segunda-feira, 23 de março de 2015

Para refletir: “Prefiro ser acusado por ele (Eduardo Cunha – presidente da Câmara) de mal educado do que ser como ele, acusado de achaque”. (Ex-ministro Cid Gomes).

O pacote da enganação petista
A presidente Dilma Rousseff mostrou ao Brasil e entregou ao Congresso nesta quarta-feira o “embrulho” que o governo chamou de  “pacote anticorrupção”, conjunto de propostas elaboradas para inibir e punir irregularidades na administração pública.
A presidente usou de todo o cinismo que a caracteriza e não teve nenhum constrangimento ao afirmar na solenidade de entrega: "Meu compromisso com combate à corrupção é coerente com minha vida pessoal, minha prática política e é coerente com minha atuação como presidenta".
A fala da presidente ocorreu no mesmo dia em que teve publicada uma desaprovação de 62% do povo brasileiro na avaliação de seu governo, justamente em função de denúncias de corrupção, crimes contra a Administração Pública e o desregrado comportamento marginal do seu partido e de seus aliados políticos.
Acharam Dilma e seus comparsas que um pífio e demagógico “pacote” para enganar os tolos, daria uma resposta ao grito das ruas e à indignação nacional diante do quadro degradante e desmoralizado em que se encontra o governo petista. Estão completamente enganados, pois ainda ontem o “Movimento Brasil Livre” e outros segmentos sociais não apenas desacreditaram das intenções governistas, como estão convocando novos atos de protesto para os próximos dias  pedindo a reforma política, o efetivo combate à corrupção e até a saída da presidente.
Vejamos os principais pontos do tal “pacote anticorrupção” :
1-    Criminalização da prática de caixa 2;
2 - Aplicação da Lei da Ficha Limpa para todos os cargos de confiança no âmbito federal;
3 - Alienação antecipada dos bens apreendidos após atos de corrupção para evitar que não sejam usados por agentes públicos e possam ser vendidos por meio de leilão;
4 - Responsabilização criminal de agentes públicos que não comprovarem a obtenção dos bens;
5 - Confisco de bens dos servidores públicos que tiverem enriquecimento incompatível com os ganhos.
Praticamente tudo o que está inserido no “embrulho” já tem tipificação criminosa e mesmo assim há mais de doze anos o governo petista e seus aliados vêm roubando descaradamente, apostando na impunidade, na lentidão e algumas vezes até na conivência da Justiça brasileira.
Estão ai os escândalos tipo “mensalão” cujos personagens principais estão ricos, nada devolveram e se livraram da cadeia onde deveriam “mofar” por anos. Agora mais recente e em pauta o maio caso de corrupção da história da política brasileira: o escândalo da Petrobrás, no qual não deixam de existir indícios de envolvimento  até do ex-presidente Lula e da própria ocupante da presidência.
Há uma grande expectativa quanto ao que acontecerá  com os envolvidos no roubo de bilhões dos cofres públicos. Eu mesmo acredito que pode acontecer tudo. Inclusive nada.


