Não existe corrupção do PT, do PSDB ou do PMDB. Existe corrupção. Não há corrupção melhor ou pior, dos ‘nossos’ ou dos ‘deles’. Não há corrupção do bem. A corrupção é um mal em si e não deve ser politizada", disse o ministro Barroso em seu voto, tornando-se o destaque da sessão que retomou o julgamento ao analisar recursos dos condenados.Ao embasar seu voto, Barroso comparou o mensalão - inclusive os valores envolvidos - a outros escândalos de desvios de recursos públicos. E afirmou que a lista de casos recentes de envolvimento de políticos em esquemas de corrupção é uma consequência do modelo político eleitoral brasileiro. O ministro será o relator do chamado "mensalão mineiro", que atinge políticos do PSDB, no STF

domingo, 11 de agosto de 2013


Para refletir: A Assembleia Legislativa de Alagoas nunca foi a “Casa do Povo”.  Muito pelo contrário , ali  as práticas sempre foram contrárias ao legal , ao moral e  o interesse público”.

Uma Assembleia Divina

A Assembleia Legislativa de Alagoas é um paraíso habitado por santos, anjos, arcanjos e querubins. Todos filhos de Deus e muitos afilhados ou parentes de algum santo da prestígio. Têm também mamães, papais, filhos e filhas, sobrinhos e até “aderentes” a receber os beneplácitos dadivosos e a dividir o “maná” não tão sagrado daquele “Éden”. Tudo vivia na mais completa calmaria, desfrutando das benesses paradisíacas, mas eis que chega um “capeta” para transformar as vida de todos num inferno. 

Este “capeta” tem nome: deputado João Henrique Caldas, um jovem de primeiro mandato que inconformado com o odor dos intestinos putrefatos daquele poder decidiu tal qual um “Dom Quixote”  da modernidade, sem o seu Sancho Pança e o cavalo Rocinante atacar o mal com todas as suas forças e os argumentos de provas incontestes  que escancaram os cofres mutilados da Assembleia Legislativa, não surpreendendo, mas chocando a sociedade alagoana.

Na história de Cervantes Dom Quixote era considerado um demente, um louco, que via nos moinhos, verdadeiros dragões os quais precisava vencer. Sua filosofia de vida era a de destruir o mal e defender os mais fracos. Em verdade sua contribuição de vida é o da boa loucura, da vontade ilimitada em fazer o bem, sem olhar a quem.

E assim é considerado por alguns o parlamentar que sozinho, sem apoio institucional, sem apoio político teve a coragem de enfrentar o poderio de muitos e  desvendar por vias judiciais os mistérios não tão misteriosos que há anos e muitas legislaturas corroem não epanas o erário, mas também a moral do poder Legislativo.

As acusações do deputado

Com demonstrativos bancários, coneguidos graças a determinação judicial, o deputado JHC veio a público com denúncias de efeito devastador deixanbdo evidente a má versação do dinheiro público por membros da Mesa Diretora da Assembléia beneficiando a maioria dos parlamentares, familiares e apadrinhados políticos. Repito que o fato não foi surpreendente, pois todos sabiam ou pelo menos desconfiavam que algo de errado deveria estar acontecendo com o dinheiro destinado à manutenção das atividades legislativas através de um gordo e absurdo duodécimo.

O corajoso deputado viu e agiu quando os que tinham obrigação da fazê-lo nunca o fizeram. Onde estavam o Tribunal de Contas do Estado, o Ministério Público, a Receita Federal, O Ministério Público de Contas e todos os que deveriam cuidar e proteger com rigor o Controle Externo? Missão que lhes é conferida pela Constituição.

E o nosso Dom Quixote teve que em uma estafante e perigosa jornada de cidadania buscar provas, reunir documentos, argumentar pontos de uma denúncia bem fundamentada. Depois, já que aqueles que deveriam não se manifestaram em seu apoio iniciou uma perigrinação levando ao Ministério Público,  Judiciário, Receita Federal, Polícia Federal, Tribunal de Contas e MP de Contas e abrindo para a imprensa a farta documentação que comprova que “há algo no ar além dos aviões de carreira”.