As falácias de Dilma
Dilma disse que “É preciso investigar corruptos e corruptores de forma rápida e efetiva para garantir a proteção do inocente ou do injustiçado”. Ela afirmou ainda que alguns governos criam condições para que a corrupção seja prevenida, investigada e punida.  "Outros não fazem isso, silenciam. Nós agimos. O Brasil de hoje combate a corrupção".
Alguém na solenidade cochichou com um senador: “Acho que hoje ela não tomou os remédios corretamente. Ou enlouqueceu de vez”.
Um ministro fanfarrão
Um fato que chamou a atenção de jornalistas e políticos presentes a solenidade de lançamento do “pacote anticorrupção” pois parecia que estavam falado de um outro governo e não do próprio que tem praticado os mais absurdos atos de desvios.
O desvairado ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, defendeu que “a impunidade seja enfrentada de peito aberto”. Disse que “a corrupção é uma doença que precisa ser tratada”. E foi adiante em suas aleivosias: “ A corrupção é um mal intolerável. Sua prática não só é eticamente reprovável, mas agrava a própria exclusão social no país”.
Falaram como se fossem inocentes e não um governo corrupto. Deram lições de ética pera eles mesmos. Mas certamente não aprenderão.
Uma coisa é certa: a depender desse “pacote” fajuto, demagógico e mentiroso nada mudará no país. A não ser o povo nas ruas em vigília permanente.
Olha a cara suja de Maceió
No último Domingo quando me dirigia ao ato do “Movimento Brasil Livre” contra a corrupção, fiquei indignado com o estado de abandono do "Corredor Vera Arruda", um dos pontos de atração turística e lazer da população de Maceió.   
É muita falta de respeito da Administração com a população. Dá a impressão de uma cidade sem dono e entregue literalmente às moscas. Um local tão bonito transformado em uma verdadeira pocilga .E depois não venham me dizer que é culpa da população É descaso mesmo com o interesse público. Também não é ano de eleição.
Postei este texto em minha página no Facebook e me surpreendi com a quantidade de comentários sobre a imundice em todos os bairros de Maceió e o abandono em que vive a cidade na atual administração. De todos os depoimentos não houve um sequer favorável ou defendendo o prefeito Rui Palmeira.
Investindo na valorização do servidor
O presidente do Tribunal de Justiça, Desembargador Washington Luiz, tem como meta em sua administração a modernização técnica e a valorização dos servidores do Poder Judiciário e não abre mão dessa pauta.
Contando com o entusiasmo e espírito empreendedor do desembargador James Magalhães, diretor da Escola da Magistratura, juntos pretendem levar inclusive capacitações e aperfeiçoamento aos serventuários da Justiça no interior do Estado, nunca beneficiados ou lembrados
Ministro critica turismo de Maceió
O alagoano Vinicius Lages, ministro do Turismo, em recente entrevista a veiculo de circulação nacional não perdeu a oportunidade de dar um recado duro aos gestores de Maceió. Criticou a falta de profissionalismo como o setor é tratado na capital alagoana e disse: “Fico surpreso de ver minha cidade, Maceió, não ter um site que apresente seus produtos aos turistas do Brasil e do mundo”. Falou também do descaso da prefeitura em não manter acesso à internet gratuita em pontos turísticos, o que acontece na maioria das capitais e até em cidades do interior.
A exploração desonesta dos turistas, a falta de equipamentos de apoio, precariedade no setor de informações aos visitantes e para completar praias sujas, ruas esburacadas  e a cidade inteira com um “sorriso decadente”. Coisas que o ministro não falou, talvez por desconhecer.
Tudo isto se resume em uma frase: o equivoco do voto.
Medicina social obrigatória
A Câmara dos deputados tem em pauta e vai votar logo projeto que obriga médicos recém-formados em faculdades públicas ou privadas com financiamento público a exercerem a profissão, por dois anos, em municípios com menos de 30 mil habitantes ou em comunidades carentes de regiões metropolitanas.
O chamado “exercício social da profissão” deverá ser feito imediatamente após a conclusão do curso, em jornada integral e exclusiva de 40 horas semanais, com contrato regular de trabalho, financiado pela rede de saúde à qual o médico recém-formado estiver vinculado.
A exigência aplica-se aos graduados em cursos de Medicina, Enfermagem, Psicologia, Odontologia, Fisioterapia, Nutrição e Farmácia, além de outros estabelecidos em regulamento.
Se for pra valer mesmo vai resolver muitos problemas em cidades do interior e fazer uma efetiva socialização do atendimento aos necessitados.
Ou se cuida, ou se ferra
Tive acesso a uma confiável pesquisa encomendada por importante instituição empresarial sobre aspectos da economia e da política alagoana. Na pauta entrou a eleição para prefeito de Maceió em 2016 e pude constatar que a situação do prefeito Rui Palmeira não é nada confortável. Se as eleições fossem hoje nem iria para um segundo turno. Na sua frente despontam Ronaldo Lessa, Cicero Almeida e Heloisa Helena.
É o preço de uma administração medíocre, uma equipe fraca e a falta de compromissos com as promessas de campanha.

Um detalhe: o governador Renan Filho com três meses de gestão tem a melhor avaliação dos últimos 30 anos entre seus antecessores. Quem sabe faz a hora.

sábado, 13 de dezembro de 2014

Para refletir: Para os políticos, a verdade e a mentira não são importantes. Então eu nunca poderia tornar-me um político ( Martin Niemoller)

O poderoso Dirceu continua mandando
A empreiteira Camargo Corrêa, investigada na Operação Lava Jato, mantinha um contrato sigiloso com o ex-ministro José Dirceu, condenado por corrupção no mensalão. O contrato foi publicado na segunda-feira (8) no site da revista Época, e valia quase R$ 900 mil para pagamentos mensais durante um ano.
A Polícia Federal apreendeu o contrato na sede da empreiteira, em São Paulo, durante buscas na última fase da Operação Lava Jato. O documento foi assinado em abril de 2010 entre a Camargo Corrêa e a JD Assessoria e Consultoria, do ex-ministro.
José Dirceu foi contratado para fazer análises de aspectos sociológicos e políticos do Brasil, prestar assessoria na integração dos países da América do Sul, divulgar a empreiteira na comunidade internacional e ministrar palestras de interesse da empresa. Os pagamentos foram de R$ 75 mil por mês.
Comprovantes apreendidos mostram que entre maio de 2010 e fevereiro de 2011 o contrato rendeu à JD R$ 886,5 mil.
Na época, José Dirceu era réu no processo do mensalão e considerado muito influente na Petrobras. no mesmo mês em que contratou a assessoria de José Dirceu, a Camargo Corrêa fechou dois contratos com a Petrobras na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco. O valor era de R$ 4,7 bilhões.
A Operação Lava Jato revelou ligações entre grandes empreiteiras e partidos políticos. Segundo depoimentos do ex-diretor de abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e do doleiro Alberto Youssef, contratos com a estatal só eram fechados com pagamento de propina a partidos políticos.
É ou não é o poderoso chefão? Continua mandando mesmo condenado e “quase preso”. (Com informações do G1).
Presidência merecida
Ao que tudo indica se não houver surpresas (e há sempre chances de haver pelo próprio perfil da Casa) o próximo presidente do Tribunal de Contas será o conselheiro Otávio Lessa de Geraldo Santos . Nada mais justo e merecido. Desde que assumiu o cargo em 2002 fez a diferença e empreendeu projetos ousados na busca de modernização e aprimoramento da Corte de Contas. Foi vice-presidente, corregedor, ouvidor e coordenador do Promoex (considerado um dos melhores e mais eficientes programas de modernização de Controle Externo). Conhece como poucos a legislação específica da instituição e tem uma visão ampla do papel constitucional e pedagógico que teve nortear os Tribunais de Contas. Acredita e aposta em resultados positivos pela capacitação e preparação técnica de pessoal. É um nome respeitado além-fronteiras e uma das vozes ouvidas pelas lideranças dos Tribunais de Contas do Brasil. A escolha de seu nome para presidente é o reconhecimento ao mérito, à capacidade e empreendedorismo.
Primeiro encontro do “pires”
Os governadores eleitos do Nordeste fizeram na Paraíba uma primeira reunião com o objetivo de somar forças para cobrar do governo federal. Não se discutiu nenhum projeto de relevância para a região, não se falou em reforma política e na principal pauta da sociedade brasileira no momento: a corrupção na Administração Pública. Certamente são pontos de pouco interesse para os futuros governadores. O encontro terminou com uma “Carta da Paraíba” que se resume em “adotar postura firme e cobrar mais e mais ações do governo federal principalmente para o setor saúde”. Mudam os personagens, mas a cantilena  é a mesma: pedir mais . E olhem que já marcaram nova reunião desta vez em Brasília ( para ficar mais perto do Palácio do Planalto) cuja pauta principal não é outra, mas apenas pedir.
Um juiz marginal