Pirão com muita mexida

Ao receberem as graves denúncias os que as recepcionaram se mostraram alarmados com o tamanho da gravidade. Alguns se manifestaram de pronto, outros preferiram calar, talvez até por vergonha de alguém ter feito o papel que lhes cabia. Agora todos estão munidos das provas e das avidencias dos supostos crimes cometidos na Assembleia. Quem será o primeiro a se manifestar? Ou melhor: alguém vai se manifestar? Alguns criaram comissão para analisar a documentação, outros passaram o caso para o “relator”, e houveram os que  prometeram “ agilidade na apuração”. Quem acredita nisso? Talvez nosso “herói  de La Mancha” em sua loucura sagrada acredite. Mas o povo, esse com certeza não confia.

A culpa é da Caixa

O ilustre presidente da Assembléia Legislativa, deputado Fernando Toledo, acuado com as denúncias não teve dúvidas: “ A culpa é da Caixa Econômica por erros nas transferências. São lançamentos indevidos e depois estornam das contas. Todas as informações são legais e dentro dos limites constitucionais”. Será que imagina que somos todos idiotas para a acreditar nessa conversa mal contada. Ele deve acreditar em sua “verdade”, mas nós?

CPI: Raposa investiga galinhas

Certamente com o intuito de tirar de foco as graves denúncias contra a Mesa Diretora da Assembleia o “assíduo e atuante” deputado Olavo Calheiros  sugeriu a criação de uma CPI para apurar o caso. O fato não é cômico, mas é trágico. Seria mais ou menos assim: uma comissão de deputados com o objetivo de apurar seus próprios erros, expor as vísceras de cada um , denunciar os culpados e mostrar a todos nós a “verdadeira história do desvio de milhões dos cofres públicos”.  Para quem acredita em Papai Noel, Fadas e Duendes, uma história de muito encanto. Para quem conhece a Assembleia e seus integrantes uma proposta atrevida e provocativa.

 Falando asneiras

O deputado Jeferson Morais outro “arauto da moralidade pública” quando deveria estar ao lado de seu colega e envergonhado pela exposição ironizou o autor das denúncias insinuando que este “entendia de mídia”. Denunciar falcatruas deputado não é buscar aparecer, mas sim defender a dignidade e  o interesse público, que talvez desconheça. Se a mídia dedica espaço ao deputado JHC é porque como a sociedade está indignada e a exigir apuração rigorosa dos fatos. Sem saber o que estava falando  acrescentou Moraes: “Duvido que a Assembleia tenha fiscalizado qualquer órgão público deste estado. E o nosso papel de fiscalizador”. Um tiro no próprio pé.

 Tudo especulação

Na visão equivocada de outro parlamentar, Marcelo Victor “ tudo não passa de especulações veiculadas pela imprensa”. Das duas uma: enlouqueceu ou quer nos fazer de ótarios. Desdenhou das denúncias e menosprezou a inteligência de quantos se indignaram com as fartas e robustas provas das trapalhadas financeiras que vêm sendo cometidas.

Minha conclusão dos fatos

Para Jean-Jacques Rosseau, conhecido filósofo suíço e teórico político, todo homem nasce bom, mas o meio o corrompe. Já outros filósofos como Maquiavel, Moore e Hobes defendiam que todo o ser humano é mau por natureza e é preciso domesticá-lo, impor-lhe a lei e sujeitá-lo a penalidades.

E agora? Mudamos o meio ou as leis? Por ora, já que ninguém ainda encontrou uma solução, prefiro pensar que nem todo o político é corrupto ou de alguma forma desonesto. Só não achei ainda um que pudesse me provar isso.

domingo, 4 de agosto de 2013


Para refletir: A presidente Dilma tentou pegar carona na visita do papa ao mostrar o governo petista como protagonista de uma cruzada global contra a miséria. O papa sabia que era tudo mentira.