O juiz Marcelo Baldochi, que deu ordem de prisão a três funcionários da empresa TAM Linhas Aéreas por ter sido impedido de embarcar quando a aeronave já estava em procedimento para decolar, já se envolveu em outras situações polêmicas. No ano passado, ele brigou com um flanelinha por causa de uma vaga de estacionamento, levou uma paulada na cabeça e ficou quase uma semana no hospital. Em 2007, fiscais do Ministério do Trabalho resgataram 25 pessoas que trabalhavam em situação análoga à escravidão na fazenda do magistrado, na cidade de Açailândia, no interior do Maranhão. Eles não tinham carteira assinada e nem as mínimas condições de segurança e de higiene. O juiz não foi punido criminalmente e o caso acabou sendo arquivado.
As associações que representam os magistrados do Maranhão



  e do Brasil (AMB) se posicionaram oficialmente sobre o episódio. As duas entidades criticaram a postura do magistrado e afirmaram que se tratou de um caso isolado. . É um marginal togado.
Fala governador



Durante a campanha o então candidato Renan Filho destacou-se dos adversários no quesito relação com a imprensa, marketing competente e eficiente. Foi quem mais promoveu encontro com jornalistas e sua cordialidade  era uma marca registrada e ressaltada. Porém ao que parece a coisa mudou após a vitória. Arredio, desconfiado e sem aquela “leveza” anterior, criou-se uma “blindagem” em seu entorno e tenho escutado queixas de profissionais de imprensa do quase impossível acesso ao futuro governador. Esta mudança não é boa e foge totalmente ao estilo que prenunciou Renan Filho quando candidato. Muito trabalho para o competente Ênio Lins, seu futuro secretário de comunicação.



Fedendo lá fora também
Investidores que compraram recibos de ações da Petrobras, negociados na Bolsa de Nova York entre 2010 e 2014, entraram com um processo contra a estatal nos Estados Unidos. Com o argumento que a empresa apresentou material falso e comunicados enganosos aos órgãos norte-americanos, eles procuram compensação pela desvalorização dos papéis da petrolífera. De acordo com o jornal O Globo, a Petrobras informou ainda não ter conhecimento da ação judicial. Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o escritório de advocacia Wolf Popper afirma que a Petrobras violou a legislação da Securities and Exchange Commission (SEC), reguladora do mercado de capitais dos EUA. A principal queixa é de a petrolífera não divulgar o “esquema multibilionário de corrupção, suborno e lavagem de dinheiro que existe desde 2006 na companhia”. As ações da empresa negociadas em Nova York caíram de US$ 19,38 em 5 de setembro para US$ 10,50% em 24 de novembro.
Tempos de guerra
Um grupo de deputados se movimenta para aprovar, nos próximos dias, o Projeto de Lei, que modifica o Estatuto do Desarmamento. Em resumo, o texto permite a posse de armas em casa, no local de trabalho (se for dono do estabelecimento) ou em propriedades rurais, aumentando o número de armas e munições por cidadão. Querem aprová-la até o fim do ano, uma vez que a comissão será extinta com o início da nova legislatura, em fevereiro. Não há deliberação parlamentar durante o recesso de janeiro.
projeto estabelece normas para compra, posse, porte e circulação de armas de fogo e munições, definindo penas para eventuais violações das regras. Entre os pontos polêmicos da proposta está o que garante ao cidadão, sob certas condições, o direito de adquirir e portar na rua  armas de fogo. O texto também aumenta o número de munição para portadores de armamento: de 50 balas por ano para 50 balas por mês..
Alagoas dando exemplo
O Sistema de Gestão Digital da Vida Funcional, desenvolvido pela Secretaria de Estado da Gestão Pública (Segesp),  alcançou resultados positivos desde a sua implantação, no ano passado. Os ganhos obtidos foram apresentados  durante a 51ª Reunião Ordinária do Conaprev – Conselho Nacional dos
O Sistema de gestão Digital da Vida Funcional, um dos marcos da gestão do governador Teotônio Vilela Filho, já possui resultados efetivos no controle da folha de pagamento, manutenção de dados dos servidores através dos parâmetros do Ministério da Previdência Social, transparência e seguridade na disponibilização das informações, além de dar eficiência no tempo de conclusão de aposentadorias.

O presidente do Conaprev, Benedito Brunca, parabenizou o secretário Alexandre Lages e a Gestão Pública alagoana pela realização do sistema. “A inovação mostra que a busca pelas melhorias da Gestão Pública devem ser seguidas”

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Para refletir: “Ou restaure-se a moralidade ou locupletemo-nos todos”. (Stanislaw Ponte Preta)

Brasil: aqui o crime compensa

Um país indignado e que já não mais acredita em nenhuma de suas instituições se vê diante da constatação, antes inimaginável, de que o aqui o crime compensa. E como compensa! Temos assistido a vários episódios de verdadeiros assaltos aos cofres públicos com a participação de políticos e graduados agentes da administração levando pelo ralo da corrupção bilhões e bilhões do dinheiro que falta para construir escolas, hospitais e diminuir o alto índice de miséria que atinge milhões de irmãos brasileiros. Há de se perguntar: quantas mortes não teria causado essa onda desenfreada de roubo ao erário que se apresenta como um crime hediondo diante do olhar passivo e até condescendente de cidadãos  brasileiros? O povo está morrendo na  porta de hospitais públicos por falta de leito e condições de atendimento, nossa educação é uma das piores do mundo, estamos reféns em nossas próprias casas pela insegurança das ruas. E o que acontece com aqueles que roubam descaradamente o dinheiro público, estão milionários e imunes a qualquer tipo de repressão?
Hoje creio que não há um só brasileiro ou brasileira que não tenha a convicção de que pelo menos a maior parte dos governantes, nos três poderes, é constituída de privilegiados e descarados larápios, no sentido mais lato que o termo possa ter. Já nos acostumamos, faz parte do nosso dia a dia, ninguém se espanta mais com nada, qualquer mirabolância delinquente pode ser verdade. E também já nos acostumamos a que não aconteça nada aos gatunos. Não só permanecem soltos, como devem continuar ricos com o dinheiro furtado, porque não há muita notícia de devoluções .Ou seja,, a verdade é que no Brasil o crime compensa. Presumo que até os assaltantes pés de chinelo tenham pelo menos a vaga percepção de que todos os poderosos roubam e, portanto, fica mais uma vez comprovado que quem não rouba é otário.
Estamos a assistir no país um “circo de horrores” com o descrédito da população nas instituições que deveriam defendê-la. Frustra-se o Brasil que vibrou com a condenação de criminosos que participaram do “Mensalão”  roubando milhões e hoje quase todos desfrutando de confortáveis “prisões domiciliares” , rindo da cara  do brasileiro, e fazendo as contas da dinheirama guardada em paraísos fiscais ou empregada em nome de “laranjas”.
Enquanto o povo é enganado com humilhantes migalhas, a exemplo do famigerado “Bolsa Família” que irresponsável e criminosamente deu a reeleição  à presidente, políticos graduados, ministros, magistrados e outras tantas categorias de privilegiados vão continuar roubando, na certeza do manto da impunidade que os absolve de todos os males. 
Como podemos crer no futuro de um país no qual o próprio presidente da Corte Suprema de justiça afirma que “o Poder Judiciário é um dos principais responsáveis pela corrupção”.  
Por tudo isto é lamentável se constatar, mas no Brasil o crime compensa.
A confissão das empresas
Pressionadas pelo volume de provas e pelo alto risco de condenação, pelo menos duas grandes empreiteiras que têm contratos com o governo estão negociando com o Ministério Público Federal um acordo de leniência para confessar participação em desvios de dinheiro da Petrobras e, a partir daí, obter redução de penas em processos criminais numa espécie de delação premiada. A informação foi revelada pelo jornal O Globo. Se concretizado, o acordo pode ajudar o MPF e a Polícia Federal a desvendarem toda a estrutura da corrupção em torno de contratos e obras da Petrobras que já vem sendo denunciada por Paulo Roberto Costa, ex-diretor da estatal, e por ex-auxiliares do doleiro Alberto Youssef.
Um país sem grandes obras
A iniciativa de propor o acordo de leniência partiu das próprias empreiteiras. Representantes de pelo menos duas delas fizeram contatos com integrantes da força-tarefa encarregada das investigações da Operação Lava Jato, oferecendo-se para uma possível delação. Os procuradores gostaram da ideia, mas advertiram que as empresas precisarão de fato colaborar com as investigações se quiserem se livrar de parte de futuras punições.
As duas empreiteiras interessadas no acordo de leniência estariam entre as sete maiores do país. Representantes dessas construtoras procuraram o Ministério Público porque sabem que têm poucas chances de escapar de pesadas condenações.
Um detalhe: caso todas as empresas envolvidas sejam condenadas, ficarão por vários anos impedidas de contratar com o poder público em qualquer esfera (federal, estadual e municipal) o que significa que o Brasil ficará impossibilitado de construir grandes obras. E ai vai parar o país?