Um Congresso comprado

Os deputados e senadores sabem perfeitamente da fragilidade da presidente Dilma e seu desastroso governo. Conhecem o seu despreparo para o trato político, seu destempero e até a sua falta de educação. As pessoas à sua volta não a respeitam, apenas temem. Todos já sabiam, mas ela fez questão de dizer  que o presidente Lula “não saiu do governo”, então ela continua sendo o “poste” e ele ao que se percebe  dá as ordens.

Insatisfeita com a articulação política do Palácio do Planalto, que é um desastre sem precedentes e aproveitando o desgaste na popularidade da presidente , a base aliada do governo prepara, agora na retomada dos trabalhos no Congresso, a votação de um conjunto de projetos que desagradam o Planalto.

Na Câmara, o governo deve enfrentar dificuldades já nas primeiras sessões. Os deputados precisam concluir a votação do projeto que destina receitas de petróleo para educação (75%) e saúde (25%). O governo queria 100% para educação.

Também enfrenta resistência palaciana a proposta do Orçamento impositivo para as emendas parlamentares, uma das bandeiras do presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN).

Alves marcou a votação do texto para 6 de agosto na comissão especial e pretende levar o projeto ao plenário no dia 7. O governo alega que tornar obrigatória a execução das emendas pode engessar o Orçamento. Hoje a liberação do dinheiro não é obrigatória, o que leva o Executivo a usar esse mecanismo como moeda de troca nas votações.

No Senado, os projetos que mais incomodam o governo são o que dá o passe livre para estudantes no transporte público e o que destina 10% da receita corrente bruta da União à saúde. Eles podem provocar um rombo de R$ 45 bilhões nos cofres públicos.

Há ainda preocupação com os vetos de Dilma: desonerações de produtos da cesta básica, rejeição da licença hereditária para taxistas, fim da multa adicional do FGTS em casos de demissão sem justa causa e mudança na divisão dos recursos do Fundo de Participação dos Estados.

O “poste” e seus aloprados montaram uma operação para tentar reduzir os riscos de derrota em votações nos próximos dias.

Para acalmar os ânimos, dona Dilma resolveu mexer no "bolso".  Em reunião com  ministros e assessores no Palácio da Alvorada, autorizou a liberação de R$ 2 bilhões em emendas feitas por deputados e senadores ao Orçamento da União.

Em outras palavras autorizou a compra de cada voto contrário na Câmara e no Senado. É na verdade um camuflado “mensalão” com o qual certamente a grande maioria dos salafrários das duas Casas aceitará e continua tudo como dantes nos plenários podres do Congresso Nacional.

Será que já esqueceram “o grito das ruas” e a indignação da sociedade organizada?  Já não temem mais uma invasão revoltada na Câmara e no senado obrigando-os a tomar vergonha e votar com dignidade? Que eles não brinquem com o que viram e se assustaram. O Congresso não pode ser comprado.

Peripécias de um derrotado

O ex-prefeito Cicero Almeida deveria ter vergonha de vir a público na maior cara de pau fazer defesas pífias, inverossímeis e até provocativas sobre sua desastrosa e imoral administração. Escolheu péssimos auxiliares para as áreas importantes da Prefeitura, pessoas que por apego aos cargos e ao dinheiro tudo faziam para agrada-lo, e agora ele mesmo joga pedras nos incompetentes que o serviram por anos e que por ele eram exaltados e até “glorificados”.

Usa de metáforas de periferia, de onde nunca deveria ter saído, para  tentar justificar o injustificável e ainda tem a coragem despropositada de criticar o prefeito Rui Palmeira pelo seu zelo com a Administração nos quesitos moral e legal, coisas com as quais ele não soube conviver.

Processado por improbidade quer jogar a responsabilidade para seus ex-secretários, que eram medíocres ao ponto de cometer crimes cumprindo suas ordens desequilibradas e desonestas. Aproveitou em sua ensandecida entrevista e defendeu o trabalho de OSCIPIs  suspeitas que em seu governo fizeram uma grande farra com o dinheiro público e que Rui Palmeira acabou.

Cicero Almeida foi uma grande farsa que o voto equivocado do povo de Maceió  elegeu duas vezes e que hoje paga um alto preço.

A caminho a cadeia

O STF (Supremo Tribunal Federal) confirmou nesta quinta feira que o julgamento dos recursos do mensalão começará no próximo dia 14.. Todos os 25 réus condenados no julgamento entraram com recursos no Supremo.

"O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Joaquim Barbosa, informou  que o julgamento dos embargos de declaração na Ação Penal 470 será iniciado no dia 14 de agosto, a partir das 14 horas. Os gabinetes dos ministros do STF foram informados quanto à data de início do julgamento.

O presidente da Corte, ministro Joaquim Barbosa, já havia dito que pretendia levar os embargos (nome dado aos recursos nesta instância) ao plenário na terceira semana de agosto.

O Brasil estará de olho e as manifestações deverão acontecer na porta do STF a partir da próxima semana. As ruas irão sim, cobrar a confirmação de cadeia para os ladrões.

Arapiraca sai na frente

A Administração da prefeita Célia Rocha vai caminhando em novos e seguros trilhos após muito trabalho para “arrumar a casa” e ajustar as finanças da maior cidade do interior alagoano. A prefeita e sua equipe com muitos “craques”  começam a mostrar serviço e dar exemplos concretos. Hoje (sexta feira) durante todo o dia estará sendo discutido o programa “Arapiraca Garante a Primeira Infância - AGAPI”, ação revolucionária que tem como objetivo promover políticas públicas articuladas, de qualidade, visando o desenvolvimento  físico, mental, afetivo, cognitivo e social da criança, da mulher e da família.

Prestigiando o acontecimento fará palestra o deputado federal Osmar Gasparini Terra, presidente da Frente Parlamentar da Primeira Infância. Á frente do programa a professora Cícera Pinheiro, conhecida por seus projetos de resultados. Anote: este programa ganhará o país.

Tempo final

O governador Teotônio Vilela vai se aproximando do final de seu governo e carrega com ele vitórias e frustrações. Comandou um competente Ajuste Fiscal, coisa nunca vista em governos anteriores, assiste o notório desenvolvimento empresarial e econômico gerando empregos e diminuindo a miséria na capital e interior, graças a  uma política de incentivo fiscal atraente e comprometida e a credibilidade reconquistada aqui e lá fora, além de outros vários fatores positivos. Por outro lado sofre dores profundas com uma educação em frangalhos (a pior do país), ações sociais acanhadas e principalmente a falta de comunicação e o marasmo de grande parte de sua equipe. Exigiu “pressa”, mas foram poucos os que atenderam sua  determinação. Há uma preguiça, uma indolência e uma falta de compromisso de alguns gestores em pontos vitais e isto poderá lhe trazer prejuízos políticos irreversíveis. É um homem inteligente e sábio com a política. Mas, ainda é tempo para se fazer alguma coisa?
Cuidado: menor ao volante
Enquanto a sociedade brasileira clama pela redução da maioridade penal, os crimes praticados por “menores” vão se sucedendo e o Congresso Nacional não está nem ai para esta comoção que apavora todos.

São tão cínicos e é tão pouca a sintonia com o povo que passam a dar prioridade a um absurdo projeto que trata da antecipação da idade mínima para dirigir, de 18 para 16 anos. O autor da proposta é o obtuso senador evangélico Magno Malta (PMDB/ES) e a matéria já está na Comissão de Direitos Humanos. No entanto se depender do sensato relator, senador Randolfe Rodrigues (PSOL/AP), o projeto não passa.

Pelo visto o autor da matéria e os que o seguem não estão nem ai para a violência de um transito que tira muitas vidas todos os dias.

domingo, 28 de julho de 2013


Para refletir: “Os trombadões da vida pública têm grandes advogados, caríssimos, quase sempre pagos com o dinheiro que foi desviado do erário”. (Sérgio Jucá – Procurador Geral de Justiça).

Visita à “Casa dos Horrores”

Realmente não sei o que passa pela cabeça desses nossos desvairados  políticos. Em destaque no site do Senado Federal a informação de que Nas férias de julho, os interessados em conhecer a história do Senado e da Câmara terão mais opções de horários para participar das visitas guiadas gratuitas ao Congresso. Além disso, turistas estrangeiros têm horários fixos para visitas guiadas em outros idiomas.

Brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de “conhecer a história do Congresso Nacional”. Uma mentira deslavada, hipócrita e vergonhosa. Mostrarão simplesmente a “casca”, pois o conteúdo é impróprio para o cidadão de qualquer idade ou nacionalidade.

Em um desabafo honesto como é seu estilo o ex-deputado Fernando Gabeira diz do Congresso Nacional: “Conheço os passos dessa estrada porque transitei nela 16 anos. O mensalão significou o ato inaugural, a escolha do tipo e da natureza de alianças políticas governo petista. Significou a compra de votos dos partidos, uma forma de reduzir o Congresso a um balcão de negócios. Em seguida vieram as medidas provisórias (MPs). Governar com elas é roubar do Congresso tempo e energia para seus projetos. A liberação das emendas parlamentares era a principal compensação pelo espaço perdido. Os negócios, como sempre, são o centro de tudo. Negócios, trambiques, maracutaias e, como diziam Os Paralamas em 2003, “é lobby, é conchavo, é propina e jeton”. Uma década depois, vendo o Congresso idêntico à sua caricatura, pergunto quando é que nos vamos dar conta dessa perda, desse membro amputado de nossa anatomia democrática.”

A longa lista de escândalos do Senado brasileiro chegou às páginas da revista britânica "The Economist", uma das mais conceituadas do mundo. Com o sugestivo título de "Casa de Horrores", a publicação relembra vários casos escabrosos registrados nas duas Casas do Congresso brasileiro e seus principais personagens todos muito conhecidos nossos.

Com o irônico subtítulo "O que os parlamentares britânicos podem aprender com os senadores brasileiros" - por conta de escândalos na Inglaterra em que deputados foram pegos usando dinheiro público para pagar contas particulares

Ao ser criado em 1824, o Senado era uma casa de fidalgos, inspirado na Câmara dos Lordes. Seus membros eram escolhidos com base na experiência de administração pública e nos serviços prestados à Pátria. Passados os anos, um terço da atual composição do Senado responde a inquéritos no Poder Judiciário. Pior: muitos deles são suplentes, que desfrutam das benesses do mandato sem ter recebido um só voto nas urnas.

É este o Congresso que pretendem mostrar aos visitantes brasileiros e estrangeiros? Deveriam ter vergonha.

Respeito é bom

Esta semana em uma reunião entre o prefeito de Maceió e empresários do setor de transporte coletivo um dos participantes do encontro naturalmente se achando no direito de ser desrespeitoso com uma autoridade fez uma provocação graciosa se dirigindo a Rui Palmeira que reagiu de pronto ao ato grosseiro se retirando do local, dando antes a resposta educada e precisa como é o seu estilo.

É bom lembrar ao desavisado empresário e aos demais, que mesmo nascido e criado com educação, ser um homem cordato e um administrador aberto ao diálogo, em momento algum demonstra tolerância com provocações irresponsáveis, muito menos pressões intencionalmente maliciosas. Esse é o Rui que eu conheço e não vai mudar.

Olho por olho

Na sofrida e conturbada história da licença ambiental para a construção do Estaleiro Eisa em Alagoas todos sabemos dos entraves, dificuldades “fabricadas” pela má vontade  de alguns setores, a burocracia intencionalmente travada do IBAMA e até a falta de vontade de política de setores de Brasília. Quase à exaustão finalmente o problema foi resolvido e as perspectivas sociais e econômicas de Alagoas  mudam de figura.

Esta semana lia em um dos principais jornais do país matéria na qual o senador  Renan Calheiros era criticado  por ter interferido na postergação para aprovar matéria de interesse do IBAMA enquanto não saísse a tão almejada licença para implantar o estaleiro. Dos alagoanos o senador merece os parabéns pela “eficiente” medida. Não fosse assim tudo continuaria como dantes. No lugar de Renan eu faria o mesmo, pois é essa a linguagem que eles entendem.