Quando mentimos nos igualamos

As redes sociais ultimamente, desde o período eleitoral, têm se prestado mais a instrumento de fofocas e boatos do que a qualquer outra utilidade de caráter positivo e que venha a colaborar com o enriquecimento de informações  de troca de ideias. É deplorável a quantidade de mentiras fabricadas por todos os lados com postagens falsas, montagens fotográficas e noticias sem o menor fundamento que se transformam em verdades para milhões de usuários desses instrumentos virtuais.
Esta semana me deparei com uma noticia inconcebível para quem tem o mínimo de senso crítico, mas aceitável para um bando de idiotas analfabetos políticos que não só creem como difundem e “compartilham” tamanha aberração. Dizia a noticia que “Fidel Castro estaria recebendo uma pensão de 50 mil reais da Previdência Social brasileira’”.
Após desmentir e provar a farsa ainda encontrei algumas pessoas que disseram “guerra é guerra, se eles mentem a gente também pode mentir”. Para mim isto é muito pior. A democracia e a responsabilidade social exigem muito mais e principalmente a verdade. Se começarmos também a mentir como os petistas certamente nos  igualaremos a eles e isto é abominável.
Equipe quase pronta
Fonte ultra confiável e intima do poder  me revelava esta semana que a equipe do futuro governador, Renan Filho, está praticamente concluída principalmente nos pontos chaves e no núcleo palaciano. Os cargos “inegociáveis” alguns já estão preenchidos outros em fase adiantada de “sondagem”. Nada ,no entanto, será revelado antes do tempo e da hora estabelecidos pelo chefe. O time em escalação mescla entre o político e o técnico, como é natural, mas Renan não abre mão de escolhas diretamente suas na busca de cumprir promessas de campanha e fazer um governo para melhorar Alagoas. O jovem futuro governador sabe o que quer e como chegar lá.

A caminho da cassação
A CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Câmara negou  esta semana o recurso do deputado André Vargas (sem partido-PR) para evitar a cassação de seu mandato por quebra de decoro parlamentar. A cassação agora será enviada para votação dos parlamentares em plenário, mas isso ainda não tem data para ocorrer.
O Conselho de Ética da Câmara recomendou em agosto a cassação do mandato de Vargas por quebra de decoro parlamentar por unanimidade entre os membros. O ex-petista é suspeito de envolvimento como doleiro Alberto Youssef. O doleiro está preso desde março com a deflagração da operação Lava Jato da Polícia Federal que investigou um esquema milionário de lavagem de dinheiro.

Respondendo com a Lei

O presidente do Senado, Renan Calheiros, divulgou carta que enviou ao jornal O Estado de S. Paulo em que reitera a legalidade de fatos relatados em matéria publicada sob o título "Empresa suspeita doou para PMDB de Renan". Renan esclarece na carta que a empresa mencionada venceu processo licitatório legalmente constituído e uma auditoria do TCU não detectou nenhuma irregularidade e ainda que a empresa também fez várias doações eleitorais. Tudo como manda a Lei. Respondeu o que tinha que responder e muitos podem nem gostar, mas é assim que diz a Lei.

domingo, 2 de novembro de 2014

Para refletir: “Se os porcos pudessem votar o homem com o balde de comida seria eleito sempre, não importa quantos porcos ele tenha abatido no recinto ao lado”. (Orson Scott Card).

Fica Dilma e arca com as consequências 

Essa história maluca de “impeachment" da presidente eleita é idiota, ineficaz e golpista. Para mim o  "Fora Dilma" valeu até o dia da eleição. O eleitor não quis assim e optou pelo "Fica Dilma".
Podem reunir milhões de assinaturas pedindo o "impeachment" e nada acontecerá. Dilma receberá a dela mesma a faixa presidencial e a depender dessa petição governará (?) mais quatro anos o país. Dilma somente será afastada do cargo se : 1) Provas concretas forem apresentadas de sua efetiva participação no escândalo da Petrobrás, não apenas a palavra do doleiro agente do PT, mas documentos, escutas , e indiciamento pela Policia Federal, 2) Denúncia do Procurador Geral da República também com provas substanciais do envolvimento da presidente 3) Aceitação da Denúncia pelo Supremo Tribunal Federal 4) Julgamento e condenação também pelo STF. Fora isto esqueçam
 O novo Congresso terá uma base aliada da presidente Dilma em torno de 65 por cento, fora os que serão comprados com o dinheiro podre da corrupção. Nas duas Casas, portanto, nada prosperará contra a presidente.
Todos sabemos da "Organização Criminosa" montada pelo Partido dos Trabalhadores em busca de se perpetuar no poder. E por isto ganhou a eleição e já se prepara para outras . Não se tem dúvidas que Lula e Dilma sabem de tudo e comandam tudo, mas cadê as provas?
No contraponto temos uma oposição medíocre, tolerante e "negociável”, com raras exceções. E este quadro não tende a mudar pelo perfil da nova formação da Câmara e do Senado.
Mais do que milhões de assinaturas em um papel exigindo a saída da presidente, valeria milhares de brasileiros nas ruas, nas praças, nas redes sociais , em vigilância continua , denunciando os escândalos de corrupção, exigindo do Ministério Público o cumprimento de seu papel de guardião da da sociedade e cobrando da Corte Suprema de Justiça julgamentos céleres dos casos de corrupção e o combate implacável aos marginais que ocupam cargos públicos com o intuito de roubar
Nós perdemos e o Brasil perdeu a grande oportunidade de corrigir os rumos de seu futuro, mas foi uma maioria representativa de 54.501.118 brasileiros que permitiu que Dilma continuasse no poder. Ganhou e tinha mesmo que levar!