O grosseiro Joaquim Barbosa

A boa educação deve valer prá todos – branco, índio, negro ou japonês. A atitude do Presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, ao deixar a Presidente da República com a mão no vácuo, evitando cumprimentá-la na recepção ao Papa Francisco, no Palácio das Laranjeiras, é inaceitável, não porque o gesto foi uma grosseria com a Presidente da República. Seria grosseiro se fosse com o lixeiro, com o flanelinha ou o guarda da esquina. E por uma simples razão: todos os seres humanos devem merecer de todos nós o mesmo respeito. A explicação da assessoria do presidente do STF de que imaginou que não fosse preciso cumprimentá-la, já que o havia feito numa sala reservada à autoridades, torna a emenda pior que o soneto porque subestima a inteligência de quem viu, partindo do pressuposto de que o país, o mundo inteiro, não viu o que viu.

O pior é a tentativa de alguns de justificar o injustificável, argumentando com os séculos de humilhações e sofrimentos que atingem todos os negros neste país em que a sociedade e as instituições respiram e reproduzem racismo. Neste caso, basta inverter as posições para se ter uma ideia de que o gesto deselegante e grosseiro, continuaria sendo deselegante e grosseiro. Suponhamos que no lugar da Presidente estivesse Joaquim Barbosa e que ele fosse deixado com a mão no vácuo, enquanto Dilma fingia ignorar sua presença. Qual seria a reação de alguns que saem agora em defesa de Barbosa? Racismo, claro, não é mesmo? Então, porque ele fazendo tem a compreensão e a indulgência automática – ou seja: pode. (Dojival Vieira – Jornalista). Na verdade esse ministro Joaquim Barbosa é um despreparado  para o poder que exerce.

O desencanto com o poder

Conversava com o então deputado estadual Rui Palmeira quando ele decidiu ser candidato à Câmara Federal.  Eu me preocupava com suas chances de eleição. Na conversa ele me demonstrava suas possiblidades e adiantava : “Eu não suporto mais a Assembleia Legislativa, Pelos seus vícios, pelo comportamento da maioria, por suas ações desfocadas de princípios morais e legais”. Livrou-se da Assembleia foi eleito deputado federal e depois prefeito. Vejo outro desencantado com a Assembleia. Trata-se do deputado petista Judson Cabral. Um nome pra se levar em conta. Na minha opinião o melhor parlamentar na Casa de Tavares Bastos, comprometido com o interesse público, honesto e eficiente em suas ações. Faz a diferença entre pares podres e inúteis. Se ao PT restar um pouco de inteligência e dignidade poderá tê-lo como deputado federal nas próximas eleições. 

Não explica nem justifica

O ministro paulista/alagoano também foi apanhado “de rabo preso” abusando imoralmente do uso de avião da FAB para fazer viagens “a trabalho” , mas levando a bordo seus familiares que nada têm a ver com o objetivo da missão. Foi para Cuba durante o carnaval criando um roteiro para fingir que estaria em “missão oficial”. Como se estivesse em plena folia momesca fez algumas visitas e velhos e ultrapassados colegas comunistas e ofereceu à família a oportunidade de se refastelar na “Ilha dos Castros”. Cinicamente ainda tenta justificar: “Não fui passear em Cuba. Fui trabalhar como mostra a agenda”. Levou a família como “malas”? Bem que poderia.


 Aqui tudo pode, até “clandestinos”

Não me contive ao assistir uma reportagem em uma emissora de televisão que cobria mais um protesto nas ruas com a categoria congestionando o trânsito, manifestantes exaltados e um carro de som bradando palavras de ordem e gritos contra o governo.

Ao ser entrevistado um dos lideres do movimento bradou: “Estamos aqui protestando por causa da perseguição do governo contra os “clandestinos”. Queremos trabalhar e eles não deixam”.

Ora, se o sujeito é “clandestino” está irregular, se está irregular não pode exercer atividade e fica reclamando de que?

Acontece que tudo agora virou um protesto, uma reclamação coletiva e principalmente um inferno na vida das pessoas que nada têm a ver com o problema e são impedidas do direito de ir e vir, pela bagunça instaurada nessas manifestações.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

Para refletir:

“PRESIDIDO POR UM DOS ALVOS DAS RUAS, O SENADO VIVE FALSA SENSAÇÃO DE DEVER CUMPRIDO" (Senador Jarbas Vasconcelos – PMDB/PE).

Os pais e os padrastos do estaleiro

Finalmente aconteceu aquilo que alguns queriam que não acontecesse e outros não acreditavam que aconteceria. Saiu a licença do burocrático e problemático IBAMA garantindo em definitivo a implantação do estaleiro Eisa em Alagoas. A população alagoana vibrou com o acontecimento, em especial a região de Coruripe e adjacências. Confesso que sempre acreditei na realização desse sonho. Acompanhei de perto o entusiasmo, a luta incessante e a teimosia do secretário Luiz Otávio, mesmo nos mais angustiantes momentos  quando parecia que tudo tinha ido água abaixo. Está pronto o caminho para a concretização do maior empreendimento industrial de Alagoas, com a geração de milhares de empregos e o desenvolvimento econômico e social de toda uma região. Existiram os que atrapalharam, os que desdenharam e também os poucos que ajudaram.

Em um dos momentos de maior dificuldade, quando o descrédito na tal de licença prévia pelo IBAMA convencia a quase todos que o sonho havia morrido, ouvi do empresário German Efromovich dono do Eisa e também do Estaleiro Mauá e das empresas de aviação Ocean Air,  Avianca e Vip. Um homem poderoso e obstinado: “Não desistirei. Alagoas nos conquistou por suas potencialidades e pela credibilidade de dois nomes: o governador Teotônio Vilela e o secretário Luiz Otávio. É aqui que construiremos o maior estaleiro da América Latina com investimento de U$ 800 milhões em sua montagem. Não importa quando isto termine (o imbróglio causado pelo IBAMA) saberemos esperar e tudo vai acontecer’.

A grande verdade é que do inicio ao fim a vanguarda da luta esteve sob o comando da dupla Teotônio/Luiz Otávio. Reuniões tensas no Rio de Janeiro e Brasília, viagens infindas e angustiantes, informações destorcidas, má vontade  de técnicos e registre-se : muita sacanagem política. Em alguns momentos cheguei a pensar que iriam “capitular”, mas nada os fez deixar de perseverar em busca da concretização  do sonhar com Alagoas desenvolvida.

Registro sem medo de errar: a bancada federal alagoana pode até ter ajudado, mas deveria ter feito muito mais.  Fez de menos.

Agora com a consolidação do empreendimento vão aparecer novos e empolgados “pais do estaleiro”. Muitos dirão que deram sangue, suor e lágrimas para a liberação da licença ambiental. Tudo mentira.

Daqui pra frente viveremos uma nova fase com uma mudança radical na paisagem econômica e social do estado de Alagoas. Mais adiante o futuro dirá. E quando for escrita a história da implantação do estaleiro Eisa, nela certamente estarão como seus principais protagonistas o governador Teotônio Vilela Filho e o secretário de Planejamento e Desenvolvimento Econômico Luiz Otávio. Alagoas agradece.

A violência dentro de casa

Conversava com um membro do Ministério Público que me dizia estar estarrecido com os casos de estupros, violência doméstica e drogas em todas as camadas sociais em Maceió. Fez-me narrativa de alguns desses casos o que me deixou pasmo com a estatística monstruosa com a qual nos deparamos atualmente.

O crescimento desses casos de estupros de menores e violência familiar está sendo assustador e muito preocupante. E o pior: os estupradores estão dentro ou próximo de casa. O poder público tem sido negligente e os mecanismos de combate ineficientes. Ou nos juntamos todos do contrário é catastrófico o futuro que se apresenta.

Pode dar Palmeira na Educação

Não está descartada a possibilidade do nome do vice-prefeito Marcelo Palmeira para a Secretaria Estadual de Educação. Tem uma trajetória que o credencia para o cargo, transita politicamente em todas as áreas e por onde passou deu certo. Ponderado mas ousado quando se trata de inovar, pode ser uma boa revelação em um setor que tem sofrido muitas derrotas nos últimos anos.