Fui apenas um dos 51.041.155 na opção por um Brasil melhor.
Continuarei fiel às minhas convicções contrárias ao governo petista, escrevendo em meus espaços e exercitando minha liberdade inegociável de defender meu país. Não cessarei esse exercício sagrado do jornalismo. No dia em que não puder mais dizer o que penso a falar pelos que não podem juro que aqui não fico, mas continuarei em qualquer lugar uma luta que deve ser de todos nós.
O grito do brasileiro agora deve ser diferente: Fica Dilma! E arca com as consequências de seus atos.

Sem pressa e com cautela
O entorno do governador eleito está em franca agitação com o termino do segundo turno das eleições. Aliados de primeira, segunda e até terceira ordem procuram estar perto do “futuro”, ávidos por um cargo, um lugar com “cadeira especial” no teatro administrativo do próximo governo. Sempre foi e sempre será assim. É preciso muita paciência, jogo de cintura e capacidade de negociação para suportar esse tranco, por vezes estressante e até irritante. Mas Renan Filho desde a campanha deu de sinais de maturidade política e mostra que sabe e entende do jogo com a bola em campo. Está com o mapa de sua equipe na cabeça, mas não tem pressa em anunciar e não tem porque o fazer. Vai negociar o tamanho que não atrapalhe sua administração e que não contrarie o que prometeu para ser eleito. É bem possível que alguns nomes sejam anunciados bem próximos ao inicio do governo. Vai ser assim, mesmo deixando algumas à beira e de um enfarte.
Quando querem fazem
Presidente da Câmara dos Deputados, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), alfinetou o PT esta semana ao ser questionado sobre a proposta de uma reforma política. O peemedebista lembrou que o partido dificultou uma proposta construída por diferentes partidos após os protestos de junho do ano passado e disse que a reforma não pode ser "apenas um discurso". “Aquela proposta está pronta, feita por 13 ou 14 partidos, pronta para ser votada, e na CCJ, com uma obstrução feita pelo PT, impediu que ela fosse votada. Então não é apenas o discurso de fazer, é tomar posição, para perder ou para ganhar”.
No ano passado, um grupo de trabalho coordenado pelo deputado Cândido Vaccarezza (PT-SP) definiu uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que acabava com a reeleição, mantinha os mandatos em quatro anos e institui o voto facultativo no País.
Quando eles querem fazem, desde que os beneficie e não tire privilégios.
Vereadores: vergonha adiada
Foi mais uma vez adiado o julgamento  do processo que criminaliza o deputado Dudu Holanda  por ter arrancado um pedaço da orelha de seu  então colega vereador Paulo Corintho em uma briga ocorrida em 2009 com decisões proteladas em decorrência de artifícios judiciais da parte do acusado. O panorama se encaminha para um desfecho nada favorável ao hoje deputado, uma vez que já foi lido o voto do relator, o diligente desembargador Sebastião Costa Filho no qual estabelece a culpabilidade de Holanda e o condena  a pena-base em quatro anos e três meses de prisão, reduzida em 1/6 para três anos e seis meses. Aliás, o comportamento do deputado nos últimos tempos não tem correspondido ao de um homem  público exemplar, muito pelo contrário.
Desabafo de uma cidadã indignada
A presidente do Tribunal Regional Eleitoral, desembargadora Elisabeth Carvalho, soube conduzir o último pleito com lisura e total isenção como lhe é peculiar. Após o resultado com a vitória da candidatura petista de Dilma Rousseff fez questão de na qualidade de cidadã soltar um grito preso na garganta e mostrar sua indignação ao lado e em defesa de milhões de brasileiros ultrajados e afrontados com as mazelas de um governo cheio de corrupção e afronta aos princípios da moralidade e da legalidade. Eis a indignação da desembargadora Elisabeth Carvalho:
“Como Presidente do TRE, fui super imparcial nos dois Turnos das Eleições. Mas, estou aqui no Facebook, como uma cidadã comum. E depois de tudo passado e acabado, não me seja negado o direito constitucional da minha liberdade de expressão.
Estou decepcionada, não com os analfabetos e miseráveis do Bolsa Família. Foram ameaçados e coagidos. Estou sim, decepcionada, estarrecida, com as pessoas esclarecidas, que esqueceram o Mensalão, o alto índice de analfabetismo, a degradação da Saúde, Educação, Segurança Pública.
Esqueceram o pior índice de crescimento do Brasil, em toda sua história, 0,28%. Esqueceram a alta da inflação, que ficou acima da Meta. Esqueceram do superfaturamento nas Obras da Copa. Esqueceram os escândalos de roubalheira na Petrobrás, Pasadena, Roberto Costa e o doleiro Youssef.
Esqueceram da crise energética. Esqueceram de tanta coisa ruim desse desGoverno, que só chego à uma conclusão: Os esclarecidos esqueceram deles mesmos, dos seus filhos, dos seus irmãos! Espero um dia, esquecer toda minha decepção”.
Cai a “sovietização” pretenda pelo PT
O governo perdeu a primeira votação na Câmara dos Deputados depois da reeleição da presidente Dilma Rousseff. A oposição obteve o apoio de partidos da base, como PMDB e PP, e conseguiu aprovar o projeto do líder do DEM, deputado Mendonça Filho (PE), que susta o decreto da presidente que criou a Política Nacional de Participação Social. A decisão final será tomada pelo Senado, para onde seguirá o projeto, mas já é prevista nova derrota do governo. O decreto presidencial causa polêmica no Congresso desde junho. Até mesmo o presidente da Câmara, deputado Henrique Eduardo Alves, já chegou a se pronunciar em Plenário contra a norma por considerar que ela invade prerrogativas do Congresso. Alves disse que a sessão que derrubou o decreto foi histórica e comemorou a “manifestação de altivez e democracia desta Casa”.