Não sendo Marcelo o senador Benedito de Lira terá que ter pressa em escolher um nome adequado para a pasta. O tempo não pode esperar.

Lula não está bem

Por incrível que pereça sou amigo de um amigo de Lula. Pessoa que priva da intimidade de sua família e com o qual o ex-presidente se aconselha com frequência. Deixou de gostar do PT, mas gosta de Lula e eu não posso fazer nada. Esta pessoa me confidenciou que lula está muito doente e desesperado. Tem projetos ambiciosos e não se conforma em não realizar seu sonho maior: voltar a ser presidente da República.

Sua situação de saúde é gravíssima, mas por enquanto tudo está muito em segredo, “mas essa coisa não pode se guardar por muito tempo”.

A agenda de Renan Calheiros

Durante o lançamento do Portal do Congresso Nacional, ocorrido esta semana, o presidente do Senado, Renan Calheiros, afirmou que a "força transformadora das ruas" tirou o Congresso do "absenteísmo legislativo".

- Não vejo nisso nenhum demérito. Antes ser pautado pela sociedade do que por forças estranhas à democracia -.

Para o presidente do Senado, a criação do Portal do Congresso é um exemplo do que o Senado e a Câmara estão fazendo para "ampliar a sintonia com a sociedade". Ele se referiu às recentes mobilizações populares. Ainda segundo Renan Calheiros, a contestação das ruas "agilizou o trabalho do Congresso".

O Senado e a Câmara, conectados com a sociedade, montaram uma agenda concreta para dar as respostas que a sociedade está exigindo.

Só espero que essa agenda seja mantida e cumprida.

Raposas vigiando galinhas

“Quando a bomba estourar não ficará pedra sobre pedra nas entranhas do Tribunal de Contas de Alagoas”. Foi isto que ouvi de duas figuras da mais  alta credibilidade e que trabalham na apuração do desvio de R$ 100 milhões dos cofres da Corte de Contas alagoana fruto da “Operação Rodoleiro” efetuada pela Polícia Federal. Não me adiantaram muito, pois o processo corre em segredo de Justiça, mas acentuaram dois importantes pontos: 1) o rito processual terá mais agilidade agora 2) não são poucos os conselheiros e ex-conselheiros que serão denunciados como participantes do escandaloso rombo.

Um deputado pra chamar de seu

No meio de tanta afronta aos princípios legais e morais, submergindo dos escombros de uma Assembleia Legislativa cheia de suspeições e sem qualquer credibilidade diante da sociedade eis que surge um “Cavaleiro da Esperança”, mostrando a todos e aos órgãos de Controle Externo uma enxurrada de provas de desvios de dinheiro público, transações mais que suspeitas e formação de quadrilha para saquear o erário. O jovem deputado João Henrique Caldas teve a coragem de poucos e ousadia de encarar de frente os “donos do poder”.

Os membros do Ministério Público estão estarrecidos com o tamanho da comprovação de saques aos cofres do Legislativo e precisam de tempo para analisar diante da quantidade de documentos. “A cada fraude comprovada é um susto”, narrava um promotor.

No meio de tanta sujeira, se confirmadas às denúncias, você enfim terá um deputado “pra chamar de seu”.

Um alagoano para orgulhar

O alagoano Hélio Laranjeira esteve em São Paulo onde apresenta nesta quinta feira em importante evento, reunindo uma seleta plateia, seu trabalho inovador sobre o Sistema Multidirecional de Ensino que vem chamando a atenção de especialistas em educação em todo o país. 

A nova modalidade de ensino adotada por Laranjeira tem recebido elogios das mais destacadas autoridades e cientistas da área educacional pela sua praticidade e resultados positivos no campo da aprendizagem e do conhecimento.


O método de ensino usando a tecnologia multimídia teve sua implantação pioneira em Alagoas e ganhou o Brasil, graças à tenacidade e inteligência de um grande empreendedor. Alagoas também tem coisas boas.

Em defesa do Sistema S O Brasil inteiro, (principalmente aqueles setores que produzem, formam e criam milhões de oportunidades de ...