“Muitas vezes é a falta de caráter que decide uma partida. Não se faz literatura, política e futebol com bons sentimentos”. (Nelson Rodrigues)



sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Para refletir: “Se te falta educação culpe o governo. Mas se te falta governo culpe a si mesmo. Vote consciente”. (autor desconhecido)

 
Faltaram propostas, sobraram pancadas
Chagaremos ao dia da eleição com um número nunca acontecido anteriormente em termos de eleitores indecisos quanto aos votos que darão no próximo domingo. Ainda bem que não é mais uma “coisa nossa”, pois é assim no país inteiro. Mas quero me deter um pouco no caso específico de Alagoas, onde milhares decidirão o seu voto apenas no dia da eleição e outros tantos nem se darão ao trabalho de votar. Na verdade a “desempolgação” tem identidade reconhecida na falta de capacidade dos candidatos em despertar o interesse dos eleitores. Desde o Guia Eleitoral, passando pelos desastrosos debates e indo para as ruas, o que vimos foi uma verdadeira guerra de acusações mútuas, vocabulário de quinta categoria  e um vácuo na pauta de propostas para solucionar os problemas e melhorar a vida do alagoano.
Vergonhoso antes de tudo essa história imoral de “candidatos laranjas” quando um bando de picaretas a serviço de iguais se prestam a candidaturas sem nenhuma possibilidade de eleição, apenas com o propósito de aparecer no Guia Eleitoral e “vomitar” o script que lhe foi entregue denegrindo irresponsavelmente os adversários, em nome dos que não têm coragem para faze-lo. São os portadores da podridão eleitoral, os quais a justiça eleitoral, conhece, tem provas, mas por indolência ou conveniência nada faz.
Confesso que quase não assisti ao Guia Eleitoral e também não suportei chegar ao fim de nenhum dos debates entre os candidatos.
Dos três principais candidatos tive alguns lances de suas participações nesses  programas. Júlio Cezar cumprindo uma missão espinhosa, mas honrada, fez o que lhe foi possível. Sai desta campanha maior, mais fortalecido, mesmo com um percentual decepcionante de votos. Se prendeu a defender mais o governo do que formular propostas e defendeu muito bem. Benedito de Lira, mesmo com sua vasta experiência política mostrou-se um amador em suas aparições. Com o marketing repetitivo, cansativo e raivoso, desceu ladeira abaixo a cada provocação. Disse muito do que fez e pouco do que poderia fazer. No final se mostrava visivelmente abatido e desarticulado em suas aparições. Foi destruído por seus próprios marqueteiros, que devem entender de agressividade, mas nada de política e muito menos de eleitor.
O candidato Renan Filho no final das contas há de se concordar, teve o melhor desempenho tanto no Guia Eleitoral, como nos debates. Articulado, centrado e com uma maneira toda peculiar de fazer política desempenhou o papel do novo, mas com experiência e a confiabilidade que o eleitor queria. Mostrou desde cedo que uma das principais ferramentas de sua campanha seriam as redes sociais e assim o fez com muita competência. Saiu conversando e ouvindo e sociedade e construindo um Plano de Governo calcado nas necessidades dos diversos segmentos com os quais se reuniu. Teve ainda a importante participação de uma juventude voluntária e aguerrida cobrindo cada município do interior e também em Maceió. Pelo seu desempenho tem tudo para liquidar a fatura já no próximo domingo, mas agora é aguardar “a voz das urnas” e a vontade do povo.

Agressão leviana
O candidato ao Governo pelo PSOL, Mário Agra, que carrega a marca de um por cento em todas as campanhas nas das quais participou, embora ainda imagine-se com destino ou vocação para política, fechou sua participação no último debate com um desempenho desastroso sendo considerado um dos piores. Usou de um espaço nobre para denegrir pessoas sem a menor responsabilidade. Suas críticas ao secretário Alexandre Lages, da Administração, por descabidas e caluniosas, chocou a todos que sabem ser ele um dos mais competentes e éticos valores do atual governo. Se precisou de “habeas-corpus” foi apenas por defender os legítimos interesses do estado, fato que o dignifica. Quanto ao mais se sabe que a “fúria” do acusador dá-se em conta de um processo no qual requeria um indevido pagamento de 60 mil reais ao governo quando na verdade suas contas não iriam além de pouco mais de 20 mil reais e o secretário da Gestão Pública indeferiu o pleito descabido, zelando mais uma vez pelo interesse público e os princípios da moralidade e da legalidade.

Besteira alagoana
A proibição de venda e consumo de bebidas alcoólicas, mais conhecida como Lei Seca, já chegou a ser aplicada de forma obrigatória em todo o Brasil nos dias de eleições. Atualmente, a aplicação da medida tem ficado a cargo de cada Estado, que publica uma portaria com os critérios de vigência da restrição. Até o momento nove estados já confirmaram a adoção da Lei da Seca no primeiro turno das eleições gerais, no dia 5 de outubro. Espírito Santo, Santa Catarina e Pernambuco, optaram por não colocar a restrição em vigor.  Está comprovado que a medida restritiva é inócua, pois quem quer bebe e bebe-se  muito.
Aqui em Alagoas o Tribunal Regional Eleitoral adotou a proibição que considero a maior besteira, sem fundamento e sem cabimento. Quer beber? Beba. Aprontou prende. Bastaria ser assim. Mas aqui sempre se pensa “troncho”. Domingo terei que beber escondido, pois, “sou um fora da lei”.

A PALAVRA DOS CANDIDATOS

BENEDITO DE LIRA
(O candidato Benedito de Lira não encaminhou para a coluna seu texto com propostas para governar Alagoas).

JÚLIO CEZAR
Amigas e amigos alagoanos, domingo é dia de tomar uma decisão que vai interferir diretamente na sua vida e no seu futuro. Uma decisão que é sua e de mais ninguém. Pense, reflita, escute seu coração. O governador que você quer é uma pessoa como você, um alagoano como você. Alguém que realmente se interessa em resolver os problemas do povo. Porque é povo como você.
Onde está escrito que é preciso ter sobrenome pra governar Alagoas? Eu, que nunca estudei em escolas caras, nem nasci em berço de ouro, me sinto preparado para governar nosso estado. Porque estudei, me preparei. Porque conheço esse estado como a palma da minha mão. Porque sei, por experiência própria, que a educação pode transformar a vida de uma pessoa. E é minha missão trabalhar para que todo alagoano tenha a mesma oportunidade que eu tive. Chegou a hora de Alagoas eleger um verdadeiro representante do povo alagoano. Dia 5 de outubro, vote Júlio Cezar 45. Será uma honra trabalhar por minha terra e pelo meu povo. Muito obrigado pela confiança e nos vemos no segundo turno!

RENAN FILHO
Renan Filho - "Caro Pedro, despeço-me hoje, em sua coluna, deste generoso espaço cedido para a apresentação das propostas dos candidatos ao governo de Alagoas. Nesta mensagem, posto aqui já ter abordado alguns dos principais temas de meu programa de governo, quero destacar sua inciativa como um estímulo ao bom debate, o que merece ser valorizado numa campanha onde, infelizmente, muitos privilegiaram os ataques aos adversários em detrimento da apresentação de ideias. Em sua coluna, as ideias, as propostas foram elevadas ao nível que deveriam ter sido realçadas por todos os candidatos, em todos os espaços. Fica aqui meu testemunho e meu agradecimento por seu gesto cidadão e de jornalista que aposta no diálogo como forma de aperfeiçoamento das propostas políticas para a gestão do Estado."

Meu prezado Renan Filho

Obrigado por suas palavras e por sua demonstração de civilidade e compromisso com os interesses de Alagoas. Lamento que seus adversários não tenham tido o mesmo comportamento proposto por mim desde o inicio da publicação do espaço “Palavra dos Candidatos”. Registro, por um dever de ofício, que você foi o único dos principais candidatos que cumpriu com o compromisso e todas as semanas encaminhou suas propostas ininterruptamente. Os demais, ou por falta de propostas, ou mesmo por descaso, não cumpriram o compromisso e fizeram pior: transformaram suas campanhas em depósitos de ódio e frustrações, desrespeitando o eleitor e preferindo o ataque sujo e muitas vezes mentiroso, baixo e despropositado. O alagoano queria ver e ouvir propostas para escolher seu candidato. Durante as ultimas semanas recebi inúmeras mensagens de leitores, alguns condenando o baixo nível de ataques pessoais e “desconstrução” de candidaturas por ataques sórdidos e muitos elogiando sua conduta e o nível de suas propostas para uma Alagoas melhor. Por todos estes motivos e por acreditar ser você o melhor nome para governar Alagoas entre os que se apresentam neste pleito é que abraço sua candidatura e votarei no próximo domingo. Pedro Oliveira.



Publicado também no Jornal Extra/Jornal Tribuna do Sertão/Jornal Tribuna Alagoana/Site Tribuna do Sertão/ Site Tribuna do Agreste.

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